4 de junho de 2026

Os 100 dias de Eduardo Cunha no terceiro cargo mais importante da República

Com traços de um legítimo “workaholic”, Eduardo Cunha impôs um novo ritmo à Câmara. Até aqui, o resultado é uma série de derrotas para o Planalto e para aqueles que lutam contra o retrocesso e o conservadorismo 

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Jornal GGN – A contar a partir de 2 de fevereiro de 2015, quando o PT da presidente Dilma Rousseff foi derrotado na disputa pela presidência da Câmara, o deputado Eduardo Cunha (PMDB) já pode celebrar os primeiros 100 dias no terceiro cargo mais importante da República. Em pouco tempo de gestão, Cunha, com traços de um legítimo “workaholic”, movimentou inúmeros projetos pelas comissões da Casa.

Apesar disso, o Planalto, os partidos de esquerda e os movimentos sociais que lutam contra o retrocesso e o conservadorismo não acendem velas nem cantam parabéns nesta segunda-feira, 11 de maio. Isso porque, na maioria dos casos, o que Cunha fez foi destravar pautas que agradam a ala conservadora do Congresso. Quando não, atendem a interesses pessoais sob o argumento de passar uma mensagem à Dilma: “Chega de subserviência!”

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Para entender o fenômeno Eduardo Cunha

Imediatamente após vencer a disputa contra os governistas, Cunha chutou o PT da Mesa Diretora da Casa e negociou com a oposição as principais comissões permanentes. Ao PSDB, por exemplo, ofereceu a Comissão de Finanças.

Dias depois, Cunha pediu ao vice-presidente e líder nacional do PMDB, Michel Temer, que entrasse na Justiça contra a criação de novos partidos políticos. A ofensiva foi para reduzir as chances de sucesso do ministro Gilberto Kassab (Cidades), do PSD, que quer criar uma nova legenda, o PL. Fruto disso seria a redução da influência do PMDB no Congresso e, quem sabe, o enterro do DEM.

Paralelamente, Cunha encomendou ao deputado aliado Mendonça Filho (DEM) um projeto de lei que dificulta a fusão de partidos, já que a intenção de Kassab é unificar o PSD e o PL, aumentando a bancada governista. 

Surfando, ainda, na derrota que impôs ao governo Dilma em 2 de fevereiro, Cunha passou a desqualificar, nos jornais, o desempenho dos ministros Pepe Vargas e Aloísio Mercadante na articulação política. À época, a imprensa apontou Jacques Wagner como substituto da dupla que, segundo Cunha, acumulava fracassos nas negociações com o Congresso.

Não demorou muito, aliás, e a Câmara, patrocinada por Cunha, decidiu colocar todos os 38 ministros de Dilma na berlinda, convidando-os para dar explicações de projetos do Planalto à Casa. 

CPI da Petrobras

Dias depois, Cunha liberou a criação de nova CPI da Petrobras, novamene a reboque da Operação Lava Jato. Nas semanas seguintes, estabeleceu com aliados que a comissão parlamentar de inquérito só investigaria os casos de pagamento de propina que dizem respeito ao período em que o PT esteve na Presidência da República.

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Eduardo Cunha e os múltiplos focos de poder

Talvez em apenas um momento Cunha tenha provocado frustração nos deputados que o elegeram presidente. A maioria reagiu muito mal quando o peemedebista anunciou o aumento do número de sessões na Câmara e corte no ordenado do deputado que faltar aos trabalhos sem justificativas. A pressão foi tanta que ele precisou recuar e liberar algumas regalias para os parlamentares, como verbas para custear as viagens das esposas.

Impeachment

Desde que ascendeu à presidência da Câmara, uma das principais pautas que orbitam em Eduardo Cunha é o impeachment de Dilma. Pelo rito processual, o peemedebista é quem detém o poder de fazer as primeiras análises e decidir se dará seguimento ou não aos pedidos que chegam à Câmara. No começo, Cunha dizia que era totalmente contrário ao impeachment. Alegava até que não enxergava motivos plausíveis. Hoje, após desgastes com o governo, ele sinalizou à oposição que não só deixará o canal aberto como pretende contratar um parecer jurídico sobre o tema.

