O método República Velha dos norte-americanos votarem pelo correio
por Rogério Maestri
A autodenominada maior democracia do mundo tem um método de votação pelo correio que deixaria os oligarcas da República Velha brasileira babando de alegria, pois já desconfiava de como era, mas vi um norte-americano votando e confirmou em 100% as minhas desconfianças.
Vi um vídeo e simplesmente não acreditei que nenhum jornal daquele país ou do exterior chamou atenção da forma que eles estão votando, pois para quem não viu o vídeo ou não se deu conta vou explicar como é.
O eleitor recebe em casa um boletim de voto, neste boletim de voto ele marca a sua preferência, no caso em questão apareceu o eleitor todo faceiro colocando um xis no Biden que foi registrado no vídeo e transmitido para todo o mundo. Depois disso ele fecha um envelope coloca a sua assinatura e depois ele coloca numa caixa do correio no meio de uma rua deserta.
Vamos aos detalhes que não me passou despercebido:
- Qualquer um poderia ter preenchido o boletim de voto.
- Alguém poderia ter obrigado ao eleitor ter filmado o seu voto e visto exatamente em que ele votou.
- Alguém poderia ter recolhido na caixa do correio o voto do cidadão e feito qualquer coisa com ele, por exemplo, ter queimado.
- Na hora que esse voto chegar a zona de contagem ele validado pela assinatura que facilmente pode ser falsificada sem que haja pessoas com cursos especializados para comparar assinaturas como em caixas bancárias.
- É uma imensa farsa.
Chamo a atenção que esta é uma forma de votação que simplesmente não tem a mínima garantia que o eleitor tenha o sigilo do voto ou que alguém o pressione dentro de qualquer região que ele vote diferente de sua vontade.
Em resumo: Temos as eleições mais fraudáveis do que em qualquer país da América Latina, ou seja, os USA é a maior república bananeira do mundo.
Aracelis Garagnani
4 de novembro de 2020 10:15 amExatamente, república bananeira, que tem bomba atômica. É a única e fundamental diferença. Ainda bem que os vira latas daqui começaram a descobrir as verdades da vida. Essas verdades mostram maiscdo que qqer discursobo esfarelamento e decadência do império. O perigo está aí.
Ed.
4 de novembro de 2020 12:04 pmHá vários indícios históricos de que Hitler, com sua pretensa superioridade ariana, nutria um certo desejo (frustrado) de que os ingleses se bandeassem para a sua “causa”.
O fato é que a frustração conduziu à raiva e aí o levou à “batalha da Grã-Bretanha”, contida pelo grande general “da Mancha”, como em outros episódios.
Guloso, anti-comunista ferrenho e acreditando que afinal eles se acomodariam à convivência com uma Europa nazista, tirou o foco e virou-se de costas para o grande porta-aviões que é a ilha, para atacar a Rússia de enorme espaço mortal, digo “vital”…
Deu no que deu.
Os ingleses, amparados pela logística onde “o sol nunca se punha” e como ótima base para o auxílio americano, não só não se renderam como também participaram da vitória que, sozinhos, provavelmente não haveria.
Mas houve um preço à pagar: o fim do grande império, que teve que trocar de mãos com seu descendente americano que tomou-lhe o lugar, apesar do inconveniente do seu concorrente soviético.
Embora Hitler tenha sido derrotado, talvez ainda gargalhe nas chams do inferno por pelo menos ter cerrado as cortinas do império britânico no palco do mundo.
O chamado império soviético, também derrocado décadas após, não era muito mais que uma expansão ideológica territorial contígua.
Já o império americano (que não era exatamente novidade) cresceu pelo mundo usando um enfoque preferencial de domínio político-econômico em vez de custosas ocupações militares.
Estas aconteciam apenas quando tal enfoque não era possível, seja pela resistência local (ex. Cuba, Vietnam) ou por espasmos de soberania rebelde (ex. Pérsia e Iraque).
No nosso caso braZileiro, tudo é muito facinho: basta cooptar as elites e…voilà! Fazem o que querem como querem. Qualquer que seja o “império”.
Sem falar dos indícios de Dutra, tivemos pelo menos 3 ou 4 presidentes com fartos indícios de estar a serviço do império da vez: Os Fernandos (FHC, pelo menos), Temer e agora o “leal” despresidente “I love you” com sua “soberana” continência à bandeira das listras e estrelas e outras barbaridades.
O que pode incomodá-los nestes tempos não são apenas os chineses (e russos, embora não na competição econômica).
São as toxinas e venenos INTERNOS, dos quais Trump é um destacado expoente.
Nem precisariam de um Hitler.
Mas que ninguém se iluda: esta doença não é fulminante e nem sempre visível.
Esta mais para diabetes do que para AVC.
Ruy Aguiar Dias
8 de novembro de 2020 9:49 pmEssa forma de votar é comum na Europa. Espanhóis fora de casa votam pelo correio