Foto: Adonis Guerra/SMABC

Jornal GGN – O Superior Tribunal de Justiça divulgou, pouco depois das 16h desta sexta (6), que o habeas corpus apresentado pela defesa de Lula contra a ordem de prisão no caso triplex foi negado pelo ministro Félix Fischer. O teor do documento ainda não foi divulgado e a assessoria de Lula não confirmou qual será o próximo passo do ex-presidente.
Segundo informações de veículos da grande mídia, a Polícia Federal mantém canal aberto para negociação com a defesa do petista, mesmo após o término do prazo estipulado por Sergio Moro para que Lula se apresente.
Por Andre Richter
O ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Félix Fischer negou há pouco habeas corpus protocolado pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para anular o decreto de prisão assinado pelo juiz federal Sérgio Moro.
Conforme mandado de prisão expedido por Moro, Lula terá que se entregar à PF até as 17h desta sexta-feira (6). Na decisão na qual decretou a prisão, Moro explicou que Lula não ficará em uma cela “em atenção à dignidade cargo que ocupou”. De acordo com o juiz, o ex-presidente deve ficar separado dos demais presos para “preservar sua integridade física e moral”.
A prisão de Lula foi decretada com base no entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF), fixado em 2016, que autorizou a execução provisória da pena de condenados pela segunda instância da Justiça. Na quarta-feira (4), a defesa do ex-presidente tentou reverter o entendimento, mas, por 6 votos a 5, a Corte negou um habeas corpus preventivo para evitar a prisão.
Avelino de Oliveira
6 de abril de 2018 8:00 pmCaro Nassif
Claro que iriam
Caro Nassif
Claro que iriam negar.
Estão todos juntos.
O golpe foi dado.
O bolo do Lula cresceu num ponto, que não se retorna mais.
A ordem de prisão viria mesmo.
A direita quer a prisão do Lula, mesmo reconhecendo a mentira, nem todos reconhecem, e se apegam doentiamente.
Saudações
Maria Rita
6 de abril de 2018 8:26 pmQuando quiserem uma previsão
Quando quiserem uma previsão sobre o futuro próximo, não perguntem no posto ipiranga. Perguntem ao Jucá, o oráculo do golpe.
Anderson Gonçalves
6 de abril de 2018 8:34 pmGande LULA, você já fez muito
Gande LULA, você já fez muito por este pais e pelo povo pobre, e mesmo assim eles ainda querem te crucificar, deveria ter saido deste paiseco chamado Brasil, você não precisa provar mais nada… Foi o melhor e o maior presidente deste pais.
Rui Ribeiro
6 de abril de 2018 10:33 pmÉ justamente por trabalhar para o povo que Lula é perseguido
Se fosse por corrupção, que temria sido crucificado era Caifás, não Jesus Cristo. Se fosse por corrupção, era o Aécio Neves e o Temer quem deveriam estar preso, não o Lula.
Schell
6 de abril de 2018 11:16 pmOs algoritmos cada vez mais
Os algoritmos cada vez mais suspeitos: é cair algo no dito stjotazinho que vai para o gato félix: o maior ressentido de todos os tempos já que o Lula (nem a Dilma) o levaram para o stfezinho em função das suas restrições intelectuais, sociais e ética: tanto ressentimento, como em moda fugaz neste país de merrecas faz com que ele – sempre – aja assim: nega, nega e nega qualquer auxílio legal ao Lula. Figura menor em qualquer galinheiro.
Helder Moura da Rocha
6 de abril de 2018 11:22 pmHC no STJ
Alguém tem o documento? Qual a fundamentação de negativa?
