Por Daytona
Nassif, se você me permite fazer uma sugestão de tópico, houve grande repercussão o caso do tweet racista de Justine Sacco.
A repercussão foi 100% negativa, ela perdeu seu emprego, foi fortemente condenada por todos.
Seria interessante um tópico salientando a diferença na reação a demonstrações de racismo nos EUA e no Brasil, onde Gentili e similares fazem declarações ofensivas e racistas(o comentáriod e Gentili oferecendo bananas para o rapaz negro), recebem apoio e seus patrões não fazem absolutamente nada, talvez até os incentive a continuar fazendo isso.
Do Quora
Justine Sacco seemed to be doing pretty well at IAC. She was on the website. She certainly has an unfortunate sense of humor. One tweet and she’s lost her job and sustained what seems to be irrecoverable damage to her reputation. What should she be doing to get her life back?
Assis Ribeiro
23 de dezembro de 2013 10:09 amÉ bom comparar este post com
É bom comparar este post com o caso de Mayara Petruso publicado aqui no blog. Uma pena que os comentários não consta mais da página.
Esses tipos de crimes, para mim, são de alta violência, por outro lado linchamento também é um instrumento sórdido e arcaico.
https://jornalggn.com.br/blog/luisnassif/o-linchamento-de-mayara-petruso
Ed Döer
23 de dezembro de 2013 1:14 pmAssis,
Não querendo defender
Assis,
Não querendo defender a Mayara, até proque não fiz isso na época, mas ainda dá para entender e encarar ela como uma guria (completamente) sem noção. Já a Justine seria uma profissional de relações públicas experiente, o que por si só já torna a situação absurda.
Assis Ribeiro
23 de dezembro de 2013 3:56 pmEd
Eu concordo com você no quesito que não se deve diminuir a idade penal dos guris sem noção.
No caso de Mayara trata-se de uma formanda em direito, e que com certeza já estudou os principios elementares do direito
Orlando
23 de dezembro de 2013 10:12 amO Brasil, hoje, é mais
O Brasil, hoje, é mais racista do que os EUA. Ou será que sempre foi?
alexis
23 de dezembro de 2013 10:22 amQuem pratica; quem divulga; quem pune e quem ganha
Uma atitude grosseira contra os negros, a qual se torna mais séria ao sair de pessoa de alto nível de empresa global de comunicações. A “piada” envolve também uma ofensa gratuita ao povo Africano. Se um estudante fizesse uma “piadinha” assim no facebook, por exemplo, provavelmente não daria em nada (embora não justifica a ofensa), mas, nos leva a pensar que existe aqui claramente uma repercussão desproporcional, por causa do nível da pessoa agressora e da empresa envolvida, justamente de comunicação e, ainda, a punição exemplar que dá inicio à defesa da empresa envolvida, temendo até eventuais demandas pecuniárias. Advogados gananciosos não olham ao estudante da “piadinha”, mas, neste caso, existe um prato cheio para tirar uma casquinha.
Antonio Nonato
23 de dezembro de 2013 11:08 amEla teve a dignidade de se
Ela teve a dignidade de se desculpar, coisa que o Gentili dificilmente tem. Chega de linchamento.
Francy Lisboa
23 de dezembro de 2013 11:12 amLembrem-se que aqui existe um
Lembrem-se que aqui existe um que jura que aqui não há racismo, talvez ele seja o outerego do Ali Kamêlo!
Gil Teixeira
23 de dezembro de 2013 12:32 pmÉ Daytonna, aqui ela seria
É Daytonna, aqui ela seria entrevistada no Roda Viva e teria um programa na Band! (como o Gerson Carneiro colocou com muita propriedade no Face)
Al Almeida
23 de dezembro de 2013 1:35 pmPor que linchamento? As
Por que linchamento? As pessoas tem que assumir a responsabilidade por seus atos e as consequências destes. É pedagógico. Quanto maior a repercussão e a pressão punitivas, menores serão as chances de outros boçais sairem por aí disparando seu ódio e preconceito. Talvez, por não perderem o emprego, como a gringa perdeu, etes “humoristas da Band” se sintam incentivados a manterem seu comportamento odioso.
Assis Ribeiro
23 de dezembro de 2013 4:18 pmAlmeida
Outrora já foi pedagógico espancar pessoas, da mesma forma que um dia utilizaram as fogueiras. Em democracias e suas instituições públicas a penalização é ato exclusivo do Estado. Se isso não funciona cabe cobrar do próprio Estado e não procurar o linchamento que em muito se aproxima da justiça com as próprias mãos.
JB Costa
23 de dezembro de 2013 1:52 pmFalou, o pobre do sei lá o
Falou, o pobre do sei lá o quê, pagou.
Observo uma extrema, quase patológica, necessidade de muitos e muitas se exporem nas redes sociais. Querem parecerem divertidas, bem-humoradas, radicais, engraçadas, cultas, religiosas, castas, antenadas, e tudo o mais que a distingam de uma maneira(boa) ou de outra(ruim). Aspiram, como se dizia antigamente, fazer sucesso.
Foi o caso dessa senhora que quis se passar como “engraçada”. Pose que lhe valeu até o emprego. Tenho certeza que contará até dez quando sentir vontade de se exibir.
Por esse episódio se afere o quanto aqui somos condescendentes com esse tipo de vilania. Sobra nas redes sociais, em especial no facebook e nos sites sem regramentos firmes(tipo 247), Terra e UOL, verdadeiros atentados à dignidade humana. Os preconceitos correm soltos e as injúrias e caluniam encontram terreno fértil.
Al Almeida
23 de dezembro de 2013 3:07 pmQue dignidade em se desculpar
Que dignidade em se desculpar o quê, rapaz. O bicho pegou e ela afinou. Só isso. O semianonimato da rede faz as pessoas se sentirem mais livres para exercitar seu pequeno espetáculo de ódio e infâmia. O que se fala dos pobres, negros, nordestinos, indígenas e outros é caso de polícia. Na boa. Mas pra alguns é só pedir desculpas depois e tá tudo certo.
Juliano Santos
23 de dezembro de 2013 3:48 pmCatzo! As pessoas deveriam
Catzo! As pessoas deveriam pensar duas vezes antes de tuitar. Será que ela não sabe que não está num salão de cabeleleiro, entre suas amigas loiras e fúteis? Não é linchamento, teve o que mereceu
Aqui não, as redes sociais são uma extensão da mídia, onde as celibridades ajem com se estivessem no banheiro a profeirr suas obcenidades rasteiras que invadem nossa casa, através de uma concessão pública. E se autoproclamam “formador de opinião”. Só se for em forma de excremento fecal
JB Costa
23 de dezembro de 2013 5:58 pmPor que não criarmos o prêmio
Por que não criarmos o prêmio Danilo Gentili para esse tipo de gente?
O primeiro poderia sair para o tal deTiago Leifert, da Globo(empresa que responde junto à Receita por processo de sonegação fiscal) que disse no programa da Xuxa “não ter orgulho de ser brasileiro”.
Acerca de boçalidades, o que acham dessa do impagável Rodrigo Constantino? É de bolar de rir:
http://veja.abril.com.br/blog/rodrigo-constantino/cultura/reconhecido-na-lincoln-road/