
Jornal GGN – Preocupadas com o impacto das investigações da Operação Lava Jato sobre a atividade da indústria da construção, um dos principais setores da economia brasileira, representantes das maiores empresas e sindicatos da área encontram-se para defender o desenvolvimento e a soberania nacionais, na próxima segunda, dia 17, no Clube de Engenharia.
Cerca de 20 instituições, dos CREAS e Sindicatos das Indústria de Construção à FIRJAN, Fiesp, Abimaq, OAB e outras entidades farão um ato de protesto contra as medidas que estão imobilizando o setor e debaterão propostas para a indústria se estabilizar e voltar a crescer.
A preocupação das organizações é com o fechamento de empresas, o alto desemprego no setor, que já atinge em torno de 30 mil trabalhadores, e as tentativas de privatização da Petrobras.
Em nota, o Clube de Engenharia afirmou que defende o combate à corrupção, mas “que isso não pode servir de pretexto para destruir um patrimônio tecnológico e de conhecimento construído há mais de seis décadas, o que colocou as empresas de engenharia nacional operando hoje em mais de 40 países”.
Athos
15 de agosto de 2015 1:55 pmFinalmente caiu a ficha.
Tem
Finalmente caiu a ficha.
Tem bancada é para usar!
rdmaestri
15 de agosto de 2015 4:26 pmA capacidade de antecipação dos empresários brasileiros…
A capacidade de antecipação dos empresários brasileiros é negativa.
Quando se vai para a europa e USA se vê uma série de artigos em revistas, artigos de jornais, debates televisivos e palestras sobre antecipação e estratégica empresarial. Aqui no Brasil com a imprensa que temos, com o grau de politização nulo das classes empresariais a capacidade de antecipação da classe empresarial brasileira é negativa.
Marcos Antônio
15 de agosto de 2015 1:59 pmA corrupção é indefensável,
A corrupção é indefensável, mas o conhecimento e empresas NACIONAIS 100% a favor!
Clever Mendes de Oliveira
15 de agosto de 2015 2:03 pmAlguma coisa está acontecendo mas ninguém sabe o que é
JornalGGN,
Os seus redatores conseguem redigir uma notícia que preenche meia lauda, mas não diz nada. Tenho sido muito repetitivo ultimamente, mas não vou-me furtar a reproduzir trecho do seguinte parágrafo deste post “Indústria da Construção reúne-se para evitar quebra do setor na economia” de sábado, 15/08/2015 às 10:41, publicado aqui no blog de Luis Nassif:
“Cerca de 20 instituições . . . . farão um ato de protesto contra as medidas que estão imobilizando o setor e debaterão propostas para a indústria se estabilizar e voltar a crescer”.
Quais são as medidas que estão imobilizando o setor? E quais as propostas para a indústria se estabilizar e voltar a crescer? No fundo só há mesmo retórica, ou talvez devesse dizer, só há mesmo conversa para boi dormir.
Clever Mendes de Oliveira
BH, 15/08/2015
rdmaestri
15 de agosto de 2015 3:38 pmTalvez tu e a redação do texto não sabem, mas a torcida do ….
Talvez tu e a redação do texto não sabem, mas a torcida do Flamengo já está sabendo.
Todo este auê que estão fazendo com a Lava a Jato e as mega-empreiteiras brasileiras está refletindo no setor industrial que mais emprega no país! Em princípio o que o homem médio brasileiro está chegando a conclusão com tudo isto é que TODA A INDUSTRIA DE CONSTRUÇÃO CIVIL brasileira é corrupta e qualquer empreendimento imobiliário é uma roubalheira. A partir disto o mercado se retrai.
As empresas médias e pequenas que no início desta confusão achava que com a saída das mega-empreiteiras ia sobrar uma boquinha para elas, estão vendo que o que vai sobrar é um IMENSO PEPINO.
A despolitização das classes empresariais é espantosa, a capacidade de antecipação é nula, e coisas como o que estão ocorrendo nos dias atuais, foram previstas, por exemplo, por VÁRIOS ARTICULISTAS DESTE BLOG há mais de quatro ou cinco meses.