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Requião: Esqueçam do impeachment, que Eduardo Cunha não vai facilitar para o PSDB

Reforma política

Paralelamente aos atritos políticos, Cunha impôs muitas derrotas à Dilma. Uma das primeira foi a aprovação do orçamento impositivo com a obrigatoriedade de o governo executar as gordas emendas apresentadas pelos parlamentares. Como tratava-se de uma PEC (Proposta de Emenda Constitucional) ao Orçamento 2015, o Congresso aprovou e sancionou por conta própria, e Dilma só poderia anular a decisão recorrendo ao Supremo Tribunal Federal (STF). A presidente, porém, preferiu não enfrentar os congressistas em mais essa questão.

Ainda na campanha para enfurecer o PT, Cunha manobrou para tirar da gaveta, logo no segundo dia como presidente da Câmara, a PEC 352, mais conhecida como PEC Vaccarezza – uma controversa proposta de reforma política que o governo segurou por um ano e meio.

O peemedebista criou uma comissão especial para formular o escopo de uma reforma política que – ele não esconde de ninguém – não deixará o PT feliz. Entre outros pontos, Cunha pretende institucionalizar o financiamento privado de campanha antes que o STF decida sobre sua inscontitucionalidade. Ele conta com ajuda do ministro Gilmar Mendes, que sentou em cima da ação que analisa o caso no Supremo e não vai sair enquanto o Congresso não fizer a reforma.

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A quem serve a reforma política que Eduardo Cunha tirou do baú?

Agenda conservadora

Evangélico, Eduardo Cunha usou as dependências da Câmara para promover cultos religiosos e não se contentou com isso. Colocou em pauta da Casa projetos conservadores e contrários aos diretos das mulheres e dos homossexuais.

Para começar, Cunha autorizou a criação de uma comissão especial para discutir o Estatuto da Família, cuja ideia principal é a de definir que família é uma instituição forjada a partir da união entre homem e mulher, apenas. Na prática, isso pode proibir um casal gay de adotar uma criança. Em outra frente, Cunha desengavetou outros dois projetos de sua autoria: um que cria o Dia do Orgulho Hétero, e outro que criminaliza o preconceito contra heterossexuais. 

Não satisfeito, Cunha também negou que o debate sobre a descriminalização do aborto será feito sob seu comando na Câmara – “Só por cima do meu cadáver!” – e saiu em defesa da ampla liberdade de imprensa, rejeitanto qualquer tipo de proposta sobre regulação da mídia.

Ao que tudo indica, isso fez com que os maiores grupos de comunicação do país se esquecessem um pouco do tamanho da capivara de Eduardo Cunha. Há um mês, aliás, ele entregou a Comunicação da Casa ao PRB, partido ligado à Igreja Universal. 

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Folha esconde dos leitores cinco inquéritos contra Eduardo Cunha

Jornal Nacional esconde nome de Eduardo Cunha na Lava Jato

A crise da Lava Jato

Inconformado por ter sido citado na Operação Lava Jato como um dos políticos que teriam se beneficiado dos esquemas de corrupção na Petrobras, Cunha tratou de encampar, junto a Renan Calheiros (PMDB), presidente do Senado, uma guerra contra a Procuradoria Geral da República, alegando que Rodrigo Janot só incluiu a ambos nas investigações por influência dos ministros de Dilma Rousseff.

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A tentativa da imprensa de vitimizar Renan e Eduardo Cunha

Neste 100º dia de presidência da Câmara, aliás, Cunha é protagonista de reportagens que indicam que, nos próximos dias, a Câmara vai apresentar uma PEC impedirá Janot de ser reconduzido à PGR quando seu mandato terminar, em setembro próximo.

