
Com bombas de gás lacrimogênio e balas de borracha, a Polícia Militar (PM) dispersou novamente a manifestação do Movimento Passe Livre (MPL) contra o aumento da tarifa do transporte público coletivo em São Paulo. Pelo menos três pessoas feridas. A polícia começou a disparar contra os manifestantes na Praça da República, na região central da capital.
Os ativistas pretendiam seguir com a passeata até a Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, no Ibirapuera. No entanto, a polícia impediu que a caminhada passasse da Praça da República.
No início da manifestação, a PM informou que a passeata deveria seguir itinerário decidido pela Secretaria da Segurança Pública (SSP), com encerramento na Praça da República e que o trajeto pretendido pelos manifestantes não seria autorizado.
A alegação da secretaria é que o percurso do MPL encontraria no outra manifestação, a dosmotoristas de vans.
O grupo de manifestantes, que se reuniu às 17h no Terminal Parque Dom Pedro II, iniciou a passeata somente por volta das 20h por causa do impasse com a PM sobre o trajeto. A caminhada seguiu pelas ruas General Carneiro e Boa Vista, passando pelo Largo São Bento até a Rua Líbero Badaró, quando estourou a primeira bomba.
Após um princípio de tumulto, a manifestação seguiu em frente, passando pelo prédio da prefeitura, Viaduto do Chá e Teatro Municipal.
Por volta das 21h15, os manifestantes chegaram à Praça da República. Cerca de 20 minutos depois, bombas e balas de borracha começaram a ser lançadas contra a multidão e houve correria. A estação de metrô República teve seus acessos fechados durante o tempo em que os manifestantes ficaram no local.
Em sua página no Facebook, o MPL afirmou que a polícia impediu a manifestação de seguir seu percurso. “A Secretaria de Segurança Pública acha que pode decidir o trajeto da manifestação de um movimento social. E, para garantir sua decisão inconstitucional, agride manifestantes pacíficos que estavam com as mão para cima”, acrescentou o movimento.
De acordo com representantes do MPL, quatro pessoas foram detidas no 1º DP. Até as 23h08, a assessoria de imprensa da PM não tinha informações sobre o número de feridos ou de detidos na manifestação.
Leo V
22 de janeiro de 2016 1:16 pmO que está acontecendo na
O que está acontecendo na cidade de São Paulo é absurdo.
O governo rasga a Constituição em plena luz do dia, com apoio da grande imprensa, conivência da prefeitura da cidade.
Feridos pelos ataques da polícia. Massacres se sucedem.
Alan Souza
22 de janeiro de 2016 5:19 pmLá vem o Pablo Ortellado…
A culpa é do Haddad, e não do Alckmin…
Maria Luisa
22 de janeiro de 2016 1:39 pmA PM tem a cara de Alckmin
Politicos e homens publicos deveriam ser pessoas com conhecimento claros sobre Democracia, Republica, Estado de Direito. No minimo isso para poder governar, administrar, legislar. Mas o que temos são politicos dissociados dessas questões, como também profundamente anti-povo. Ainda pensam a politica como a politica de gabinetes, feitas de cima para baixo. Dai não compreenderem as demandas sociais cada vez mais crescentes, o emponderamento das ruas e do Estado de Direito.
Fábio de Oliveira Ribeiro
22 de janeiro de 2016 1:45 pmCara @dilmabr
Congele o
Cara @dilmabr
Congele o repasse de verbas federais ao @governosp para garantir as indenizações das vítimas do terrorismo da @PMESP.
altamiro souza
22 de janeiro de 2016 1:56 pmuma pm fascista e um
uma pm fascista e um mopvimento doidinho pra conquistar
mais adeptos para realizar mais um sonho de 2013 convergem
para o caos que ambos desejam…
com o caos, os radicais de sempre se infiltram na multidão.
e aí já vimos, né?
socram pb
22 de janeiro de 2016 2:25 pmA notícia não informa que os
A notícia não informa que os “meninos bonzinhos” do mpl quebraram o vidro de uma agência bancária e apedrejaram um condomínio no centro.
Vale lembrar que, como está na Constituição, se já tem alguma manifestação ocupando um lugar outra manifestação não pode ser programada para o mesmo local.
Ontem tinham outras 3 manifestações além da do mpl. E os meninos mimados e revoltadinhos do mpl acham que sá a deles é que importa.
Taí para quem quer ver: mpl é formado por líderes autoritários.