do Observatório de Geopolítica
O REGIME DE BUKELE GUARDA MUITAS SEMELHANCAS COM OS INICIOS DO NAZISMO NA ALEMANHA. AQUI TE CONTAMOS ALGUMAS DELAS
por Tebni Pino Saavedra
Extraido de ANTIFA WATCH – @aquiradiomoscu
O regime do presidente Nayib Bukele em El Salvador e o regime nazista liderado por Adolf Hitler na Alemanha durante os anos 1933 e 1945 são dois episódios históricos muito diferentes em contextos e escalas. Porém, sob certas luzes, algumas similitudes conceituais entre ambos podem se apreciar.
Um dos aspectos destacáveis de ambos líderes é a sua capacidade para manter níveis de popularidade excepcionalmente altos apesar de seus comportamentos autoritários e as evidentes violações aos direitos humanos que ocorrem sob seus respectivos regimes.
Bukele, ao igual que Hitler em seu tempo, tem demonstrado uma notável habilidade para mobilizar as massas e manter um alto grau de apoio popular. Bukele conta com uma popularidade de até 90% segundo algumas pesquisas, algo que consegue apesar das denúncias de detenções arbitrárias, torturas e violações às liberdades civis. Do mesmo modo, Hitler foi capaz de mobilizar a população alemã e manter seu apoio durante grande parte do seu regime, apesar de suas ações atrozes e genocidas
Outra similitude que pode se observar é o uso de um potente aparelho de propaganda. Ambos líderes têm demonstrado uma habilidade inata para utilizar a propaganda ao seu favor, seja para alimentar sua popularidade ou para desacreditar e reprimir a seus opositores. Bukele tem mantido um controle estricto sobre o discurso público, utilizando uma combinação de censura e propaganda para suprimir a crítica e promover sua imagem. Do mesmo modo, o regime nazista se fez famoso por sua utilização eficaz e extensa da propaganda para controlar a narrativa pública e manter o apoio ao regime de Hitler.
O regime de Bukele, com o seu autoritarismo, repressão e manipulação dos meios, evoca a prematura gestão do Terceiro Reich sob Hitler. Ambos líderes conseguiram manter alta popularidade apesar do seu estilo de governo e da utilização de táticas de intimidação e censura, sublinhando paralelismos preocupantes na consolidação do poder.
Tebni Pino Saavedra – Jornalista (Fac. Cásper Líbero). Correspondente para meios do Brasil e Europa
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