4 de junho de 2026

Mercado mantém IPCA estável em 6,29%

Jornal GGN – Os agentes do mercado financeiro não alteraram seus prognósticos para o fechamento da taxa oficial de inflação em 2014, segundo dados do relatório Focus, elaborado semanalmente pelo Banco Central.

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A estimativa para o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) ao fim do ano foi mantida em 6,29% – dentro da banda de variação trabalhada pelas autoridades, que considera o centro da meta em 4,50%, com dois pontos de tolerância para mais (6,50%) ou para menos (2,50%).

As expectativas mensais também ficaram inalteradas, com o fechamento de setembro em 0,40% e os dados de outubro em 0,49%, em sua terceira semana consecutiva de estabilidade.

O prognóstico suavizado para os próximos 12 meses avançou de 6,24% para 6,28%. O fechamento para 2015 permaneceu em 6,29% pela segunda semana consecutiva.

Quanto aos outros índices, houve queda generalizada nas perspectivas. O indicativo para o IGP-DI (Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna)neste ano perdeu força, passando de 3,80% para 3,77%. Na avaliação mensal, os números para setembro seguiram em 0,36%, ao passo que o total para outubro foi mantido em 0,55%.

A variação suavizada para os próximos 12 meses caiu de 5,47% para 5,45%. Os dados para 2015 foram mantidos em 5,52%.

O fechamento para o IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado) em 2014 caiu de 3,81% para 3,67%. Em termos mensais, os dados de setembro caíram de 0,35% para 0,32%, e os dados de outubro foram reduzidos de 0,55% para 0,52%.

O total suavizado para os próximos 12 meses caiu de 5,65% para 5,56%, enquanto a estimativa de fechamento para 2015 passou de 5,58% para 5,50%.

Quanto ao IPC-Fipe (Índice de Preços ao Consumidor, medido pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), o fechamento estimado para este ano perdeu força pela segunda semana consecutiva, de 5,50% para 5,49%. Na análise mensal, os dados de setembro caíram de 0,38% para 0,36%, enquanto a variação para outubro ficou estável em 0,45% pela quinta semana consecutiva.

Os números suavizados para os próximos 12 meses avançaram pela terceira semana consecutiva, de 5,10% para 5,40%. O prognóstico para 2015 foi mantido em 5,25% pela segunda semana consecutiva.

 

Tatiane Correia

Jornalista, MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Com passagens pela revista Executivos Financeiros e Agência Dinheiro Vivo. Repórter do GGN desde 2019.

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3 Comentários
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  1. Orlando Soares Varêda

    15 de setembro de 2014 4:53 pm

     
    Então. Fica combinado

     

    Então. Fica combinado assim. Ok ?

    Orlando

     

  2. Rodrigo C Moreira

    15 de setembro de 2014 5:56 pm

    Ótimo. Inflação “baixa”.
    Vai,

    Ótimo. Inflação “baixa”.

    Vai, Brasil!

  3. anarquista sério

    15 de setembro de 2014 8:03 pm

     
    A meta é de 4,5 por

     

    A meta é de 4,5 por cento,com margem de erri de 2 pontos.Curiosamente, amargem de erro sempre está no máximo e não no minimo.

         Então sugiro a seguinte: A meta de inflação ZERO por cento,com margem de erro de 6,5 por cento.

          Seria mais justo,menos hi´pócrita,mais honesto e menos cínico.

            É uma vergonha o que o governo faz .

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