21 de maio de 2026

Trump recua em impostos para o México e elogia presidente do país

O adiamento da taxação está válida apenas para o México, segundo Trump, ainda não está "convencido" de que deve aplicar a medida ao Canadá

Na tarde desta quinta-feira (6), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que o México não será obrigado a pagar tarifas sobre as importações.

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Porém, essa decisão do presidente norte-americano tem um prazo de validade, a cobrança de taxas sobre as mercadorias que se enquadrem no Acordo USMCA (acordo comercial entre EUA, México e Canadá), será exigida apenas a partir de 2 de abril.

“Depois de falar com a presidente Claudia Sheinbaum do México, concordei  que o México não será obrigado a pagar tarifas sobre qualquer coisa que se enquadre no Acordo USMCA”, escreveu o presidente Trump na rede Truth Social.

“Esse acerto é válido até o dia 2 de abril. […] Obrigado à presidente Sheinbaum por seu trabalho duro e cooperação!”, conclui o republicano em sua postagem.

Mesmo que na última quarta-feira (5), a Casa Branca já tivesse anunciado o adiamento da taxação sobre importações do México e do Canadá para os EUA, Trump afirmou que até o momento a isenção estará valendo apenas para o México.

Em relação ao Canadá, o presidente estadunidense relatou que mesmo conversando com o primeiro-ministro do país, Justin Trudeau, ainda não está “convencido” de que o governo canadense atuou o suficiente para resolver os problemas de entrada de fentanil e de imigrantes ilegais nos EUA.

*Com informações do G1.

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Milleny Ferreira

Milleny Ferreira é estudante de jornalismo, repórter no Jornal GGN e produtora na TV GGN.

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4 Comentários
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  1. Carlos

    6 de março de 2025 8:01 pm

    O cara é realmente um escroto, resta saber o que este sádico pretende com este tira&bota.
    Ou será que apenas estamos diante de um idiota?

  2. Rui Ribeiro

    7 de março de 2025 5:20 am

    Com o México é só uma questão de tempo

  3. Escuderie Le Coq

    7 de março de 2025 9:42 am

    As pesquisas devem acenar o seguinte, penso eu:

    A enorme massa de mexicanos e de descendentes começa a se mover, e isso pode consolidar uma tendência para as eleições parlamentares de meio de mandato.

    Não se trata apenas de congresso, mas das configurações de poder estaduais, pois em uma federação como os EUA, os parlamentares estaduais e o formato distrital decidem os rumos políticos (e jurídicos) da nação.

    Por isso uma possível piora de vida no México, talvez, é só um palpite, repito, afetaria mais que a questão da imigração.

    Sim, a narrativa da criminalização da imigração encontra eco em imigrantes legalizados, e até naqueles ilegais que não cometeram crimes, em uma subdivisão ideológica conhecida entre os oprimidos.

    O imigrante quer, apesar de memórias afetivas da terra natal, ser reconhecido como um nativo, um igual.

    Já a taxação e empobrecimento do México atinge a noção, ainda que pálida, do sentimento nacionalista.

    Há um aspecto pouco mencionado na questão, que é prático, ou seja, a piora econômica no México implicará mais e mais remessa de dólares dos EUA àquele país, senão anulando os efeitos desejados com a proteção tarifária, pelo menos impactando significativamente.

  4. Emerson Rodrigues de Souza

    7 de março de 2025 9:49 am

    Estão vendo Lula, PT, Alckimin, Haddad?
    A única chance de se dar bem nessa guerra é enfrentando.
    E respondendo com ações e não com retórica.
    Não adianta pedir “penico”.

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