5 de novembro de 2026

Agência chinesa de rating dá nota A ao Brasil

Agência chinesa dá nota ‘A’ ao Brasil

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A milhares de quilômetros de Nova York, uma agência de classificação de risco vê o Brasil em posição muito mais confortável do que a Standard & Poor’s, a Moody’s e a Fitch. Para a chinesa Dagong Global Credit Rating, o Brasil tem rating “A-“. Assim, a agência de classificação de risco estatal da China coloca o Brasil três patamares acima da avaliação anunciada, na segunda-feira, 24, pela Standard & Poor’s.

Ao contrário dos comentários duros contra o governo brasileiro, a Dagong tem avaliação mais amena. A última revisão da nota brasileira foi feita em janeiro, quando reafirmou a nota “A-” e disse que o ambiente para a dívida brasileira é relativamente estável. “A situação política basicamente estável do Brasil e a vantagem da atual presidente Dilma Rousseff na eleição presidencial são fatores favoráveis para a continuidade e estabilidade das políticas”, diz relatório divulgado em Pequim.

Os analistas chineses reconhecem, porém, que nem tudo são flores. “O ambiente político interno complexo constrange as reformas estruturais de longo prazo, que são repletas de grandes dificuldades.”

Em um ponto Dagong e S&P concordam: a política fiscal. “O déficit fiscal e a situação da dívida pioraram de forma consistente. Afetados pelo gasto que aumentou significativamente, o déficit público aumentou para o equivalente a 3% do PIB em 2013”, diz a Dagong. Economistas da agência preveem que a dívida pública subirá para 68,2% do PIB em 2014.

Criada em 1994 pelo governo, a Dagong é a resposta de Pequim às agências ocidentais. Com critérios diferentes dos usados pelas concorrentes, a agência se gaba de ter sido a primeira a rebaixar a nota soberana dos EUA – movimento seguido por S&P, Moody’s e Fitch. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Luis Nassif

Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.

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  1. Roberto São Paulo-SP 2014

    29 de março de 2014 12:57 pm

    BC tem ganho de R$ 8,3 bilhões com operaçóes de swap cambial

    BC tem ganho de R$ 8,3 bilhões com venda de dólares no mercado futuro
     29/03/2014 04p0—-Brasília—Kelly Oliveira – Repórter da Agência Brasil Edição: Denise Griesinger

    O Banco Central (BC) apresentou ganho recorde com operações de swap cambial, equivalente à venda de dólares no mercado futuro. Essas operações são usadas pelo BC para suavizar a alta do dólar e oferecer proteção (hedge) cambial às empresas e instituições financeiras.
    Em fevereiro, o ganho do BC com essas operações chegou a R$ 8,336 bilhões, o maior resultado mensal na série histórica, iniciada em 2002. Em janeiro, foi registrada perda de R$ 3,920 bilhões.

    Na operação de swap cambial, há uma troca de rendimentos entre os investidores e o BC, envolvendo o dólar e os juros básicos da economia. Quando o dólar cai, geralmente o BC tem lucro. Segundo Maciel, em fevereiro, houve queda do dólar de 3,83%, em relação a janeiro.

    O BC iniciou as operações diárias de leilões de swap cambial em agosto do ano passado, com injeção diária de US$ 500 milhões. ——–Em janeiro, o volume foi reduzido para US$ 200 milhões diários. Essas operações vão ocorrer até junho de 2014, segundo a programação anunciada pelo BC.

    URL:

    http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2014-03/bc-tem-ganho-de…

     

  2. Roberto São Paulo-SP 2014

    29 de março de 2014 12:59 pm

    Tesouro captou 1 bilhão de euros com juros de 2,961% ao ano.

    —Segundo os técnicos da Secretaria do Tesouro Nacional, a operação representou a menor taxa de captação em euros da história.

    Sucesso de emissão na Europa mostra força da economia brasileira, diz Augustin
    27/03/2014 17p1—Brasília—Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil Edição: Nádia Franco

    Captação  em  euros  revela força da economia, diz secretário Arquivo/Marcello Casal Jr./Agência Brasil
    A captação de 1 bilhão de euros, feita hoje (27) pelo governo brasileiro, mostra a confiança dos investidores internacionais na economia do país, disse o secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin. Segundo ele, o fato de o Tesouro ter captado os recursos com juros baixos indica que o Brasil continua atrativo para os aplicadores estrangeiros, apesar do rebaixamento da nota do país pela agência de classificação de risco Standard & Poor’s no início da semana.
    “A emissão mostra a força dos fundamentos da economia brasileira. Indica a visão de confiança do mercado internacional em relação ao país”, afirmou o secretário. Ele ressaltou que o resultado ajudará as empresas brasileiras a captar recursos no mercado europeu com juros mais baixos.
    Na operação de hoje, o Tesouro Nacional captou 1 bilhão de euros em títulos de sete anos com juros de 2,961% ao ano. A taxa é bem inferior à de 5,448% ao ano registrada na última vez em que o governo brasileiro emitiu títulos em euro, em janeiro de 2006.

