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Wilson Ferreira

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A ‘laranja mecânica’ Lázaro Barbosa é a bomba semiótica apontada para 2022, por Wilson...

É o momento de reforçar o imaginário que alimentará as futuras bombas semióticas em hipotéticos cenários eleitorais de 2022.

Walter Benjamin e os documentos da barbárie no filme ‘Sound of Violence”, por Wilson...

Se o filósofo alemão Walter Benjamin dizia que todo monumento da cultura é um monumento da barbárie, “Sound of Violence” retoma essa tese da forma mais assustadora possível.

Estratégia de comunicação da direita alternativa se alimenta do hiato geracional, por Wilson Ferreira

“Hiato geracional” – a perda da função de elo geracional dos idosos, cujo ressentimento alimenta a extrema-direita, deixando os jovens expostos às táticas de guerra híbrida alt-right nas redes sociais.

A PsyOp militar que a crítica brasileira não entendeu no filme “Nova Ordem”, por...

O problema para a crítica é que Michel Franco descreve de forma seca e brutal não um golpe militar latino-americano clássico, mas uma PsyOp militar operada como guerra híbrida que explora o demasiado humano

‘Revelação’ de Bonner é o tautismo da Globo marchando para o fim, por Wilson...

Em crise financeira e vivendo do rentismo, a Globo tenta salvar a imagem do seu jornalismo no mercado de notícias, fazendo um controle de danos das suas intervenções políticas, para manter a sua marca valorizada à espera de um comprador.

Fantástico revela morde-assopra da Globo alinhado à psyop necropolítica militar, por Wilson Ferreira

Atrás desse “morde-assopra” esconde-se o momento atual da escalada militar até entre as potências centrais do Capitalismo: o Grande Reset Global que promove a necropolítica e o necrocapitalismo para eliminar o refugo social – aqueles que nem para serem explorados servirão.

Copa América no Brasil? A apropriação e ressignificação semiótica alt-right, por Wilson Ferreira

A guerra de bastidores que a Globo trava com a Conmebol e SBT reflete a “hipertelia” e “tautismo” da grande mídia - o destino de todos os sistemas tecnológicos.

Sexo, fascismo, o “pênis” da Fiocruz e Alan Moore, por Wilson Ferreira

Argumento que ecoa as teses de Wilhelm Reich sobre a psicologia de massas do fascismo, basicamente em torno de duas teses principais: preocupação exagerada em relação à sexualidade e erotismo e representações do poder e da rudeza

A realidade paralela da psy op militar: a bomba semiótica ‘Operação Pícaro’, por Wilson...

Psy op militar - operar duas facas no pescoço antes das eleições: na de Lula (a ameaça de nova condenação) e na da opinião pública – o fantasma da intervenção militar.

Efeito Heisenberg na CPI: atirou no que viu, acertou no que não viu… e...

CPI passou batida por duas verdadeiras confissões de culpa do ex-ministro Pazuello: justamente nos momentos em que ele ficou mais relaxado e desandou a falar, assumindo a persona de herói militar

É a CPI da Pandemia ou do Genocídio? Pouco importa, o show psy op...

Para quê tudo isso? Seguindo a cartilha de Milton Friedman (Escola de Chicago), criar crises reais ou percebidas como reais para tornar politicamente inevitável a agenda neoliberal. No radar, a privatização do SUS.

Bombas semióticas e neurofisiologia: falso The New York Times, Globo e Paulo Gustavo, por...

Enquanto isso, a política do “morde-assopra” da TV Globo em relação a Bolsonaro ficou mais evidente em dois episódios: o mico do jornalista Álvaro Pereira Jr. e o obituário do comediante Paulo Gustavo.

No vencedor do Oscar ‘Nomadland’, as estradas que nos levam a lugar nenhum, por...

Um olhar de uma diretora estrangeira (Chloé Zhao) para aqueles que se sentem estrangeiros dentro do próprio país, em desérticas paisagens com estradas que levam a lugar nenhum – a melhor metáfora do atual espírito do tempo.

Lula livre? Esquerda mais uma vez capturada pelo imaginário e o tautismo do Judiciário,...

Guerra híbrida criptografada para encobrir a mudança de narrativa com a proximidade do ano eleitoral num cenário da catástrofe sanitária da pandemia.

O real, o imaginário e o simbólico no xadrez da guerra semiótica da “libertação”...

Dentro do consórcio com a grande mídia, a “libertação” de Lula forma o xadrez da guerra semiótica que deve ser compreendida em três níveis: o real, o imaginário e o simbólico.

‘Wokexploitation’ e tautismo são ciladas do BBB21 na guerra semiótica, por Wilson Ferreira

Mas o que foi fracasso vira oportunidade na versão midiática do experimento: a “ecologia maléfica” vira “wokexploitation”: saem baratas e entram as mazelas sociais e humanas como show.

Um pequeno inventário da recorrência de sonhos na quarentena, por Wilson Ferreira

Para Freud o sonho é o guardião do sonho. O sono é uma necessidade fisiológica e o sonho tenta protege-lo

A narrativa do ataque ao Porta dos Fundos: tão conveniente quanto uma false flag,...

As "false flags" assumiram um novo aspecto ao serem incorporadas às guerras extensivas por meios não convencionais: guerras híbrida e criptografada

Série “The Morning Show” abre a caixa-preta de um telejornal, por Wilson Ferreira

Série The Morning Show (2019-), carro-chefe da Apple TV, dramatiza os bastidores desse universo do telejornalismo matinal

Bike elétrica é a resposta neoliberal à resistência do ciclismo, por Wilson Ferreira

Inconformismo, revolta, veículos de libertação da tediosa rotina diária, liberdade... Essas são as representações mais comuns que o cinema faz sobre as bicicletas