5 de junho de 2026

Equipe de Israel deixa Brumadinho após ter trabalhado por apenas 3 dias

 
Foto: Agência Brasil
 
Jornal GGN – Os cerca de 130 soldados israelenses e suas 16 toneladas de equipamentos deixam o Brasil a partir das 15h desta quinta (31), após terem trabalhado no resgate de vítimas do rompimento da barragem da mineradora Vale, em Brumadinho (MG), por apenas 3 dias.
 
Em Bento Rodrigues, distrito de Mariana, o rompimento da barragem da mineradora Samarco, em 2015, demandou pelo menos 20 dias de operações intensas. Os bombeiros de Minas Gerais resgataram nesse período 18 de um total de 19 mortos. Equipes continuaram o trabalho por mais algumas semanas, em busca do último corpo, que nunca foi encontrado. 
 
No município de Itabirito, onde uma barragem da mineradora Herculano rompeu em 2014, os trabalhos de resgate duraram 15 dias. Três vítimas foram encontradas.
 
Jair Bolsonaro usou o Twitter na manhã desta quinta (31) para agradecer a ajuda de Israel. Segundo o jornal Estado de S. Paulo, o governo brasileiro não soube informar o motivo de a comitiva ter decidido deixar o País em tão pouco tempo.
 
Dois dias antes, os bombeiros e o embaixador israelense se estranharam publicamente. A equipe brasileira reclamou que a tecnologia israelense não correspondia à natureza do que ocorreu em Brumadinho.
 
Israel tem experiência com soterramento de pessoas mas por outros tipos de desastres, como bombardeios. Neste caso, por exemplo, é mais fácil limitar a área de busca por vítimas e equipamentos como o imagiador que faz imagens de corpos quentes soterrados são úteis. No rompimento de uma barragem de mineração, contudo, as vítimas são arrastadas pelo movimento de massas. A localização dos corpos é o principal desafio. 
 
O GGN explicou neste post quais foram as técnicas utilizadas pelos bombeiros nos desastres envolvendo as mineradoras Herculano e Samarco. Leia mais.
 
 
 
 

Cintia Alves

Cintia Alves é jornalista especializada em Gestão de Mídias Digitais e editora do GGN.

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16 Comentários
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  1. André Lameira

    31 de janeiro de 2019 4:44 pm

    Vergonha… Era da vergonha

    Essa é a medida da “solidariedade” israelense.

    Os palestinos que o digam.

    Não passou de um marketing mórbido.

  2. Ugo

    31 de janeiro de 2019 4:51 pm

    péssimo marketing

    Sendo o que são e a fama que carregam a conta será paga  por…..

  3. AMORAIZA

    31 de janeiro de 2019 4:52 pm

    O importante

    “Vinhemos” fazer um tour e limpar a barra do primeiro-ministro”

    Missão cumprida!

     

    Mas, o importante mesmo é ser fevereiro e ter carnaval pra gente dançar, porque o brasil é surreal.

    1. Cristiana Castro

      31 de janeiro de 2019 5:56 pm

      Aqui no Rio, tão dizendo que

      Aqui no Rio, tão dizendo que o prefeito deu um toque acerca de bebidas no carnaval. Não vi nada ainda mas não duvido de mais nada.

  4. Rui Ribeiro

    31 de janeiro de 2019 4:57 pm

    16 toneladas de peso morto

    Atrapalharam mais do que ajudaram.

  5. Cristiana Castro

    31 de janeiro de 2019 5:52 pm

    130 soldados com 16 toneladas

    130 soldados com 16 toneladas de equipamentos???? Pra mim, vieram é deixar equipamentos e instruções. Brumadinho foi a desculpa pra entrarem no país com o que vieram deixar. Espero que não seja armamento pras milícias. Enfim, estamos entregues,mesmo. Confesso que nem nos meus piores pesadelos poderia imaginar militares associados a milicianos.

