O Movimento Vozes do Silêncio realiza, no próximo domingo (6), a 5ª Caminhada do Silêncio, a partir das 15h. O ato sairá da Rua Tutoia, 921, Vila Mariana, em frente ao antigo DOI-Codi, em direção ao Monumento em Homenagem aos Mortos e Desaparecidos Políticos, no Parque Ibirapuera.
A edição de 2025 traz como lema o título do filme vencedor do Oscar “Ainda Estou Aqui”, que retrata a luta por justiça e memória de Eunice Paiva, viúva de Rubens Paiva, desaparecido político da ditadura militar
O evento, porém, não contará com o apoio de infraestrutura da Prefeitura de São Paulo, que informou a decisão há apenas três dias. De acordo com a Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania de São Paulo, o executivo garantirá apenas banheiros químicos e água aos manifestantes.
A decisão se torna ainda mais sensível quando considerado que muitos dos participantes das edições anteriores eram idosos e pessoas que viveram o período ditatorial.
Vale lembrar ainda que a decisão da Prefeitura pode atender a fins políticos. Também no próximo domingo será realizado o movimento bolsonarista pela anistia aos golpistas, na Avenida Paulista.
Um dos maiores nomes do bolsonarismo, cotado, inclusive, para disputar as eleições presidenciais de 2026 é o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), aliado político e cabo eleitoral do prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB).
A 5ª Caminhada do Silêncio é uma realização do Movimento Vozes do Silêncio, representado pelo Núcleo de Preservação da Memória Política, Instituto Vladimir Herzog e a OAB-SP, com apoio do deputado estadual Antonio Donato (PT), autor da Lei nº 17.886 que, desde 2023, inclui o evento ao calendário oficial da cidade de São Paulo.
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5 de abril de 2025 7:07 amUai, o prefeito de SP seguiu o que o presidente Lula pediu:
Vamos deixar 64 passar.
Ou seja, façamos silêncio sobre o silêncio.
É cínica, canalha mesmo essa tentativa de passar pano.
Ora, o que se espera da direita?
Que ela aja como a direita.
Então, que governantes de direita queiram sabotar essa memória eu repudio, mas entendo, politicamente.
Mas o que dizer da “ex-querda”?
Qual foi o grande ato ou evento patrocinado pelo governo, ou por algum ministério desse governo para avivar essa memória?
Qual foi o grande ato do PT, centrais sindicais, MST etc nesse sentido?????????
Ou seja, nossa memória se resume a um filme do filho do banqueiro que lucrou com o golpe produzido pela empresa de mídia que deu voz aos golpistas.
Pois é.
É um país de m#rda, com um governo de …?
Isso, de m#rda.