Os imbecis dos empresários da construção civil, que leem VEJA, assistem o Jornal Nacional e adoram o Domingão do Faustão, foram na conversa durante meses a fio, agora a água está batendo na BUNDA, e como estúpidos ficam colocando notas estúpidas (inespecíficas sem maior vigor) para verem se invertem o quadro, daqui há quatro meses quando a crise no setor ainda ficar pior, vão por notas que deveriam estar pondo hoje, ou seja, o delay destes “Jênios” é de mais ou menos seis meses. Vão entrar pelo cano e depois de dois ou três anos da falência que talvez se pensarem um pouquinho que vão entender o que aconteceu, até lá vão assistindo o Domingão do Faustão.
Clever Mendes de Oliveira
15 de agosto de 2015 7:05 pmÉ preciso separar e entender as duas crises: a política e a econ
Rdmaestri (sábado, 15/08/2015 às 12:38),
Eu penso que é preciso ir mais devagar com o andor. O Brasil atravessa uma crise política e uma crise econômica. As duas têm relação, mas são coisas distintas. A crise política é mais uma crise da esquerda e que atinge mais à esquerda petista porque é ela que está no poder. Esta crise política é basicamente decorrente do fortalecimento da direita. E a direita saiu fortalecida por duas razões. Primeiro em razão do vínculo do PT com o julgamento da Ação Penal 470 e também em decorrência dos primeiros vazamentos relativamente à operação Lava Jato, ambos magnetizado e magnificado pela mídia. E segundo em razão da crise econômica. Por esses dois motivos a esquerda se enfraqueceu na eleição para o parlamento e a direita tomou conta. A crise política é, portanto, uma crise mais da esquerda. Para a direita não há essa crise política.
E quanto a crise econômica ela tem três tempos. O primeiro tempo dela foi o que ocorreu no terceiro trimestre de 2013. A reversão que se observa nas taxas de investimento (FBCF) no terceiro trimestre de 2013 foi algo inusitado e que solapou a retomada do crescimento que pareceu iniciar no quarto trimestre de 2012. O segundo tempo foi o reforço que o escândalo na Petrobras causou na economia e que ajudou a piorar o cenário econômico brasileiro em 2014. De todo modo, esse segundo tempo tem vários componentes. O problema maior da Petrobras nem é o escândalo do Lava Jato, mas a própria dívida em grande parte em dólar que a empresa acumulou. Além disso, em 2014, as economias da periferia começaram a sofrer estragos em razão da recuperação do dólar. Já no início do ano de 2014 houve um primeiro aperto nas moedas da economia de periferia com desvalorização das moedas de países emergentes e que levou os bancos centrais a tomarem medidas reativas. Nesse sentido vale fazer uma leitura no post “EM central bankers: guiders, reactors and Mavericks” que saiu publicado no blog Beyond Brics na terça-feira, 03/02/2014 às 03:49 pm, em matéria de Jonathan Wheatley, apresentando uma classificação dos presidentes dos Bancos Centrais nos principais Bancos Centrais dos países emergentes do mundo. O post “EM central bankers: guiders, reactors and Mavericks” pode ser visto no seguinte endereço:
http://blogs.ft.com/beyond-brics/2014/02/03/em-central-bankers-guiders-reactors-and-mavericks/
O post “Em central bankers: guiders, reactors and Maverickjs” é importante não só por situar aquele momento de inflexão na taxa de câmnbio das moedas dos países emergentes, como também por existir ali um elogio explícito para Alexandre Tombini qualificando-o como um banqueiro lider (guia).
E eu fiz referência a este post ao longo do ano. Menciono aqui dois posts no blog de Luis Nassif ao longo de 2014 em que deixo o link para este post do blog Beyond Brics. No primeiro post “Mercado está mais satisfeito com Banco Central do que com Fazenda” de terça-feira, 11/03/2014 às 10:49, pouco mais de mês após a publicação do post no blog Beyond Brics, e originado de sugestão de Pedro Penido dos Anjos que transcreveu do Estadão a matéria “Termômetro mostra mercado mais satisfeito com BC do que com Fazenda”, há um comentário meu para Pedro Penido dos Anjos enviado quarta-feira, 12/03/2014 às 01:10, em que eu discorro sobre uma possível sintonia entre o Ministério da Fazenda e o Banco Central do Brasil durante a gestão na Fazenda do ministro Guido Mantega.
