5 de junho de 2026

Com mesas e “lousas” interativas, empresa cria conceito de sala de aula do futuro

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Jornal GGN – Um quadro branco em sala de aula com um professor escrevendo parece um conceito ultrapassado em um ano como 2014, em que o mercado de dispositivos móveis cada vez mais está acessível a mestres e alunos. Mas uma empresa portuguesa resgatou o conceito atualizando com o que há de mais moderno em dispositivos de toque e de interatividade.

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A Famasete criou uma linha de equipamentos como mesas e até quadros brancos interativos, em que o professor pode escrever com as mãos em uma tela de multi-toque e as informações são imediatamente compartilhadas com os estudantes. A linha, chamada WingSys, traz o conceito que a empresa chama de “sala de aula do futuro”, com a possibilidade de se interagir com os elementos apresentados nas telas, como mapas, imagens e outros dados.

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Um dos equipamentos, o quadro branco, é um conjunto de três telas de multi-toque em que a superfície pode, além de mostrar imagens como se fosse um tablet, com imagens, páginas da Internet e vídeos, também pode ficar opaca, na cor branca, e servir de quadro para escrita. A linha também possui mesas interativas para apresentações em modelos variados, em que as telas são combinadas com o próprio design do equipamento.

“Todos os equipamentos WingSys proporcionam um contexto de informação e um marketing mais dinâmico e inovador, que podem ser usados na educação, entretenimento, turismo, hotelaria, feiras e eventos, apresentações, conferências, seminários, entre outros”, diz trecho da apresentação da empresa no evento Pavilhão Amanhã, que acontece até a noite desta quarta-feira (30) em São Paulo. O evento é promovido pela Associação Nacional de Empresas de Tecnologia da Informação e Eletrônica de Portugal (ANETIE).

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3 Comentários
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  1. Perfeito

    30 de julho de 2014 9:20 pm

    Essas novas tecnologias é um

    Essas novas tecnologias é um abraço.  Pode-se deixar os alunos assistindo aula  na sala  e  o  professor até ficar em  casa dormindo

  2. Portuguez

    30 de julho de 2014 9:24 pm

    Pelo visto, o problema parece

    Pelo visto, o problema parece mais ser genético , o que tecnologia nenhuma, fora troca de neurônios por chip, poderá resolver. E como somos herdeiros genéticos disto, a nossa degraça é tal qual

    ==========

     

    95% DOS ALUNOS DO 6.º ANO REPROVARAM A MATEMÁTICA NA SEGUNDA FASE

    http://www.educare.pt/noticias/noticia/ver/?id=28542&langid=1

  3. Jeronimo Silva

    19 de novembro de 2014 12:09 pm

    Tecnologias um suporte pedagógico

    Tenho de discordar de alguns comentários, pois a tecnologia não serve para substituir professores ou alunos, mas sim para complementar a actividade pedagógica e transformar o processo de aprendizagem am algo estimulante e interessante.

    Por isso sou defensor das tecnologias como factor de integração, motivação e aumento de qualidade na educação.

     

    A educação deve ser acessivel a todos e para todos, e a tecnologia apenas deve ser mais um instrumento.

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