No acumulado de 12 meses, o saldo comercial caiu de um pico de US$ 105 bilhões, em fevereiro, para US$ 90,6 bilhões, em agosto. Mesmo assim, bem acima dos US$ 80,2 bilhões de agosto do ano passado.
Em relação a agosto do ano passado, o crescimento do montante foi impulsionado pelo saldo comercial com a China (US$ 7,95 bi) e com os Estados Unidos (US$ 6,9 bi)
Em relação ao acumulado de 12 meses de julho, houve redução de US$ 4,8 bilhões no saldo, com queda em quase todos os grupos de países.
A União Europeia continua sendo o segundo destino das exportações brasileiras, depois da China, e seguida pelos Estados Unidos.
Também é o segundo maior vendedor das importações brasileiras, depois da China.
Em relação a 12 meses atrás, é relevante observar que houve queda nas cotações de quase todas as commodities. Assim, a alta das exportações se deveu ao aumento da quantidade vendida.
Na comparação com agosto de 2023, houve aumento em quase todos os produtos com maior peso na pauta de exportações.
Quando se compara com julho, houve leve queda em Petróleo, Soja, Minério de Ferro, Açúcares e Melaço, Farelo de Soja, Milho.
No gráfico abaixo, a comparação dos principais produtos para a variação das exportações.

Para a queda do saldo houve também um aumento das importações, provocada pela melhoria do ambiente econômico interno. Dentre os grupos, houve alta para Bens de Capital e Bens Intermediários.

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