4 de junho de 2026

Especialistas tecem críticas ao documento Pátria Educadora

Em versão preliminar, texto elaborado pela Secretaria de Assuntos Estratégicos não dialoga com as principais demandas educacionais do país.

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Por Ana Luiza Basílio do, Centro de Referências em Educação Integral

 

Nas últimas semanas veio a público o documento Pátria Educadora: a Qualificação do Ensino Básico como Obra de Construção Nacional, elaborado pela Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE) da Presidência da República. A versão preliminar foi divulgada em caráter não oficial visto que, como apurou o Centro de Referências, sua consolidação passa por um processo dialógico com a presidente Dilma Rousseff, ainda não finalizado segundo o que informou a assessoria de imprensa da SAE. De qualquer forma, a publicação, amplamente divulgada, vem ecoando entre especialistas que incidem em uma agenda por uma educação de qualidade, equânime e significativa, prevendo o desenvolvimento integral dos estudantes. Confira as opiniões!

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4 Comentários
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  1. Nira

    6 de maio de 2015 1:47 am

    Esses especialistas são uns

    Esses especialistas são uns brincalhões. Secretaria do Mangabeira Unger dialogar com o MEC ? Em que língua, pra começo de conversa ?

    1. Des

      6 de maio de 2015 6:43 pm

      Encontrei o maldito documento

      Peço aos jornalistas do site que tirem suas próprias conclusões. Também gostaria de pedir para reduzirem o tempo de moderação da minhas mensagens para menos de 8 horas, uma vez que o oneide tem posts instântaneos.

      https://avaliacaoeducacional.files.wordpress.com/2015/04/qualificacao-do-ensino-basico-documento-para-discussao.pdf

  2. Ricardo Cesar

    6 de maio de 2015 12:27 pm

    “texto elaborado pela

    “texto elaborado pela Secretaria de Assuntos Estratégicos não dialoga com as principais demandas educacionais do país” Quem dialoga de verdade é o beto richa (olha o nome do cara…) e o alquimista….

  3. Luís Henrique Donadio

    6 de maio de 2015 1:44 pm

    Não há uma apresentação muito

    Não há uma apresentação muito clara dos “especialistas” –  que representam instituições pouco conhecidas, cujo posicionamento e interesses não ficam claros.

    Mas a maioria das críticas me parece pertinente, em especial aquela sobre o método de construção da proposta. Afinal, como levar a sério uma proposta educacional que não conta com o protagonismo do MEC?

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