JNA
7 de abril de 2018 12:31 amJUSTIÇA BRASILEIRA” PROCLAMA A DESOBIDIÊNCIA CIVIL
JUSTIÇA BRASILEIRA” PROCLAMA A DESOBIDIÊNCIA CIVIL
Está .na Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, que apresenta o seguinte texto no seu Art. 2º: “A finalidade de toda associação política é a conservação dos direitos naturais e imprescritíveis do homem. Esses direitos são a liberdade, a propriedade, a segurança e a resistência à opressão”. A declaração vem ratificar os pensamentos de John Locke, o empirista no direito natural e resistência.É claro que a luta pelas vias legais ainda disponíveis no ambiente onde o golpe comandado pelo Judiciário (a condenação do Lula acaba com todas as dúvidas a esse respeito) deve continuar. Agora essa condenação de Lula e a continuação da impunidade de muitos golpistas, especialmente os ligados ao PSDB (os principais, já fartamente acusados de desvios, Aécio Neves, José Serra, Geraldo Alkmin e também Ricardo Azeredo,) mostra que pelas vias legais restantes, e através tão somente de eleições possam os golpistas serem enfrentados, batidos, como poderia ocorrer num ambiente democrático. O Judiciário, que encabeça o golpe, controla as eleições, já que comanda a Justiça Eleitoral, através do quê, sem manipular resultados ou mexer nas urnas, pode impedir candidaturas, afastar candidatos que considerem indesejáveis. É preciso que todos se apercebam que não vale tão somente a Lei, o que está expresso nos diplomas legais, mas a interpretação destorcida dos golpistas do Judiciário. Com o discurso que os golpistas mostram na mídia, desejam que se acredite nesse meio democrático de luta pelo poder, o voto. Mas, na realidade, estão fechados os caminhos da luta política por esse meio, já que também o Parlamento é sócio meeiro do golpe, que ajudou a ser deflagrado, com seus quadros mais corruptos. O caminho está mostrado, é longo e espinhoso, requer coragem e ousadia para ser trilhado. Não está à vista nada que possa suavizar. O golpe ainda não conquistou o povo, que as pesquisas (muitas, precisam que se acredite no caminho do voto, até que consolidem o nome de um outro títere que possa dar continuidade ao governo do traidor, Michel Temer, que posteriormente será descartado) mostram que o povo está tendente a votar na oposição (está, mas pode perfeitamente ser revertido). Essa possível porta de enfrentamento disponível para as oposições conta com o porteiro golpista, o Judiciário. Só eleições não basta. O poder do golpe nem de longe está ameaçado, estão ganhando só no gogó, prendendo e escrachando adversários (Lula encaminhado coercitivamente para depor, Garotinho preso e agredido na cela onde as câmeras foram desligadas e Sérgio Cabral, este mostrado acorrentado procedimento que não deve ser adotado em pessoas, no dizer cínico da Polícia Federal, também parte importante do golpe, para defende-lo, de quê, não esclarece) inviabilizando candidatos de oposição, através de interpretações das leis existentes, continuando os golpistas impunes e enriquecendo com empobrecimento do Brasil e seu povo, com o discurso da moralidade e do afastamento dos corruptos. Não dá para acreditar nos golpistas, que até impedem a luta democrática pelo voto, com a caixa de ressonância da mídia a todo vapor, querem afastar a oposição e convencer a população do acerto do combate à corrupção que fingem empreender, desempregando, reduzindo salários e entregando a eles mesmos e seus sócios no golpe de estado o patrimônio público. É urgentemente preciso que o povo e as oposições iniciem procedimentos para mostrar que, inexistindo caminhos lícitos para a luta política e não havendo saída democrática, para que fique para todos claro que o caminho a seguir será lutar pelos direitos de nosso povo, como está dito na Declaração Universal dos Direitos do Homem e do Cidadão. O sinal já está mais do que amarelo, tende ao vermelho. Os militares sabem muito bem: quando não há porta de saída, se está encurralado, não há como não lutar com o meio possível. É bom todos fazerem as contas para ver o caminho a tomar.
