4 de junho de 2026

Diretor da Hemobrás se defende em nota de esclarecimento

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Jornal GGN – Em nota de esclarecimento o diretor-presidente da Hemobrás, Rômulo Maciel Filho, detido na última quarta-feira (09) pela Polícia Federal, durante a Operação Pulso, afirmou que deixa à disposição das autoridades seus dados fiscal, bancário e telefônico. O economista que comanda a Empresa de Hemoderivados e Biotecnologia, vinculada ao Ministério da Saúde, desde outubro de 2009 disse estar perplexo de ver seu nome envolvido nas investigações da PF, mas que tem “a consciência tranquila” e que colaborará com os esforços necessários para que todas as acusações contra ele “sejam elucidadas de maneira transparente e definitiva”.

Nota de Esclarecimento

Diante dos fatos amplamente divulgados pela imprensa decorrentes da Operação Pulso, realizada na última quarta-feira (09.12) pela Polícia Federal, venho a público informar a minha perplexidade e surpreza com o envolvimento do meu nome nela. Ao longo dos meus 30 anos de carreira como gestor, sempre pautados pelos princípios da boa administração pública, nunca estive envolvido em nenhum episódio que desabonasse minha trajetória profissional. Ao contrário, colhi diversas menções honrosas por resultados alcançados em diferentes missões na esfera pública.
Assumi a Hemobrás em 2009, em um momento extremamente difícil que passava a empresa, com a obra da fábrica paralisada e seus processos engessados. Montei uma equipe gabaritada, com vasta experiência e comprometida com a missão de garantir a autossuficiência no Brasil na produção de hemoderivados. Conseguimos superar muitos desafios e, a despeito de interesses diversos, tornarmos a Hemobrás irreversível.

Ressalto que todas as minhas ações frente à Hemobrás têm sido, sistematicamente, auditadas pelos órgãos de controle, como a Controladoria Geral da União (CGU) e o Tribunal de Contas da União (TCU), além de acompanhadas pelo Ministério Público e apresentadas regularmente aos nossos Conselhos de Administração e Fiscal.

Todos os bens que possuo foram adquiridos de forma lícita. Já estão à disposição das autoridades competentes meus sigilos fiscal, bancário e telefônico. Apesar de ainda não ter tido acesso ao inquérito que resultou na operação, estou com a consciência tranquila e envidarei os esforços necessários para que todas as acusações sejam elucidadadas de maneira transparente e definitiva.

Romulo Maciel Filho.

Redação

Curadoria de notícias, reportagens, artigos de opinião, entrevistas e conteúdos colaborativos da equipe de Redação do Jornal GGN

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6 Comentários
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  1. aliancaliberal

    13 de dezembro de 2015 11:39 am

    O sujeito chega em cada e

    O sujeito chega em cada e fala para a mulher.

    Acredita que caiu um saco de dinheiro na minha cabeça.

    Não, de quem tu roubou isso.

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=GKW-mYvHj5U%5D

     

    1. Flics

      13 de dezembro de 2015 11:48 am

      Ah!.. liança

      1. aliancaliberal

        13 de dezembro de 2015 3:29 pm

        Tu é engenheiro aposentado?

        Tu é engenheiro aposentado?

  2. Aleandro Chavez

    13 de dezembro de 2015 11:51 am

    É muita cara de pau. Só neste

    É muita cara de pau. Só neste Brasil mesmo.

    No momento em que policiais federais sobem pra seu apartamento, maços de dinheiro caem em seu prédio. E ele ainda tem o displante de se dizer inocente.

  3. Pantoliano

    13 de dezembro de 2015 12:25 pm

    Esclareça de uma vez por
    Esclareça de uma vez por todas porque jogou dinheiro pela janela ou poupe nossos ouvidos dessas pretensas “notas de esclarecimento” que só fazem aumentar a certeza da ilicitude e da incompetência de seus atos. O governo já tem problemas demais para lidar no Congresso sem que aloprados como o senhor resolvam lhe arrumar ainda mais dor de cabeça por aí.

  4. Eduardo.

    13 de dezembro de 2015 4:30 pm

    Julgado nas redes

    Ja houve um tempo no qual as pessoas ao serem acusadas por policiais e até pelo judiciário recebiam solidariedade dos que estavam a volta.

    Talvez estas pessoas se fiavam em algo que emergiu ainda na Revoluçao Francesa, ou seja, a presunção da inocência.

    Hoje se julga e condena pelo que sai na TV, nas redes sociais…Não ha testemunha de nada do que se diz que houve …

    O outro não presta, é, mas, um dia desses, ou outro será voce…! Aliás já é hoje!

     

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