O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) deve julgar, em até 10 dias, uma representação da presidente nacional do Partido dos Trabalhadores, deputada federal Gleisi Hoffmann, contra a juíza substituta da 13ª Vara Federal de Curitiba, Gabriela Hardt. As informações são de Bela Megale, no O Globo.
Hardt substituiu o ex-juiz Sergio Moro e homologou a criação de um fundo com dinheiro da Petrobras para ser administrado pelos procuradores da extinta força-tarefa da Lava Jato de Curitiba.
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Gleisi Hoffmann apresentou ao CNJ um recurso contra a decisão do corregedor nacional de Justiça, Humberto Martins, que arquivou a reclamação contra a juíza, em 2019.
Na representação, a petista alega que Gabriela Hardt atuou fora de sua competência ao homologar o acordo que criava o fundo.
Agora, se o atual corregedor nacional de Justiça, Luís Felipe Salomão, decidir abrir um procedimento disciplinar com base na representação, Hardt pode ser afastada do cargo.
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AMBAR
29 de abril de 2023 4:37 pmEstamos aqui, na torcida, esfregando as mãos.
Alberto Amorim
29 de abril de 2023 8:38 pmConfiamos no CNJ