O endereço do post “Mercado está mais satisfeito com Banco Central do que com Fazenda” é:
https://jornalggn.com.br/noticia/mercado-esta-mais-satisfeito-com-banco-central-do-que-com-fazenda
E o segundo post foi publicado cerca de sete meses depois da publicação do post no blog Beyond Brics e quando já se sabia da substituição do ministro Guido Mantega. Trata-se do post “A ação do Banco Central contra Schwartsman” de quarta-feira, 10/09/2014 às 10:33, aqui no blog de Luis Nassif e de autoria dele e que pode ser visto no seguinte endereço:
https://jornalggn.com.br/noticia/a-acao-do-banco-central-contra-schwartsman
Recomendo o artigo não só pelo comentário que enviei quarta-feira, 10/09/2014 às 21:17, para Luis Nassif, mas também pela troca de comentários entre mim e Alexandre Weber – Santos –SP, a partir do comentário que ele colocou no post na quarta-feira, 10/09/2014 às 11:06, sendo que em comentário que ele enviou sexta-feira, 12/09/2014 às 12:41, em resposta ao que eu enviara quarta-feira, 10/09/2014 às 21:37, para o primiro comentário dele, ele transcreve todo o post “EM central bankers: guiders, reactors and Mavericks”.
Então pontuando um pouco mais sobre a crise econômica lembraria que, ainda nesse segundo tempo da crise econômica e que ocorreu em 2014, houve a forte queda do rublo russo. E o Brasil em razão da eleição e sem poder voltar atrás teve que insistir em uma política econômica que tinha se exaurido com a reversão do terceiro trimestre de 2013, o que aprofundou o desequilíbrio no Balanço de Pagamentos e nos deixou mais vulneráveis ao provável aumento do juro pelo FED.
Veio então 2015 e aí nós tivemos o terceiro período da crise econômica, em que sabendo que haveria uma política de desvalorização das moedas de periferia, o Brasil teve que adotar uma política de contenção de gastos e aumento de juros. Esses três estágios da crise econômica é que construíram a redução do PIB em 2015 e que mesmo assim representa uma diminuição de 2% em um PIB de quase 2 bilhões de dólares. A participação do Lava Jato na crise econômica é então mínima.
É bem verdade que os investimentos da Petrobras quase que estavam arrastando a economia brasileira e em muito se deve a Petrobras o processo de retomada dos investimentos que ocorreu a partir do quarto trimestre de 2012 e que foi infelizmente estancado no terceiro trimestre de 2013. Só que a parada da Petrobras é fruto da queda dos preços do Petróleo e do alto endividamento em moeda estrangeira em um período de desvalorização da moeda e pouco deve à Operação Lava Jato. Em meu entendimento há um superdimensionamento da Operação Lava Jato não só pelos condutores da Operação Lava Jato que consideram a corrupção um mal de dimensões extraordinárias como também pelos analistas, principalmente de esquerda, que injustamente atingidos pelo direcionamento do noticiário contra o PT, atribuem à Operação Lava Jato tudo de ruim que ocorre na economia.
Essa percepção distorcida atinge também a direita e até aquela direita que ainda que seja preconceituosa não é reacionária e que tem muito conhecimento do funcionamento do capitalismo e do Estado como é o caso do comentarista Andre Motta Araujo. Veja o que ele diz em comentário que ele enviou quinta-feira, 06/08/2015 às 10:26, para junto do post “BC acumula R$ 57 bi em perdas em contratos de swap cambial” de quinta-feira, 06/08/2015 às 09:30, aqui no blog de Luis Nassif. Diz ele lá:
“Cantamos essa bola aqui na semana passada no artigo O ESPANTOSO LUCRO DOS BANCOS. Na outra ponta do prejuízo do BC estão os bancos privados, que o BC protegeu de perdas cambiais. E a Lava Jato convulsiona o Pais por causa de alegados R$ 6 bilhões, no BC o buraco é dez vezes maior e é prejuízo ao final para o Tesouro, o mesmo do Levy”.
O que ele diz está certo, só que ele reclama da convulsão que a Operação Lava Jato provoca, sem esclarecer que esta convulsão está na cabeça das pessoas e não na economia. Em dez a vinte anos de apropriação indevida de recursos da Petrobras, o prejuízo é da ordem de um décimo do prejuízo de seis meses do Banco Central enfrentando a ameaça de subida de juro nos Estados Unidos.