JNA
7 de abril de 2018 12:31 amJUSTIÇA BRASILEIRA” PROCLAMA A DESOBIDIÊNCIA CIVIL
JUSTIÇA BRASILEIRA” PROCLAMA A DESOBIDIÊNCIA CIVIL
Está .na Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, que apresenta o seguinte texto no seu Art. 2º: “A finalidade de toda associação política é a conservação dos direitos naturais e imprescritíveis do homem. Esses direitos são a liberdade, a propriedade, a segurança e a resistência à opressão”. A declaração vem ratificar os pensamentos de John Locke, o empirista no direito natural e resistência.É claro que a luta pelas vias legais ainda disponíveis no ambiente onde o golpe comandado pelo Judiciário (a condenação do Lula acaba com todas as dúvidas a esse respeito) deve continuar. Agora essa condenação de Lula e a continuação da impunidade de muitos golpistas, especialmente os ligados ao PSDB (os principais, já fartamente acusados de desvios, Aécio Neves, José Serra, Geraldo Alkmin e também Ricardo Azeredo,) mostra que pelas vias legais restantes, e através tão somente de eleições possam os golpistas serem enfrentados, batidos, como poderia ocorrer num ambiente democrático. O Judiciário, que encabeça o golpe, controla as eleições, já que comanda a Justiça Eleitoral, através do quê, sem manipular resultados ou mexer nas urnas, pode impedir candidaturas, afastar candidatos que considerem indesejáveis. É preciso que todos se apercebam que não vale tão somente a Lei, o que está expresso nos diplomas legais, mas a interpretação destorcida dos golpistas do Judiciário. Com o discurso que os golpistas mostram na mídia, desejam que se acredite nesse meio democrático de luta pelo poder, o voto. Mas, na realidade, estão fechados os caminhos da luta política por esse meio, já que também o Parlamento é sócio meeiro do golpe, que ajudou a ser deflagrado, com seus quadros mais corruptos. O caminho está mostrado, é longo e espinhoso, requer coragem e ousadia para ser trilhado. Não está à vista nada que possa suavizar. O golpe ainda não conquistou o povo, que as pesquisas (muitas, precisam que se acredite no caminho do voto, até que consolidem o nome de um outro títere que possa dar continuidade ao governo do traidor, Michel Temer, que posteriormente será descartado) mostram que o povo está tendente a votar na oposição (está, mas pode perfeitamente ser revertido). Essa possível porta de enfrentamento disponível para as oposições conta com o porteiro golpista, o Judiciário. Só eleições não basta. O poder do golpe nem de longe está ameaçado, estão ganhando só no gogó, prendendo e escrachando adversários (Lula encaminhado coercitivamente para depor, Garotinho preso e agredido na cela onde as câmeras foram desligadas e Sérgio Cabral, este mostrado acorrentado procedimento que não deve ser adotado em pessoas, no dizer cínico da Polícia Federal, também parte importante do golpe, para defende-lo, de quê, não esclarece) inviabilizando candidatos de oposição, através de interpretações das leis existentes, continuando os golpistas impunes e enriquecendo com empobrecimento do Brasil e seu povo, com o discurso da moralidade e do afastamento dos corruptos. Não dá para acreditar nos golpistas, que até impedem a luta democrática pelo voto, com a caixa de ressonância da mídia a todo vapor, querem afastar a oposição e convencer a população do acerto do combate à corrupção que fingem empreender, desempregando, reduzindo salários e entregando a eles mesmos e seus sócios no golpe de estado o patrimônio público. É urgentemente preciso que o povo e as oposições iniciem procedimentos para mostrar que, inexistindo caminhos lícitos para a luta política e não havendo saída democrática, para que fique para todos claro que o caminho a seguir será lutar pelos direitos de nosso povo, como está dito na Declaração Universal dos Direitos do Homem e do Cidadão. O sinal já está mais do que amarelo, tende ao vermelho. Os militares sabem muito bem: quando não há porta de saída, se está encurralado, não há como não lutar com o meio possível. É bom todos fazerem as contas para ver o caminho a tomar.
JNA
7 de abril de 2018 1:10 amA história da Humanidade resume-se nas narrativas dos conflitos
A história da Humanidade resume-se nas narrativas dos conflitos
Algo fundamental que gostaria de colocar, seria simplesmente o fato relevante de que, em um sistema Republicano que coaduna com Democracia, temos que o Poder Judiciário, ou melhor a “Justiça” é reconhecida como a última trincheira do cidadão. Sobre a mesma deposita-se imensas esperanças sobre as eventuais reparações e perdas a tudo que eventualmente venha a ferir a dignidade da pessoa humana. Evidentemente que quando essa esperança é desprezada, novas formas de intervenção política aflora-se. Tivemos exemplos emblemáticos em nosso passado recente. Em função dos sucessivos Atos Institucionais, promulgado pelo governo militar por ocasião do Golpe Institucional em nosso Brasil, a esperança volatizou-se. Os meios de intervenção política que surgiu para ocupar o espaço rarefeito deixado, foi naturalmente a “Guerrilha Urbana“, a formação de grupos de Insurreição, o enfrentamento pelas armas, a exemplo dos combatentes do Araguaia, MIR entre outros.