    1. Tony

      31 de janeiro de 2019 6:51 pm

      Venezuela

      Não é para as milicias. São para armar a oposição ao governo venezuelano, provavelmente infiltrados e mercenarios

  6. Tony

    31 de janeiro de 2019 6:48 pm

    Perguntas

    1) A mesma quantidade em toneladas de equipamentos que entrou é a mesma que foi embora?

    2) Esses equipamentos teriam relação com alguma guerra hibrida ou desestabilização da Venezuela?

    3) Ninguem irá questionar oficialmente nem as Forças Armadas nem o Governo sobre visita relampago?

    Vergonha… não sejamos tolos. Já estamos em guerra, a população não foi avisada. Só quero ver o espanto quando pipocarem atentados (false flag ou não) nas principais capitais do Pais

  7. veras

    31 de janeiro de 2019 6:59 pm

    Cadê a revisão?

    “demandou pelo menos 20 dias de operações intenças. “

     

  8. Ivan de Union

    31 de janeiro de 2019 7:00 pm

    Estendo minha sincera

    Estendo minha sincera solidariedade e agradecimentos aos soldados israelenses.

    Ja conheco a maneira como intencoes celulares sao usadas pelos governos mundiais.  Nao so entendo como fui barbarizado e vandalizado por elas por anos a fio.

    Eles finalmente se deram conta do uso celular de suas”boas intencoes”.  Se eu tiver que advinhar, estao surpresos que o proprio governo os usou pra fins politicos.

  9. Naldo

    31 de janeiro de 2019 7:09 pm

    Um avião russo
    Um avião russo misteriosamente pousa na Venezuela….

    A seguir esses cabras, que ninguém sabe o que vieram fazer aqui, e são militares estrangeiros, vão embora sem dizer um A………….

    Coincidências não existem……

  10. Orlando Soares Varêda

    31 de janeiro de 2019 8:24 pm

     
    A equipe de milicianos da

     

    A equipe de milicianos da Organização Terrorista de Israel Mossad, na verdade, não viajou ao Brasil para missão de salvamento nenhum.

    Todos tem conhecimento que a expertise dessa organização é: espionagem, assassinatos e atos de sabotagem. Além, das missões de terrorismo. Portanto, a jogada de “salvamento.”  Somente gargalhando, se pode pensar no Exercito de Israel participando de “missão humanitária.” KKKK…

    Tá de brincadeira! Na melhor das hipóteses, Isso não é mais que uma descarada ação de marqueting fajuta.

    Visivelmente, percebe-se que houve açodamento por parte do fascistóide Bibi e dos seus cupichas locais.

    A debandada do grupo de milicianos da Mossad, provavelmente provocará descontinuidade da patranha, e, riscos de frustrar os planos de ocultar as transações criminosas de carater geopolítico e negociatas comerciais secretas.

    Orlando

  11. Frederico Firmo

    31 de janeiro de 2019 9:32 pm

    Será que esta saida brusca não esta ligada a Mourão?

    Nesta mesma semana Mourão recebeu a visita do embaixador Palestino e falou claramente que a mudança da embaixada de Tel Aviv para Jerusalem  enquanto política de estado, não iria ocorrer.

    Fico aqui pensando se pode ou não ter correlação com esta saída abrupta.

     

    1. Ivan de Union

      31 de janeiro de 2019 11:35 pm

      Nao.

      Nao.

  12. alvaro f

    31 de janeiro de 2019 9:49 pm

    ajuda vapt-vupt ? será?

    esse exército facínora, em 3 dias, já estava com crise de abstinência de matar palestinos… e aqui já estavam todos mortos mesmo… prá onde será que irão agora, com tanto gosto de sangue na boca?

  13. Marcelo33

    1 de fevereiro de 2019 6:20 pm

    Ainda bem que foram embora

    Ainda bem que foram embora !!!

    Mais uam semana no Brasil e estariam construindo assentamentos em cima de algum aquífero ou lá mesmo em Minas, em cima de reservas Minerais.

     

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