    Nas emissões externas, o governo pega dinheiro emprestado dos investidores internacionais por meio do lançamento de títulos da dívida externa com o compromisso de devolver os recursos com juros.Taxas menores de juros indicam menor grau de desconfiança dos investidores de que o Brasil não conseguirá pagar a dívida.
    O secretário informou que o Tesouro Nacional estuda fazer uma emissão em iene, no mercado japonês. Ele negou que a decisão do Tesouro de fazer um lançamento de títulos em euros nesta quinta-feira tenha sido motivada pelo corte da nota do governo brasileiro pela Standard & Poor’s. “A captação estava prevista desde o anúncio do Plano Anual de Financiamento [no fim de janeiro]. Não mudamos o cronograma por causa desse evento [o rebaixamento do Brasil]”, reiterou.

    Segundo Augustin, o Tesouro optou por emitir títulos de sete anos porque esse é o mercado mais usado pelas empresas brasileiras que captam recursos na Europa. Na última operação do tipo, em 2006, o governo brasileiro havia lançado papéis de nove anos em euro. “Da mesma forma que o mercado mais tradicional das emissões em dólar são de títulos de dez anos, no mercado em euro, a maioria das captações se dá em sete anos”, explicou.
    URL:
    http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2014-03/sucesso-de-emis…

    Tesouro captou com sucesso 1 bilhão de euros no mercado internacional
    27/03/2014 14p5—Brasília—Daniel Lima – Repórter da Agência Brasil Edição: José Romildo

    O governo teve sucesso em captar 1 bilhão de euros, em títulos da dívida externa, no mercado americano e europeu, com vencimento em 1 de abril de 2021, em operação liderada pelos bancos BB Security, JP Morgan e Santander, informou há pouco a Secretaria do Tesouro Nacional do Ministério da Fazenda.
    O sucesso da operação está assegurado pela baixa taxa de retorno (ganho dos investidores), que alcançou  2,961% ao ano, muito inferior ao patamar da última emissão, em 2006, quando o Brasil captou 300 milhões de euros, a uma taxa de 5,448% de retorno para os investidores. Segundo os técnicos da Secretaria do Tesouro Nacional, a operação representou a menor taxa de captação em euros da história.

    A liquidação financeira, ou seja a data de entrada efetiva dos recursos, está prevista para 3 de abril de 2014.

    Com a medida, as autoridades monetárias testaram  a percepção internacional sobre a economia brasileira. Com as emissões de títulos da dívida externa, o governo pega dinheiro emprestado de investidores internacionais com o compromisso de devolver os recursos com juros. Taxas menores de juros indicam maior confiança dos investidores de que o Brasil conseguirá pagar a dívida.

    O secretário de Tesouro Nacional, Arno Agostin, dará entrevista para comentar a emissão dos títulos da dívida externa. O lançamento do título, chamado de bônus da República  ocorre após a agência de classificação de risco Standard & Poor’s (S&P) diminuir a nota para a economia brasileira, que passou de BBB para BBB-, com perspectiva neutra, o que indica que a classificação não será rebaixada nos próximos meses.

    Com o lançamento, o governo identifica qual é a tendência do custo de captação para os próximos meses de recursos estrangeiros para o Brasil e suas empresas no exterior.
    URL:
    http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2014-03/tesouro-captou-…
     

     

  3. Motta Araujo

    29 de março de 2014 1:07 pm

    Cada agencia tem seu sistema

    Cada agencia tem seu sistema de notas, a nota A dessa agencia não é a melhor, o topo é AAA. Equivale a nota do Brasil na Standard & Poor. É uma agencia patrocinada pelo Banco Central da China e tentou entrar nos EUA mas a SEC não a reconhece porque consideram que ela não tem analistas internacionais. seus técnicos são especializados em empresas chinesas. Foi criada em 1994, portanto tem 20 anos.

  4. Motta Araujo

    29 de março de 2014 2:18 pm

    O autor do post parece não

    O autor do post parece não entender para que servem agencias de rating. Elas dão um “”endosso”” sempre relativo a um Pais ou empresa, é uma referencia, nada é 100% certo, é como alguem apresentar um amigo em um banco, se esse alguem é o Jorge Lehman vale muito, se é o pasteleiro da feira vale pouco.

    Portanto é evidente que uma nota da S & P, que tem 164 anos de existencia e 10.000 funcionarios, vale mais que a da agencia chinesa, que pode ser boa na China mas internacionalmente tem escassa tradição. Nos temos no Brasil  uma boa agencia, a Atlantic Rating, do Paulo Rabello de Castro que tambem sofre do problema de ser nova.

    De qualquer modo a nota da agencia Dadong não é melhor do que a  S & P, é igual, porque o “”rating standard” da Dadong

    não é o mesmo da S & P, o A deles equivale ao BB da S & P, que é ainda uma boa nota, com investmnt grade.

  5. Vantuil Barbosa Filho

    29 de março de 2014 3:30 pm

    era só o que faltava. bye bye EUA.

    ate´nas análises econômicas os americanos estão sendo confrontados, o centro do mundo capitalista, aos poucos vai ficando sem dinheiro; e pior, sem credibilidade; as agências situadas em solo americano suas analises não refletem a realidade, nem formenta uma saida social e muito menos econômicas seja qual pais, ou economia, realmente um desastre qualquer coisa vinda dos EUA, os americanos viviam um sonho, enquanto os demais paísses viviam os pesadelos e isso está cada vez mais consciente. bye bye EUA.

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