O varejo promove nesta sexta-feira (24) o Black Friday, ocasião em que os consumidores devem se deparar com descontos atrativos para comprar produtos. Importado dos Estados Unidos e celebrado na última sexta-feira de novembro, o evento, no entanto, requer atenção.
Uma das práticas mais conhecidas da Black Friday é anunciar produtos com o preço “metade do dobro”. Por exemplo: uma televisão de 50 polegadas seria vendida por R$ 2.200 com desconto de 50%. Porém, ao longo do resto do ano, o preço normal deste aparelho é de R$ 2.200.
Porém, mais importante que observar os preços para saber se os descontos oferecidos são verdadeiros, o consumidor deve ter atenção nas supostas lojas virtuais já identificadas pela Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon) por aplicar recorrentes golpes nos clientes.
A lista é composta por 78 sites que devem ser evitados na Black Friday e em todos os outros dia do ano. Confira alguns deles:

A relação completa de sites está neste link.
Ações preventivas
A fim de educar os consumidores, evitando que caíssem em golpes, a Fundação Procon-SP lançou uma série de cinco vídeos no YouTube [clique para assistir], com orientações para que os clientes consigam encontrar as melhores ofertas, cuidados que devem adotar antes de finalizar uma compra e também quais são os direitos de arrependimento da compra e à informação.
O órgão de defesa ao consimudor está monitorando ofertas e abusos no e-commerce, além de disponibilizar um banner no site da fundação para facilitar as possíveis reclamações originadas na Black Friday.
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