6 de junho de 2026

Eduardo Bolsonaro recebe ordem para retornar ao país, a fim de regularizar cargo na PF

Ex-deputado é escrivão da corporação e estava afastado das funções para exercer mandato; filho de Jair Bolsonaro está nos EUA desde fevereiro

A Polícia Federal determinou o retorno imediato de Eduardo Bolsonaro ao cargo de escrivão da corporação, conforme ato declaratório publicado no Diário Oficial da União desta sexta-feira (2). A medida estabelece o fim do afastamento concedido para o exercício de mandato eletivo, encerrado oficialmente em 19 de dezembro de 2025.

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De acordo com o documento, Eduardo deve se reapresentar de forma imediata à sua lotação de origem, no Rio de Janeiro, “para fins exclusivamente declaratórios e de regularização da situação funcional”. O texto também ressalta que a ausência sem justificativa poderá resultar na adoção de providências administrativas e disciplinares cabíveis.

Eduardo Bolsonaro estava afastado das funções na Polícia Federal para exercer o mandato de deputado federal. No entanto, a Mesa Diretora da Câmara dos Deputados declarou a cassação do mandato em 18 de dezembro, com base em dispositivo constitucional que prevê a perda do cargo parlamentar em caso de faltas superiores a um terço das sessões deliberativas do ano.

Eleito por São Paulo, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro reside nos Estados Unidos desde fevereiro. Eduardo afirmou, em declarações anteriores, que deixou o Brasil para evitar o que classifica como perseguição política e jurídica. Durante o período fora do país, tentou exercer o mandato à distância e evitar o registro de ausências na Câmara, sem êxito.

O ato publicado no DOU é assinado pelo diretor de Gestão de Pessoas da Polícia Federal, Licínio Nunes de Moraes Netto, e formaliza a cessação do afastamento, além de advertir para as consequências administrativas em caso de não comparecimento ao serviço. Até a última atualização, Eduardo Bolsonaro não havia se manifestado sobre a determinação.

Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É repórter do GGN desde 2022.

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2 Comentários
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  1. Carlos

    2 de janeiro de 2026 2:53 pm

    A gente sabe que se voltar, coisa que não tem coragem, este débil mental irá para a papuda.
    Mas é hilariante a ideia deste vagabundo lesado ser obrigado a trabalhar pela primeira vez na vida.

  2. Jicxjo

    2 de janeiro de 2026 5:17 pm

    Perdeu, banana!

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