O chefe das Forças de Mobilização Popular Iraquiana (PMF), Falah al-Fayyad, afirmou que o país precisa ser limpo de todas as forças militares estrangeiras após ataque norte-americano que matou 16 pessoas.
Segundo a agência libanesa Al Mayadeen, al-Fayyad afirmou que as PMF “não (permitirão) o sangue dos seus filhos seja usado como uma mercadoria política barata” – e, dentro desse contexto, destacou a necessidade de “limpar” o Iraque de toda presença militar estrangeira.
Ao apontar o ataque como “descaradamente rude”, o chefe da PMF prometeu que “não passarão descaradamente”, e que o “sangue dos mártires da Frente de Mobilização Popular” representa “a dignidade e a honra do Iraque”.
A PMF é uma força paramilitar que atua sob a jurisdição do governo iraquiano, possuindo assim status governamental. Esse grupo é formado por cidadãos iraquianos, que tem por objetivo combater o terrorismo na região.
Já o presidente da We Build Alliance (composto pelos representantes das facções mais expressivas da Resistência Iraquiana) e secretário-geral da Organização Badr no Iraque, Hadi al-Amiri, afirmou que a aliança não “acredita em negociações”, e pediu a “retirada imediata” das forças norte-americanas do país, ressaltando que os EUA mobilizam terroristas no país da forma que bem entendem.
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