O endereço do post “BC acumula R$ 57 bi em perdas em contratos de swap cambial” é:
https://jornalggn.com.br/noticia/bc-acumula-r-57-bi-em-perdas-em-contratos-de-swap-cambial
É claro que no caso há que se avaliar com mais critério o que realmente significa os 57 bilhões em perdas do Banco Central. No sistema capitalista essas perdas talvez sejam até função do Banco Central na medida que elas irrigam a economia em um momento de necessidade. E há a valorização das reservas em moedas estrangeiras que abatem também essas perdas. De todo modo, o Andre Motta Araujo está preocupado é com a repercussão que a Operação Lava Jato causa. Isso cria uma cortina de fumaça que obnubila a percepção dos leitores dos textos dele, pois o que fica é a impressão de que com o superdimensionamento da Operação Lava Jato a economia é atingida e sofre mais do que com a perda de 57 bilhões que o Banco Central do Brasil acumulou nos sete primeiros meses do ano.
Uma análise mais comedida da Operação Lava Jato ainda que se possa ver traços de exageros, foi a produzida por Sérgio Saraiva e que compõe o texto do post “Qual o futuro da Operação Lava Jato?, por Sérgio Saraiva” de sexta-feira, 14/08/2015 às 19:41, aqui no blog de Luis Nassif. O endereço do post “Qual o futuro da Operação Lava Jato?, por Sérgio Saraiva” é:
https://jornalggn.com.br/blog/sergio-saraiva/qual-o-futuro-da-operacao-lava-jato-por-sergio-saraiva
Um problema da Operação Lava Jato é ser direcionada toda contra o PT. Outro problema é o desconhecimento que temos do desdobramento dela. Esses dois pontos foram bem abordados por Sérgio Saraiva. Agora atribuir a crise econômica a Operação Lava Jato não me parece um argumento com boa fundamentação.
Clever Mendes de Oliveira
BH, 15/08/2015
Hamilton
15 de agosto de 2015 3:12 pmConvidem os garotos
de Curitiba.
Orlando Soares Varêda
15 de agosto de 2015 3:25 pmCARTA ABERTA. AOS SENHORES
CARTA ABERTA. AOS SENHORES PALESTRANTES DO ENCONTRO EM DEFESA DO DESENVOLVIMENTO E DA SOBERANIA NACIONAL . DIA 17 NO CLUBE DE ENGENHARIA.
CREAS e Sindicatos das Indústria de Construção, FIRJAN, Fiesp, Abimaq, e demais senhores do ramo.
Convém advertir aos nobres senhores empresários, engenheiros, técnicos e convidados. Primeiro: não devemos subestimar a capacidade da população brasileira de perceber que a corrupção não é uma doença exclusiva dos políticos. Muito pelo contrário, sabemos bem de onde ela brota.
Que a história de empresas, ou melhor, empresários fazerem “doações” para campanhas eleitorais, sempre foi mentirosa. Trata-se de uma balela, que nem pra boi dormir serve. Portanto, convém os senhores, assumirem a responsabilidade pela parte que quê lhes cabe neste imenso latifúndio.
Já são inaceitáveis, os níveis de corrupção a que atingimos. Isso, independente das carnavalescas armações do STF, com o tal de mensalão, e, da palhaçada desse juizinho moro engana otário. Seria uma grande contribuição, se Vossas Senhorias, membros da fina flor do empresariado brasileiro, fossem além dos esforços que já desenvolvem pelo bem do Brasil e dos brasileiros. Decidam de uma vez por todas, cortar de seus orçamentos anuais, as verbas destinadas a corromper, digo, doar a funcionários públicos, e dos partidos políticos (todos). Já, que a tukanolândia se entricheirou contra a abolição dessa benemérita prática.
Quanto à praga moralista que se alastrou pelo país, à guisa de combater a corrupção. Apenas, à dos outros. Claro! Mas, o povo saberá dar o troco a todos esses safados, há seu tempo. Estejam encastelados onde for. Seja no Judiciário, no Legislativo, no Executivo, na PF, ou, onde se mantiverem entocados.
Orlando
rdmaestri
15 de agosto de 2015 5:17 pmCarta fechada ao Sr. Orlando Soares Varêda.
Uma das piores coisas deste mundo é errar por teimosia e ficar pregando no deserto para cobras e lagartos, pois meu caro amigo eu vejo que estás exatamente nesta situação.
