A manifestação “Pelo fim da violência e do racismo policial” agendada para a próxima segunda-feira (18) denuncia a violência e o racismo policial enquanto práticas da política de segurança pública do governo de Tarcísio de Freitas (Republicanos) no estado de São Paulo.
Um dos focos do manifesto é o fim das ações policiais na região do Guarujá: a Operação Verão conduzida pela PM paulista já é considerada a operação mais letal desde o Massacre do Carandiru.
Em resposta à norte de um soldado da PM, militares já mataram 45 pessoas na Baixada Santista desde o inicio de fevereiro.
Organizações do movimento negro, movimento anti-cárcere, movimentos sociais, partidos políticos e familiares pretendem cobrar providências dos Ministérios Públicos Estadual e Federal; do Ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski; do Presidente Lula e da primeira-dama, Janja para pôr fim à violência policial no estado de São Paulo.
Convocado para as 18h nas Arcadas da Faculdade de Direito da USP, o ato também repudia a violência sofrida por entregadores de aplicativos e motoboys, que já somam mais de 13 mil denúncias apenas em 2024.
As agressões e perseguições sofridas por artistas da periferia também serão lembradas, como o caso recente da cantora negra MC Kisha, que foi agredida pela equipe de segurança da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) em uma das composições da empresa.
Fábio de Oliveira Ribeiro
14 de março de 2024 8:06 pmViolência policial ou violência evangelica utilizando policiais? É preciso começar a rever certos conceitos, pois os pastores fanáticos conseguiram capturar imensos pedaços do Estado e controlam a PMSP de tal maneira que já imprimem Bééébrias com o brasão da corporação.