Jornal GGN – Em meio aos questionamentos de sua parcialidade a favor do governo Bolsonaro e críticas de “engavetador”, o procurador-Geral da República, Augusto Aras, decidiu dar andamento a investigações que não são de apoio do presidente, mas de forma a não o afetar diretamente.
É o caso do inquérito que trata dos atos antidemocráticos, dos quais o próprio presidente Jair Bolsonaro participou, mas por medidas tomadas por Aras, ele não será investigado. O PGR pediu diligências contra aliados do mandatário, influenciadores digitais bolsonaristas e até deputados. Mas não contra Bolsonaro.
O inquérito, que tramita em segredo de Justiça, investiga a violação à Lei de Segurança Nacional, uma vez que nos eventos os manifestantes e organizadores pediram a intervenção militar, a volta do AI-5, o fechamento do Congresso e contra o Supremo Tribunal Federal (STF), entre outras bandeiras antidemocráticas, a favor da ditadura.
De acordo com o jornal O Globo, caberá ao ministro Alexandre de Moraes autorizar ou não as medidas e eventual nova ofensiva pode acirrar ainda mais a relação entre o Palácio do Planalto e o Supremo. Por ora, as diligências são virtuais, ou seja, coleta de materiais disponíveis na internet, como mensagens ofensivas e antidemocráticas.
Apesar de guardar relação com o inquérito da Fake News, esta investigação conta com a participação do PGR, enquanto que a que intimou o ministro da Educação, Abraham Weintraub, não somente foram medidas tomadas pela PF, como o próprio PGR solicitou a suspensão da investigação.
ADELSON LIMA
29 de maio de 2020 11:40 amPelo visto esse pgr não sabe o que é democrático! Caracteristica desse desgoverno é a incompetencia, dai o apelido de sinistros!
Carlos Elisio
29 de maio de 2020 1:02 pmEnquanto isso alguns setores das FAs insistem em implantar terror para segurar no poder o maior idiota que já ocupou o planalto. Sinceramente, me espanta ver um almirante assinar texto endossando ideias ditadoriais de generais e coroneis de pijama.
O Brasil nao terá paz e justiça enquanto militares insistirem em tratar o pais como um feudo onde a palavra Constituição parece banida do dicionário e onde mentiras e babaquices na rede estão travestidas de “liberdade de expressão ” de “homens de bem”.
Esta familia, improdutiva e sob suspeitas graves, precisa ser banida da politica. Olha a merda em que transformaram este país.
https://www.jb.com.br/pais/artigo/2020/05/1023980-a-gravidade-da-carta-do-clube-naval.html
Marcos Videira
29 de maio de 2020 3:31 pmO governo do “capitão” Bolsonaro é um governo de militares entreguistas. São mais de 3.000 (três mil) oficiais designados em variados cargos do governo federal. É só constatar a quantidade de militares no Ministério da Saúde, sem NENHUMA competência na ciência médica ou epidemiológica.
As Forças Armadas colocaram um general do Exército subordinado aos militares do EUA. O “capitão” bateu continência pra bandeira dos EUA e foi louvado pelos militares entreguistas. Os militares aprovaram a entrega de território brasileiro (Alcântara) pros EUA. Os militares entregaram a maior indústria aeroespacial (Embraer) pros EUA. Sem falar no pré-sal etc. etc.
Os militares entreguistas são traidores da Pátria e usam o poder Executivo para efetivar suas ações e se beneficiarem pessoalmente (veja o caso do general Villas Boas e sua filhinha bolsonarista – ambos recebendo salários generosos dos cofres públicos). Ou tudo isso não é verdade ?
Se existem militares nacionalistas, devem estar bem escondidos.
Olyrio Izoton
29 de maio de 2020 6:59 pmBob Jefferson disse: “comigo o buraco é mais embaixo”. Seria uma égua ou uma cadela…???