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Janot sofre retaliação por investigar políticos na Lava Jato

PEC da Bengala

Outra PEC apresentada pelo PMDB que afronta o poder de Dilma é a PEC da Bengala, aprovada pela Câmara na mesma noite em que Lula apareceu, em cadeia nacional, denunciando que a Câmara impôs uma derrota aos trabalhadores ao aprovar o PL 4330, que amplia as possibilidades de terceirização – outra pauta patrocinada por Cunha e seus aliados, como Paulinho da Força (SD), que não foi contida mesmo após a nomeação de Michel Temer para a articulação política.

Renan e Cunha ainda fizeram dobradinhas para emplacar um projeto de lei que dá 30 dias para a Fazenda negociar dívidas com Estados e municípios, dando desconto generosos aos entes federativos e, consequentemente, dificultando a vida de Dilma em meio ao ajuste fiscal. 

Cunha também apresentou uma PEC que limita número de ministérios em 20, outra iniciativa que interfere nas competências da presidente da República.

Em abril, Cunha entrou com uma ação por danos morais contra este Blog, alegando que um artigo publicado por Luis Nassif há dois anos lhe fere a reputação. Ele pediu indenização, sugerindo que o cargo de presidente da Câmara lhe dá mais visibilidade.

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Eduardo Cunha ameaça processar o blog

Cintia Alves

Cintia Alves é jornalista especializada em Gestão de Mídias Digitais e editora do GGN.

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14 Comentários
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  1. joao

    11 de maio de 2015 11:19 pm

    Um Vazio!

    Agora o paralelo que faço com o primeiro período do Governo da Dilma e os ministros (STF) que tentaram dar as cartas e agora com Cunha-Renan (Câmara dos Deputados e Senado) é que descobriu a pusilanimidade da Dilma, o primeiro mandato calou a presidente e agora no segundo fez o vácuo politico que esta formada e todos sabiam que não se podia vacilar com Cunha, esperto como oportunista tem uma rede e parceiros para com mesmos objetivos pessoais. Seja politico como financeiro, sabe como funciona, pois é parte desta maracutaia. Só faltou colocar no esquema: Se o operador Cunha não estiver na Lava Jato, desmoraliza-se  Aqui SEG,02/03/2015: //jornalggn.com.br/noticia/se-o-operador-cunha-nao-estiver-na-lava-jato-desmoraliza-se

  2. José Carlos Brandes

    11 de maio de 2015 11:41 pm

    Política

    O que o Eduardo CUnha está fazendo tem nome, chama-se política.

    Política e democracia é isso aí mesmo. Embora no Brasil de tenha acostumado com um Legislativo submisso ao Executivo, não é bem assim que as coisas tem que funcionar num presidencialismo.

    Há alguns motivos para Cunha ter se tornado o protagonista da política brasileira neste ano até agora.

    Primeiro porque a chefe do Executivo é uma piada ambulante. Já não era lá essas coisas politicamente, depois que caiu a máscara de gerentona com a crise econômica e mais a agravante de ter sido eleita num estelionato eleitoral, não sobrou mais nada. Se nem o povo espera que dali ainda saia alguma coisa, muito menos os políticos. 

    Segundo  porque as “fontes” de apoio legislativo do Executivo foram estancadas pela operação lava-jato. Está aí a bancada inteira do PP sem receber a “mesada” da Petrobras e ainda por cima denunciada ao STF.

    Terceiro porque ele foi politicamente inteligente e está trabalhando prá cacete num momento em que o resto parece estar em letargia. Não vou entrar no mérito de seu trabalho, por mais que possam pintá-las de conservadoras, e são mesmo, não diferem muito de tudo que o PT propôs nestes últimos anos também. Ou o PT propôs a legalização do aborto ? Muito pelo contrário, quando o MS fez uma Portaria autorizando o SUS a pagar por abortos legais, a DIlma foi lá e, pautada pelos evangélicos do legislativo ( e do seu próprio ministério ) foi lá e revogou a portaria uma semana depois.

