4 de junho de 2026

IGP-M perde força na segunda prévia de dezembro

Siga o Jornal GGN no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo

Seguir no Google

Jornal GGN – O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) fechou o segundo decêndio de dezembro em alta de 0,50%, resultado bem inferior ao visto no mesmo período de novembro (1,45%), segundo dados divulgados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). O segundo decêndio do IGP-M compreende o intervalo entre os dias 21 do mês anterior e 10 do mês de referência.

Um dos destaques do período ficou com o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que caiu de 1,88% no segundo decêndio de novembro para 0,41% em dezembro. Durante o período, a variação dos Bens Finais passou de 2,75% para 1,44%, afetado principalmente pelo subgrupo alimentos processados, cuja taxa passou de 3,46% para 2,10%.

No caso dos grupo Bens Intermediários, o índice passou de 1,76%, em novembro, para 0,14% em dezembro, por conta do subgrupo materiais e componentes para a manufatura, cuja taxa passou de 2,02% para -0,07%.

O índice referente a Matérias-Primas Brutas reverteu a inflação de 1,01% registrada em novembro e totalizou -0,51% em dezembro. Os itens que mais contribuíram para este movimento foram minério de ferro (de -1,43% para -8,60%), soja em grão (de -0,01% para -2,66%) e bovinos (1de ,90% para -0,02%). Em sentido oposto, destacam-se leite in natura (de -2,37% para -1,10%), cana-de-açúcar (de 2,58% para 3,42%) e café em grão (de -0,34% para 1,41%).

Por outro lado, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) ganhou força e atingiu 0,89%, no segundo decêndio de dezembro, ante 0,78% no mesmo período do mês anterior. Três das oito classes de despesa componentes do indicador ampliaram suas taxas de variação, em especial o grupo Alimentação (de 0,90% para 1,41%), por conta do item hortaliças e legumes, cuja taxa passou de 5,07% para 9,04%.

Outros grupos que ganharam força no período foram Educação, Leitura e Recreação (de 0,31% para 1,12%) e Despesas Diversas (de 0,06% para 0,28%). As maiores contribuições para estes movimentos partiram dos itens passagem aérea (2,91% para 24,81%) ecartão de telefone (0,79% para 3,01%), respectivamente.

Em contrapartida, os grupos que desaceleraram foram Transportes (de 1,48% para 1,25%), Habitação (de 0,54% para 0,47%), Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,70% para 0,63%), Vestuário (de 0,81% para 0,55%), e Comunicação (de 0,41% para 0,29%). Os destaques nestas classes de despesa foram gasolina (de 3,71% para 2,97%), condomínio residencial (de 0,63% para 0,54%), artigos de higiene e cuidado pessoal (de 0,88% para 0,61%), roupas (de 0,78% para 0,46%) e tarifa de telefone móvel (de 0,37% para 0,27%), respectivamente.

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) registrou variação de 0,17%. No mês anterior, a taxa foi de 0,29%. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços registrou variação de 0,40%. No mês anterior, a taxa foi de 0,57%. O índice que representa o custo da Mão de Obra registrou taxa de variação de -0,04%. No mês anterior, este índice variou 0,04%.

Tatiane Correia

Jornalista, MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Com passagens pela revista Executivos Financeiros e Agência Dinheiro Vivo. Repórter do GGN desde 2019.

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Mais lidas

As mais comentadas

Colunistas

Ana Gabriela Sales

Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É...

Carla Castanho

Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

...

Faça login para comentar ou registre-se.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Recomendados para você

Recomendados