Em versão preliminar, texto elaborado pela Secretaria de Assuntos Estratégicos não dialoga com as principais demandas educacionais do país.

Por Ana Luiza Basílio do, Centro de Referências em Educação Integral
Nas últimas semanas veio a público o documento Pátria Educadora: a Qualificação do Ensino Básico como Obra de Construção Nacional, elaborado pela Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE) da Presidência da República. A versão preliminar foi divulgada em caráter não oficial visto que, como apurou o Centro de Referências, sua consolidação passa por um processo dialógico com a presidente Dilma Rousseff, ainda não finalizado segundo o que informou a assessoria de imprensa da SAE. De qualquer forma, a publicação, amplamente divulgada, vem ecoando entre especialistas que incidem em uma agenda por uma educação de qualidade, equânime e significativa, prevendo o desenvolvimento integral dos estudantes. Confira as opiniões!





Nira
6 de maio de 2015 1:47 amEsses especialistas são uns
Esses especialistas são uns brincalhões. Secretaria do Mangabeira Unger dialogar com o MEC ? Em que língua, pra começo de conversa ?
Des
6 de maio de 2015 6:43 pmEncontrei o maldito documento
Peço aos jornalistas do site que tirem suas próprias conclusões. Também gostaria de pedir para reduzirem o tempo de moderação da minhas mensagens para menos de 8 horas, uma vez que o oneide tem posts instântaneos.
https://avaliacaoeducacional.files.wordpress.com/2015/04/qualificacao-do-ensino-basico-documento-para-discussao.pdf
Ricardo Cesar
6 de maio de 2015 12:27 pm“texto elaborado pela
“texto elaborado pela Secretaria de Assuntos Estratégicos não dialoga com as principais demandas educacionais do país” Quem dialoga de verdade é o beto richa (olha o nome do cara…) e o alquimista….
Luís Henrique Donadio
6 de maio de 2015 1:44 pmNão há uma apresentação muito
Não há uma apresentação muito clara dos “especialistas” – que representam instituições pouco conhecidas, cujo posicionamento e interesses não ficam claros.
Mas a maioria das críticas me parece pertinente, em especial aquela sobre o método de construção da proposta. Afinal, como levar a sério uma proposta educacional que não conta com o protagonismo do MEC?