China quer aumentar importações de países em desenvolvimento

Tatiane Correia
Repórter do GGN desde 2019. Graduada em Comunicação Social - Habilitação em Jornalismo pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Com passagens pela revista Executivos Financeiros e Agência Dinheiro Vivo.
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Em discurso, Xi Jinping destacou que os chineses também querem intensificar a cooperação no comércio, investimento e desenvolvimento

Xi Jinping, presidente da China – Foto via fotospublicas.com

O presidente da China, Xi Jinping, destacou que o país que vai buscar expandir as importações de outros países em desenvolvimento, além de intensificar a cooperação no comércio, investimento e desenvolvimento e ajudar a implementar a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável.

Em discurso durante a abertura das celebrações do aniversário de 60 anos da UNCTAD (Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento), Xi afirmou que vai doar US$ 20 milhões à conferência nos próximos cinco anos, como forma de apoiar a implementação da Agenda 2030 da ONU, garantindo que nenhum país seja deixado para trás.

Como este ano marca o 75º aniversário da fundação da República Popular da China e o país avança na modernização chinesa em todas as frentes, Xi destacou que haverá novas e maiores oportunidades para o desenvolvimento mundial.

Segundo o site China Daily, Xi Jinping ressaltou que todos os países, e especialmente os principais, devem prosseguir o verdadeiro multilateralismo, defender um mundo multipolar igualitário e ordenado, respeitar os propósitos e princípios da Carta das Nações Unidas e apoiar um papel mais eficaz para a UNCTAD e outras agências multilaterais.

Entre outros pontos, Xi enfatizou a necessidade de defender uma globalização econômica que seja universalmente benéfica e inclusiva; de promover a liberalização e facilitação do comércio e do investimento; de resolver adequadamente os desequilíbrios de desenvolvimento e outras questões; além de tornar o sistema de governança global mais incluso e equitativo.

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