    Até o uso das dependencias da Câmara para cultos religiosos não pode ser condenada por quem não condenou a realização de Missa celebrada pelo Frei Beto, então assessor da Presidência da República, nas dependências do Palácio do Planalto.

    Para quem ficou cinco anos dizendo que a oposição não tinha nem projetos e nem votos, Cunha deve doer muito. 

  3. Sérgio Rodrigues

    11 de maio de 2015 11:46 pm

    Assim será!….

    Melancólico o fim deste valentao que ousou desafiar a Classe Trabalhadora!…

  4. Gilson AS

    12 de maio de 2015 1:36 am

    CUNHA E AS AMEÇAS À DILMA: “SE JANOT FOR RECONDUZIDO PARA A PGR,

    http://br29.com.br/cunha-e-as-amecas-a-dilma-se-janot-for-reconduzido-para-a-pgr-pmdb-vira-oposicao/

    CUNHA E AS AMEÇAS À DILMA: “SE JANOT FOR RECONDUZIDO PARA A PGR, PMDB VIRA OPOSIÇÃO”

    CunhaJanot1105

    O PGR, chamado de Procurador-geral da República é o chefe do Ministério Público da União e do Ministério Público Federal, e também atua como procurador-geral eleitoral. Ele é nomeado pelo presidente da República e seu nome deve ser aprovado pela maioria absoluta do Senado Federal.

    O atual procurador-geral da República do Brasil, para o biênio 2013-2015,  é Rodrigo Janot. A nova indicação da Presidente Dilma deverá ocorrer no mês de Setembro/2015.

    De acordo com a notícia publicada na coluna expresso(da Revista Época), o PMDB irá para a oposição se o governo cogitar a hipótese de reconduzir Rodrigo Janot para o cargo de procurador-geral da República em setembro. Palavra de Eduardo Cunha.

     

  5. Henrique O

    12 de maio de 2015 1:50 am

    O que fazer?
    11/05/2015 00:02:44

    Fernando Molica: Os que comemoram gol contra

    O que está em jogo não é futebol, mas o país, suas instituições, o futuro de todos nós

    O DIA

    Rio – O ódio de setores da sociedade ao PT gera situações que lembram o gesto de amigos alvinegros em 2009, às vésperas da última rodada do Brasileirão. Eles diziam torcer por uma derrota do Botafogo para o Palmeiras, o que levaria o clube para a segunda divisão. Faziam isto porque, se vitorioso, o time paulista poderia conquistar o título e impedir que o Flamengo ficasse com a taça. Achavam o rebaixamento mais suportável do que a alegria rubro-negra.

    Na ânsia de mandar petistas para Cuba ou de reservar para eles lugares no próximo foguete que for se desintegrar, muitos passaram a considerar amigos todos os inimigos do partido de Lula. Assim, chegam a comemorar vitórias oposicionistas que prejudicam seus próprios interesses. Analistas políticos entraram na torcida. Não perdoam que deputados da oposição pratiquem o fair play e votem aqui e ali com o governo — em se tratando do PT, pontapés estão liberados, a canela começa logo abaixo do pescoço. 

    Nas últimas semanas, a Câmara dos Deputados comandada por Eduardo Cunha aprovou medidas como a que estimula a terceirização de mão de obra. Outra, torna mais discreto, em rótulos de produtos alimentícios, o alerta sobre a presença de transgênicos em sua composição (o PT era contra, de seus 60 deputados presentes, apenas dois, entre eles o fluminense Luiz Sérgio, votaram a favor do projeto). Se é para enfraquecer os petistas, vale trocar a carteira assinada por relação precária de trabalho, é aceitável não notar a existência de componente geneticamente modificado na papinha do filho

    O negócio ficou tão esquisito que tem gente irritada com a aprovação do arrocho fiscal não por seus efeitos, mas por conta de o resultado da votação ter representado uma vitória do governo. Até mudanças constitucionais entraram na dança, como a que altera a aposentadoria de integrantes do Judiciário, medida casuística que visa apenas impedir a nomeação, por Dilma, de outros ministros do Supremo. 

