23 de junho de 2026

Gigantes do petróleo tiveram queda de 98% em seu lucro líquido

Siga o Jornal GGN no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo

Seguir no Google

Jornal GGN – O lucro líquido das principais petrolíferas do mundo teve um recuo de 98% em 2015 na comparação com o ano anterior, devido principalmente ao forte declínio dos preços do petróleo e dos custos ainda elevados de exploração e produção.

Com a queda, Royal Dutch Shell, Exxon Mobil, Chevron, BP, Statoil e Pemex, maiores petrolíferas do mundo em exploração, deverão reduzir seus investimentos em operações como a manutenção dos campos já em atividade. 

Do Valor

Lucro líquido das gigantes recuou 98% no ano passado

Com a forte queda dos preços do petróleo e os custos ainda altos de exploração e produção, o lucro das principais petrolíferas do mundo foi praticamente a zero no ano passado. O Valor levantou os balanços de Royal Dutch Shell, Exxon Mobil, Chevron, BP, Statoil e Pemex e constatou que o resultado líquido das seis empresas ficou em US$ 1,6 bilhão durante 2015, recuo significativo de 98% perante 2014.

BP, Pemex e Statoil registraram perdas na última linha do balanço anual de 2015. Já para Exxon, Shell e Chevron, o ano foi de queda no lucro líquido.

As seis petrolíferas são as maiores do mundo em produção que já apresentaram as demonstrações financeiras de 2015 até agora. A Petrobras ainda não revelou seus dados, mas tem potencial para reduzir ainda mais os números. De janeiro a setembro, a estatal obteve lucro líquido de US$ 971 milhões, 58,8% a menos do que no mesmo período de 2014, e a maioria dos bancos espera prejuízo para a companhia no acumulado de 2015. A Petrobras ainda não marcou data para divulgar seus resultados.

Leia mais

Redação

Curadoria de notícias, reportagens, artigos de opinião, entrevistas e conteúdos colaborativos da equipe de Redação do Jornal GGN

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Mais lidas

As mais comentadas

Colunistas

Ana Gabriela Sales

Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É...

Carla Castanho

Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

5 Comentários
...

Faça login para comentar ou registre-se.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

  1. Luiz Alberto Vieira

    11 de fevereiro de 2016 3:22 pm

    Petroleiras americanas indo a falência com petróleo barato

    http://economia.estadao.com.br/noticias/negocios,petroleo-em-queda-leva-empresas-dos-eua-a-falencia,10000015761

  2. GeoPolítico Blog

    11 de fevereiro de 2016 3:33 pm

    E os vira latas daqui

    E os vira latas daqui desejando privatizar a PetroBras para “salva-la”. Quanta pureza e bondade!!

  3. W K

    11 de fevereiro de 2016 3:39 pm

    Nesse “clube da Pindaíba”

    ainda vai ter algum membro com bufunfa suficiente para encarar uma Petrobrax, o sonho de privatização da oposição ? 

    Eu acredito que todos os membros deste clube estão primeiramente lambendo suas próprias feridas, na esperança de cicatrizá-las e assim sobreviver por mais algum tempo. 

    E até que uma disrupção bem brava as faça tornar humildes novamente.

    Ou seja, quem é estrategista petroleiro não vai morrer de tédio!

    E os privateiros nacionais, como sempre, estão a anos-luz atrasados em relação ao mundo exterior!

  4. Moguga

    11 de fevereiro de 2016 5:11 pm

    Privatizem a Chevon NOW!

    Privatizem a Chevon NOW!

  5. Paulo Cezar

    11 de fevereiro de 2016 7:45 pm

    “a maioria dos bancos espera

    “a maioria dos bancos espera prejuízo para a companhia no acumulado de 2015”

    Quem são esses bancos ??? 

    Para quem conhece o mercado de petróleo, sabe que o cenário da Petrobras é bem diferente das empresas citadas. 

    Em primeiro lugar a empresa vende no Brasil, na forma de derivados, grande parte da sua produção de petróleo. Portanto o preço internacional do óleo baixo não influi tão fortemente nos resultados da Petrobras, desde que o preço dos derivados no Brasil esteja satisfatório, o que é o caso neste momento, com os preços aproximadamente 30 % acima dos preços internacionais. 

    Além disso, o custo divulgado da exploração no pré sal é de US$ 8 por barril, bem abaixo do preço de internacional atual. 

    Tendo isso em vista eu apostaria em um lucro da Petrobras em 2015 superior a de suas concorrentes. A não ser se houver algum fator externo, como o pagamento de dividas fiscais ocorrido no terceiro trimestre. 

    Um fator que irá influir negativamente no lucro da Petrobras é aumento dos desembolsos para amortização da dívida em moeda estrangeira. Porém acredito que não seja suficente para gerar prejuizos. Veremos. 

     

Recomendados para você

Recomendados