5 de junho de 2026

Depoimento de Cláudio Guerra, um matador da ditadura

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Sugestão de Marcos RTI

do Observatório da Imprensa

Cláudio Guerra, um matador arrependido

Entrevista concedida a Alberto Dines

O Observatório da Imprensa traz uma entrevista especial com o ex-delegado do Dops Claudio Guerra, matador implacável de quase uma centena de pessoas.

Na Comissão Nacional da Verdade, o ex-policial, poderoso dos anos 70 e 80, contribuiu para o esclarecimento do atentado do Riocentro e a morte da estilista Zuzu Angel em acidente de carro. Os dois com o envolvimento dos agentes de repressão do DOI-CODI do Rio de Janeiro.

Em entrevista ao apresentador Alberto Dines, o hoje pastor Claudio Guerra, conta como migrou do Esquadrão da Morte para eliminação de esquerdistas em 1973, no auge da repressão política.

Ele foi o homem de confiança do coronel Freddie Perdigão, chefe do SNI, responsável por dezenas de vítimas durante os 21 anos do Regime Militar.

Ele detalhou como descobriu uma maneira de ocultar os cadáveres da esquerda: incinerando os corpos em uma usina de açúcar em campos, no Rio de Janeiro.

No programa, Claudio Guerra faz um apelo à Comissão Nacional da Verdade para aprofundar os depoimentos dos envolvidos na repressão. E diz que “não tem como restituir as vidas que foram tiradas, mas pode cooperar com o esclarecimento da verdade e reconhecer que foi um erro. Que não se repita”.

http://www.youtube.com/watch?v=xOwI7Lc_LKI width:700 height:395

 

 

Lourdes Nassif

Redatora-chefe no GGN

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6 Comentários
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  1. rosenvald flavio barbosa

    30 de setembro de 2014 6:18 pm

    para Leonidas, um heroi

    veja aí Leonidas, um heroi do exercito brasileiro, ou melhor da policia………ou seja da farda.

  2. matuto

    30 de setembro de 2014 8:11 pm

    Não vai dar tempo.

    Nossos militares além de assassinos, são muito corajosos. Nosso povo é que é covarde.

    Corram atrás da verdade antes que ela se dilua.

     

  3. Lou Luiza

    1 de outubro de 2014 12:24 am

    Claudio Guerra
    Tortura, morte, ocultamento de cadáver .É horripilante e continua a existir com os pobres, nas favelas, presos pobres.A repressão policial do estado, de forma perene, assombra os espaços sem lei.

  4. Jofran Oliva

    1 de outubro de 2014 1:01 am

    Matador de quase uma centena de presos políticos. . .

    Matador de quase uma centena de presos políticos, hoje é pastor? Só mesmo no Brasil. Está mais parecendo uma piada, mas no Brasil tem fiéis para qualquer coisa. Eita povinho “bexta”. 

  5. nosde

    1 de outubro de 2014 1:45 am

    APENAS REGISTRO QUE ESTOU

    APENAS REGISTRO QUE ESTOU COMPARTILHANDO EM UM GRUPO . . . . muito importante este trabalho . . . .

  6. Zanchetta

    1 de outubro de 2014 5:17 am

    Mais uma delação premiada?

    Mais uma delação premiada?

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