    Ao adotar a lógica do torcedor, muitos relevam escândalos que envolvem oposicionistas, parecem interessados não em acabar com a corrupção, mas em promover uma troca de ladrões. Ignoram também pedaladas processuais no caso do Petrolão, parecem esquecer que qualquer um pode ser vítima de abusos por parte do Estado. O que está em jogo não é futebol, mas o país, suas instituições, o futuro de todos nós. É legítimo berrar e fazer barulho contra o governo, mas não custa ter cuidado para não comemorar gol contra nem confundir bater de panelas com chicotadas no próprio lombo.

     

  6. Maria Carvalho

    12 de maio de 2015 2:57 am

    Frases, frases…

    Quase todos os homens são capazes de suportar adversidades, mas se quiser por à prova o caráter de um homem, dê-lhe poder.Abraham Lincoln

    “Não se mede o valor de um homem pelas suas roupas ou pelos bens que possui, o verdadeiro valor do homem é o seu caráter, suas idéias e a nobreza dos seus ideais.Charles Chaplin

    “Ao examinarmos os erros de um homem, conhecemos o seu caráter.Confúcio

    “O caráter de um homem faz o seu destino.Demócrito

    “O caráter é como uma árvore e a reputação como sua sombra. A sombra é o que nós pensamos dela; a árvore é a coisa real.Abraham Lincoln

    “O caráter de um homem é formado pelas pessoas que escolheu para conviver.Sigmund Freud

    Entre muitas… colhidas do

    http://pensador.uol.com.br/o_carater_de_um_homem/

     

  7. djalma santos

    12 de maio de 2015 10:28 am

    Quem sustenta cunha não são

    Quem sustenta cunha não são seus colegas de parlamento, é a imprensa brasileira. Com a capivara que tem, o dia que a imprensa quiser, ele cai como uma jaca. 

    1. chico da dilma

      12 de maio de 2015 1:33 pm

      Discordo do cai como uma jaca,cai como um tolete é mais adequado

      …Em se tratando de cunha.O bicho fede uma légua!

  8. hilson mergulhão breckenfeld filho

    12 de maio de 2015 10:31 am

    eminência

    Qunado perto da morte o canto da cigarra é mais bonito, mas acaba .

  9. maria rodrigues

    12 de maio de 2015 11:52 am

    Estou gostando muito de ver

    Estou gostando muito de ver Eduardo Cunha na briga contra o Procurador-Geral. Talvez seja dessa disputa de forças que Janot, por competência ou outa coisa, consiga pôr Cunha em seu devido lugar, já que o Governo decidiu se recolher, deixando-o agir como que num governo paralelo. O cara quer ser Presidente, e ninguém pode duvidar desse seu intento. Tem tudo pra sê-lo se não for barrado no baile. Temos que esperar, pacientemente o desenrolar desse teatro.

  10. Gabriel José Rocha Filho

    12 de maio de 2015 12:21 pm

    Mesmo mimimi de sempre

    para esquerdalha congresso deveria dizer amem para o executivo…

  11. Nádia Ramos

    12 de maio de 2015 1:31 pm

    FORA CUNHA!

    FORA CUNHA!

  12. wendel

    12 de maio de 2015 8:46 pm

    E……………..

    “De acordo com a notícia publicada na coluna expresso(da Revista Época), o PMDB irá para a oposição se o governo cogitar a hipótese de reconduzir Rodrigo Janot para o cargo de procurador-geral da República em setembro. Palavra de Eduardo Cunha.” (grifo meu ).

    O acima já diz tudo, e caso o governo Dilma, se acovarde frente a este imbecil, pode dar adeus ao restante de seu governo, pois ficará totalmente desmoralizado e refém!

    Caso se concretize este fato, estou fora !!!!! Chega de bancar o imbecil tb !!!!!!!!!!!!!!!! 

     

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