Primeiro quando falas a um grupo a generalização pode cair extremamente mal exatamente porque muitos vão se sentir ofendidos por estas. Estás dizendo àqueles que queres falar, que toda e qualquer doação que eles fizeram a qualquer campanha política foi uma corrupção e te enganas redondamente com isto. Doações de campanhas na maior parte das vezes é feita por identidade ideológica entre o empresário e o político. Se um candidato a prefeito faz uma campanha baseada em estímulo a obras, porque ele na sua convicção acha que uma cidade feliz é uma cidade cheia de viadutos, naturalmente os construtores de obras públicas vão doar com alegria para a campanha deste político. Ele não vai precisar dizer na sua campanha que “dará” um viaduto para a empresa A e dois para a empresa B, estas mais a C, a D, a E e daí por diante vão esperar ansiosas para concorrer lealmente ou mesmo deslealmente nas concorrências que forem abertas, mas a doação não é mentirosa. Poderia das uma dezena de exemplos que as doações são feitas devido os eixos das promessas eleitorais de cada candidato, não envolvendo um toma cá, da lá direto entre o Candidato ou uma dada Empresa. Logo a tua incapacidade acertar até numa pseudo carta aberta aos empresários é fantástica.
Segundo, estás ameaçando veladamente os empresários com a população brasileira, dizendo literalmente: “Convém advertir aos nobres senhores empresários, engenheiros, técnicos e convidados. Primeiro: não devemos subestimar a capacidade da população brasileira de perceber que a corrupção não é uma doença exclusiva dos políticos. Muito pelo contrário, sabemos bem de onde ela brota.”. Mostrando uma das facetas sombrias do fascismo, a intimidação da parte menor do empresariado para que eles contribuam com seu apoio. Chamo a atenção dos empresários que também todos sabem de onde vêm estes recursos de pessoas que mandam estes recados de intimidação, não são dos cofres falidos de Cuba nem da Coréia do Norte!
Quanto ao nível de corrupção, estás falando para um grupo que sabe exatamente quem são os corruptos, quanto ela começou, e com quem eles devem ou não devem contar. Há muitas empresas de engenharia, eu diria a maioria delas em termos de números de empresas, que não compartilham com esta grande corrupção com dinheiro público, porém seus sócios sabem de cor e salteado quem faz os esquemas fraudulentos e que não é a partir do governo Lula que foi instituída a corrupção. Isto vai cair como uma verdadeira piada nos ouvidos dos mais velhos. Se tivesse algum conhecimento do meio e tivesse participado de algum churrasco ou qualquer festividade restrita a um pequeno grupo de empresários, ouviria histórias do arco da velha (usei uma expressão antiga, pois a corrupção começou com a chegada do Cabral) em que são contadas sempre na terceira pessoa fatos hilários sobre atuações de A ou B no tempo que o Lula ainda morava no nordeste.
Quanto o teu discurso para que as doações fiquem escassas para as próximas campanhas, ele vai cair no vazio, pois todos a partir deste momento vão pensar no mínimo três vezes em doar legalmente ou ilegalmente para qualquer candidato, pois dependendo do juiz que estiver em voga qualquer tipo de doação será uma confissão de culpa de crimes não cometidos. Logo que se preparem os políticos tradicionais, a próxima campanha vai ser uma dureza, só vai ter dinheiro os políticos que receberam de organizações estrangeiras.
Em resumo, esta tua carta aos empresários vai provocar mais raiva contra a tua pessoa do que qualquer coisa, pois liga uma metralhadora giratória, ataca todo mundo e fica não fica muito claro QUEM ESTÁS DEFEDENDO, apesar de que para mim estar claríssimo.
orlando soares varêda
16 de agosto de 2015 1:56 amMeu caro rdmaestri, estou no
Meu caro rdmaestri, estou no aguardo da senha para abrir e ler sua carta. Desde já, quero retribuir a sua preciosa atenção. Obrigado.
Amanhã, nada de comer coxinha. Fritura não faz bem à saúde.
Orlando
Jorge A.B.A.
15 de agosto de 2015 4:41 pmNão há princípios, é só dinheiro
Ficaram caladinhos 10 meses , apoiando em silencio a Operação Lava Jato . Agora que a Mãe Globo mostrou que não é bem assim, finalmente os empresários da área deixaram cair a capa de defensores da Operação caça corruptos para berrar “queremos ganhar dinheiro de novo” .