Por Josias Pires
Evanildo Souza dos Santos, 17 anos, sobrinho da líder quilombola de Rio dos Macacos, Rosemeire Santos Silva sofreu diversas agressões, por volta das 22h de sábado (1/08), no interior da Vila Naval da Barragem. Foram escoriações em diversas partes do corpo e um corte profundo na cabeça.
De acordo com Rosemeire a violência contra o menor foi praticada por cerca de 20 militares – parte deles estava fardada e outra parte à paisana. No momento da agressão, Evanildo estava acompanhado do pai, Edson dos Santos, do tio, Ednei dos Santos e de um irmão, Ivan, de 14 anos.
– Eles estavam voltando para casa, quando foram abordados pelos militares. Meu sobrinho foi acusado de ter tentado agredir a filha de um morador da Vila Naval e de tentar assaltar casas de militares. Isto é um absurdo, mentira, garantiu Rose.
Ela conta também que depois de ter sofrido a agressão, o garoto ficou desaparecido por algum tempo e seus familiares temeram que tivesse sido assassinado. Algum tempo depois, foi visto no interior de uma viatura policial, na portaria da Vila Naval, todo ensanguentado. Os policiais disseram a ela que foram chamados por militares da Marinha, sob a alegação de que havia “quatro vagabundos dentro da Vila Naval” que deveriam ser presos.
Depois de esclarecido que todos eram moradores do quilombo, o rapaz foi levado pelos policiais ao Hospital do Subúrbio e recebeu pontos no corte feito na cabeça. Os familiares de Rose e os policiais foram para a Delegacia do Menor, em Brotas, onde registraram queixa. A garota supostamente ameaçada pelo menor foi à Delegacia também e negou as acusações contra o menor desferidas pelos militares.




Ivan de Union
3 de agosto de 2015 6:19 pmOs marinheiros se lembraram
Os marinheiros se lembraram de dizer alguma coisa a respeito do almirante preso?
Ernesto de Serna
4 de agosto de 2015 11:36 amCada macaco no seu galho
Os Marinheiros não se lembraram de dizer nada sobre o almirante preso, assim como o autor da matéria, que presumo seja jornalista, também não se lembrou de dizer nada sobre Pimenta Neves, por exemplo. Sr. Ivan de Union, o assunto aqui é outro. Mas já que citou, veja quem é o almirante preso, aqui mesmo neste GGN:
https://jornalggn.com.br/noticia/a-prisao-do-pai-do-programa-nuclear-brasileiro#at_pco=cfd-1.0&at_ab=-&at_pos=1&at_tot=5&at_si=55c0976cd1329e6a
Não que eu o esteja defendendo, mas como disse, cada macaco no seu galho: Acerca do assunto que deve ser comentado neste tópico, deve-se lembrar que toda história tem DOIS LADOS. E aqui só um é citado. Procurem saber primeiro o que fez este cidadão antes de ser agredido: molestou filhas de moradores da vila naval e agrediu um jovem, também filho de morador. A informação que afirma que a agressão se deu por mais de 20 pessoas é MENTIROSA. Esses “pseudo quilombolas”, manobrados por interesses superiores, já cometeram diversas ilegalidades na vila naval da barragem e nunca vi nenhuma delas ter tamanho destaque aqui ou em qualquer outro veículo da imprensa. Mas a briga deles é com a instituição Marinha. E enquanto ela permaneceu ou permanecer assim, a instituição que se vire. Porém, quando a coisa muda de figura, e as FAMÍLIAS dos moradores da vila começam a ser afrontadas e AGREDIDAS, a coisa muda de figura. Também sou pai, e afirmo não saber se minha reação seria muito diferente se minha filha fosse molestada ou meu filho fosse agredido por quem quer que seja, quilombola ou almofadinha. Portanto, Sr. Ivan de Union, nem o almirante preso nem Pimenta Neves nada tem a ver com este assunto. Aos fatos, por favor. E os FATOS são bem diferente do que aqui está relatado.
CarlosRocha
4 de agosto de 2015 12:37 pmOque isso tem haver com a historia?
O que tem haver o Almirante ter sido preso no RIO DE JANEIRO com um morador do quilombo alegar ter sido agredido por militares?
SANTOS_1980
3 de agosto de 2015 10:23 pmMarinheiros agridem
Boa noite
Antes de publicar uma reportagem o ideal é verificar a veracidade das informações. Será que esse rapaz é um inocente!
As informações que foram publicadas nesta reportagem só deram créditos à Lider quilombola.
Senhor “reporter” investigar antes de publicar é o ideal para que se tenha credibilidade.
Ivan de Union
3 de agosto de 2015 11:25 pmMentira, Ofelia. Documentos
Mentira, Ofelia. Documentos hospitalares nao sao simplesmente falsificados como sua opiniao.
Fonseca
3 de agosto de 2015 11:32 pmMarinheiros Agridem
Solicito que antes de se publicar alguma matéria inventiguem mas afundo o assunto porque esse cidadão tentou sim agredir a menina e deferiu socos em um menino de aproximadamente 11 anos ferindo-lhe a região da costela e praticamente fechando seu olho. O que eu acho mais engraçado e de dizer que 20 militares…… tudo mentira. Eles ( Moradores irregulares e não quilombolas ) deveriam responder tambem sobre as inumeras vezes que impedem o direito de ir e vir das pessoas da vila interrompendo a passagem e deixando um onibus com dezenas de crianças de pouca idade do lado de fora durante horas deveriam responder tambem sobre as inumeras vezes que desrespeitam os militares de efetivo serviço agredindo moralmente os mesmos sabendo que não podem fazer nada por determinação superior e etc……. Existem sim quilombolas de excelente indole lá pessoas do bem mais esse ai ta de brincadeira e pra finalizar so falta a rosemaire dizer tambem que foi agredida e estrupada pois toda vez que tem imprensa sempre fala a mesma coisa. Obrigado.
Assessoria de Comunicação Social do Com2DN
3 de agosto de 2015 11:53 pmNota de Esclarecimento
NOTA DE ESCLARECIMENTO
Salvador, BA. Em 03 de agosto de 2015.
Em esclarecimento às notícias veiculadas na imprensa, sobre suposta agressão ocorrida no último sábado (01/Ago), no interior da Vila Naval da Barragem (VNB), situada no Complexo Naval de Aratu e administrada pela Marinha do Brasil, o Comando do 2º Distrito Naval informa que a Base Naval de Aratu (BNA) instaurou um Inquérito Policial Militar (IPM) para apurar o episódio.
De acordo com as informações inicialmente colhidas, o conflito foi iniciado após integrantes da Comunidade Rio dos Macacos, aparentemente embriagados, assediarem uma adolescente residente na Vila Naval, o que teria motivado o desentendimento e posterior confronto com alguns moradores do local, que entretanto negaram qualquer agressão aos envolvidos.
Cumpre ressaltar que, apesar do comportamento hostil dos integrantes da aludida comunidade, que inclusive danificaram uma das cancelas de acesso à VNB, o incidente não envolveu os militares de serviço.
A família da adolescente ofendida prestou queixa formal na Delegacia de Polícia da área, a fim de que o fato também seja apurado nas esferas civil e criminal. Não obstante, o IPM instaurado pela BNA irá apurar as responsabilidades de todos os envolvidos no acontecimento.