SUL: Eleitos a governos e senadores de Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul

Roberto Requião, que estava na liderança das pesquisas, fica fora do Senado

Jornal GGN – O Paraná elege Ratinho Junior (PSD), com 60% dos votos válidos, ao governo do Estado, conforme já previam as pesquisas eleitorais. Mas a surpresa para o Estado ficou com a saída de Roberto Requião (MDB) do Senado: os paranenses elegeram o professor Oriovisto Gumarães, do Podemos, com 29% dos votos válidos, e de Flavio Arns (Rede), com 23%.
 
A surpresa se dá porque a última pesquisa divulgada, neste sábado (07), marcava a vitória para Requião, até então com 26% das intenções do Ibope, Professor Oriovisto Guimarães (Podemos), com 16%, e em terceiro lugar havia empate entre o ex-governador Beto Richa (PSDB) com 14% e Flavio Arns (Rede) com 14%.
 
No Rio Grande do Sul a decisão para o comando do estado irá para o segundo turno, com os candidatos Eduardo Leite (PSDB) e José Ivo Sartori (MDB), em resultado equilibrado de 35,5% e 31% dos votos quando 97% das urnas já estavam apuradas.
 
O Estado reelegeu Paulo Paim (PT), com 17,7% e o candidato do PP, Luis Carlos Heinze, com 21,8%, ao Senado, o que deixou de fora o candidato Beto Albuquerque (PSB), com 16%.
 
Santa Catarina também terá seus eleitores decidindo o novo governador no próximo 28 de outubro, com surpresas pela frente. Até a pesquisa divulgada ontem pelo Ibope, os catarinenses estavam divididos entre o deputado federal Mauro Mariani (MDB), com 31% dos votos válidos, e o deputado estadual Gelson Merísio (PSD), com 29%. 
 
Mas após as campanhas ao lado de Jair Bolsonaro (PSL), o Comandante Moisés obteve o segundo lugar e garantiu o segundo turno nas eleições do estado, com 30% contra Gelson Merísio (31%).
 
Já ao Senado, Espiridão Amin (PP) garantiu 18,70% dos votos válidos, sendo eleito ao lado de Jorginho Mello (PR), também com 18% das preferências eleitorais. As pesquisas indicavam Raimundo Colombo (PSD), com 21%, mas obteve apenas 15%, ficando fora do cargo legislativo.
 
 

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1 comentário

  1. E a turma do Bolsonaro já

    E a turma do Bolsonaro já cuidou direitinho para que qualquer desconfiança em relação às urnas seja tomada como crime…

    Mas pode ser que o problema esteja nas pessoas que trabalham nos institutos de pesquisa. E / ou nas redes sociais.

    O ataque do capital contra estados nacionais está sendo desferido em várias modalidades, em todas as frentes.

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