Talvez o principal mérito político do PT desde a sua fundação, foi ter como doutrina o foco no embate político, como instrumento de intervenção social. Defendeu como ser desnecessária, o uso de armas, como instrumento de reparação. Diversos guerrilheiros após abandonarem suas armas, serem anistiados, aprenderam novas praticas de intervenção política, fundamentada no convencimento, no debate de idéias, na boa convivência com o contraditório, enfim, contribuiu na formação do embrião da nossa infante democracia. Na Europa diversos grupos armados foram dissolvidos, a partir do estabelecimento de governos progressistas com viés Socialista Fabiano, a exemplo da Irlanda , Espanha e Italia.
Nesse sentido podemos entender que a judicialização da política, ou mesmo a politização da Justiça propicia o estabelecimento de um estado anárquico ou mesmo a criação de um estado paralelo, fundamentado na utilização das em técnicas de guerrilhas.
Nesse sentido, aqui no Brasil, sobretudo nos dias atuais, é perfeitamente factível uma rápida transição na metodologia de atuação, política bastando simplesmente trocar a foice e o facão da “VIA CAMPESINA” por um fuzil e baionetas.
Quem viver virá
A história da Humanidade resume-se nas narrativas dos conflitos entre classes sociais. .
JNA
7 de abril de 2018 1:13 amLULA – PRESO POLÍTICO
LULA – PRESO POLÍTICO
Canção do Tamoio Gonçalves Dias
I
Não chores, meu filho;
Não chores, que a vida
É luta renhida:
Viver é lutar.
A vida é combate,
Que os fracos abate,
Que os fortes, os bravos
Só pode exaltar.
II
Um dia vivemos!
E o homem que é forte
Não teme da morte;
Só teme fugir;
No arco que entesa
Tem certa uma presa,
Quer seja tapuia,
Condor ou tapir.
III
O forte, o cobarde
Seus feitos inveja
De o ver na peleja
Garboso e feroz;
E os tímidos velhos
Nos graves concelhos,
Curvadas as frontes,
Escutam-lhe a voz!
IV
Domina, se vive;
Se morre, descansa
Dos seus na lembrança,
Na voz do porvir.
Não cures da vida!
Sê bravo, sê forte!
Não fujas da morte,
Que a morte há de vir!
V
E pois que és meu filho,
Meus brios reveste;
Tamoio nasceste,
Valente serás.
Sê duro guerreiro,
Robusto, fragueiro,
Brasão dos tamoios
Na guerra e na paz.
VI
Teu grito de guerra
Retumbe aos ouvidos
D’imigos transidos
Por vil comoção;
E tremam d’ouvi-lo
Pior que o sibilo
Das setas ligeiras,
Pior que o trovão.
VII
E a mãe nessas tabas,
Querendo calados
Os filhos criados
Na lei do terror;
Teu nome lhes diga,
Que a gente inimiga
Talvez não escute
Sem pranto, sem dor!
VIII
Porém se a fortuna,
Traindo teus passos,
Te arroja nos laços
Do inimigo falaz!
Na última hora
Teus feitos memora,
Tranqüilo nos gestos,
Impávido, audaz.
IX
E cai como o tronco
Do raio tocado,
Partido, rojado
Por larga extensão;
Assim morre o forte!
No passo da morte
Triunfa, conquista
Mais alto brasão.
X
As armas ensaia,
Penetra na vida:
Pesada ou querida,
Viver é lutar.
Se o duro combate
Os fracos abate,
Aos fortes, aos bravos,
Só pode exaltar.