4 de junho de 2026

Nirez comemora 80 anos pulando de paraquedas

O pesquisador cearense Miguel Angelo Azevedo, também conhecido como Miguel Nirez Azevedo ou simplesmente NIREZ, completou 80 anos de idade dia 15 de maio passado.

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Como tinha um sonho e sonho deve ser realizado, uma vez que a gente só se arrepende daquilo que não fez, Nirez solicitou ao sanfoneiro Waldonys ajuda para a realização desse sonho.

Uma equipe especializada foi montada e nosso conterrâneo NIREZ realizou seu sonho de pular de paraquedas, livre, leve e solto, aos 80 anos de idade.

Ao Nirez, nossa homenagem, admiração e respeito!

Luciano hortencio

 

Luciano Hortencio

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8 Comentários
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  1. Jair Fonseca

    18 de maio de 2014 3:53 am

    Luciano,

    Há poucos anos, entrevistei um amigo e grande professor, que já aposentado, com mais de setenta anos e com problemas de saúde que supera bem, começou a fazer paraquedismo! Segue aí em homenagem a ele e a seu amigo a bela canção “Paraquedas”, do Pearl Jam.

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=-p8T1GKdWFI%5D

    1. lucianohortencio

      18 de maio de 2014 8:12 am

      Obrigado, Jair!

      Segue ai o Maestro Urbano Medeiros, excelente instrumentista, executando PARAQUEDAS, de José Leocádio.

      [video:https://www.youtube.com/watch?v=NTKs6PiJlFI%5D

  2. Maria Carvalho

    18 de maio de 2014 4:25 am

    Prezado Luciano Hortencio,

    sentimos sua falta estes dias!

    As fotos do evento inusitado valem muito!

    Parabéns, ao Nirez, quanta coragem!

    1. lucianohortencio

      18 de maio de 2014 8:19 am

      À amiga maria Carvalho!

      Eu é que vinha sentindo a sua falta, amiga Maria Carvalho. Estou sempre aqui e há vários posts bem legais. O último foi em homenagem aos 88 anos da grande Helena de Lima.

      Abraço do luciano

      [video:https://www.youtube.com/watch?v=gOZobdflORw%5D

  3. Paulo Gurgel Carlos da Silva

    18 de maio de 2014 12:32 pm

    O rolo que deu rolo

    Parabéns a Nirez pelos feitos.

    Levado pelo clínico Eduilton Girão, um dia fui conhecer o Arquivo Nirez. Estimo que possa ter sido há uns vinte anos; numa manhã de sábado, certamente. O jornalista Blanchard Girão e o Sr. Ferrer, de Oeiras – Piauí, foram as outras agradáveis companhias do grupo que se formou para visitar este museu no bairro Rodolfo Teófilo.

    O próprio Nirez, como é conhecido Miguel Ângelo de Azevedo, foi quem nos ciceroneou na inesquecível incursão que fizemos àquele mundo de sons, imagens e objetos da comunicação. 
    Pensar que tudo começou por volta de 1958. Quando Nirez passou a colecionar os seus primeiros discos de cera, os quais constituem a base do acervo que reúne na casa de n° 560 da rua Prof. João Bosco (onde ele até hoje reside). E que, com o passar do tempo, foi o acervo expandido para outros campos como fotografias, rótulos, revistas e objetos diversos.

    Ler mais…

    http://blogdopg.blogspot.com.br/2008/03/o-rolo-que-deu-rolo.html

    1. lucianohortencio

      18 de maio de 2014 1:52 pm

      Ao Paulo Gurgel!

       

      Rolo pornográfico é impagável…

      Editei Waldick Soriano, ainda no tempo de sua 8 baixos interpretando PARAQUEDISTA. Utilizei a excelente foto do Nirez sobrevoando Fortaleza, com seu instrutor, logo após saltar de paraquedas em comemoração ao seu aniversário de 80 anos. Espero que gostes.

       

      Abraço do luciano

       

      [video:https://www.youtube.com/watch?v=RvWbHz-lHKI%5D

      1. Paulo Gurgel Carlos da Silva

        19 de maio de 2014 2:00 pm

        Waldick

        Ao Luciano Hortencio:
        Gostei. Conhecia de Waldick a carreira de cantor (“Perfume de gardênia”, “Angústia” etc.) e de compositor (“Tortura de amor”, “A carta” e “Eu são cachorro, não”, esta última vertida para a língua que Snowden chora no exílio como “I am not dog, no” pelo grande Falcão). Além disso, conhecia a fama de boêmio, macho assumido e grande conquistador do baiano bom de briga, mas essa de que ele tocava uma sanfona de oito baixos, não. Procura que procura, encontrei na internet que ele até gravou um LP inteiro tocando sua oito baixos e, no Jornal da Besta Fubana, também achei uma fotografia em que ele aparece, com a sanfona, em um dos programas do Flávio Cavalcanti. Ao que parece, “Durango Kid” também tocava violão, mas ignoro o nível. PG

  4. Morvan

    20 de maio de 2014 1:44 pm

    Nirez, o seu ativismo cultural orgulha o cearense

    Bom dia.

    O multifacetário Nirez apresenta, aos domingos, pela manhã, o programa radiofônico “Arquivo de Cera”, na Rádio Universitária FM, programa este que sobrevive desde 1963, mudando pouco de formato e vez por outra de emissora. Começou na Uirapuru (ainda existente, Fortaleza, AM). O programa é um primor. Nele, o grande Nirez homenageia o principal aniversariante daquele dia. E tome música antiga. O clima de nostalgia envolve não tão-somente as faixas, mas os remates do documentista, jornalista, historiador e museólogo. Quem quiser saber como era Fortaleza de quatro décadas atrás, por exemplo, basta ir ao Museu do Nirez. E viajar, literalmente.

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