Foto: SECOM/PGR
Jornal GGN – O vice-procurador regional Nicolao Dino, ao conseguir que o Tribunal Superior Eleitoral insira depoimentos do marqueteiro João Santana na ação de cassação da chapa Dilma-Temer, na prática, ajuda o atual presidente da República a se livrar da pena máxima: a perda de mandato.
Segundo o Painel da Folha, Dino manobrou para reforçar o relatório que apresentou em nome da Procuradoria Eleitoral ao TSE, usando apenas delações da Odebrecht para apontar que Dilma usou cerca de R$ 112 milhões na campanha de 2014, fruto de caixa 2. No documento, ele isenta Temer.
Na terça (4), durante o início do julgamento da ação no TSE, Dino revelou que a Procuradoria Geral da República já havia enviado ao Supremo Tribunal Federal a delação de Mônica Moura e João Santana, marqueteiros que atuaram nas últimas campanhas presidenciais do PT. Dino conseguiu, com essa revelação, convocar o casal a depor. No mesmo dia, o STF homologou as delações no âmbito da Lava Jato.
“Políticos de diversos partidos passaram o dia especulando sobre o que levou Nicolao Dino, representante da Procuradoria Eleitoral, a abrir, durante o julgamento no TSE, o acordo de delação firmado pelo publicitária do João Santana e sua mulher, Mônica Moura.”
“A maioria acredita que Dino o fez para reforçar as conclusões que havia apontado em seu parecer anterior, quando isentou Temer de responsabilidade na captação irregular de recursos. Santana prestava serviços a Dilma, o que deve fazer da petista o foco de sua colaboração premiada”, apontou o Painel da Folha desta quarta (5).
A defesa de Dilma entregou ao TSE um documento que mostra que toda a campanha de Temer foi custeada pelo caixa do PT, pois o peemedebista só colaborou com 1% de tudo que foi despendido.
Do total de R$ 3 milhões que Temer entregou à campanha presidencial, R$ 2 milhões ainda foram repassados para uma gráfica amiga de Eliseu Padilha. Ou seja, os custos de transporte, alimentação, assessoria, advogados, comícios, peças de TV e rádio, entre outros usufruídos por Temer, foram bancados pelo caixa do PT. Com isso, a defesa de Dilma tenta mostrar que a chapa é indivisível.
paulovi
5 de abril de 2017 7:54 pmIsso prova que é balela que a
Isso prova que é balela que a educação e comportamente são trazidos do lar, ou então, como se explicam os irmãos Dino?
Schell
5 de abril de 2017 8:59 pmBem, pelo visto, esse é o
Bem, pelo visto, esse é o dinossauro da família.
romulus
5 de abril de 2017 9:55 pm“Império da lei”??
http://www.romulusbr.com/2017/03/dilemas-da-vida-real-nao-sao-binarios.html
romulus
5 de abril de 2017 9:57 pm“Império da lei”?? (2)
http://www.romulusbr.com/2017/04/a-demolicao-do-brasil-no-concerto-das.html
Carlos Alberto Freitas Lima
6 de abril de 2017 12:41 pmA BANDALHEIRA ASSUMIU “A AUDÁCIA DOS CANALHAS.”
Virou uma bandalheira só, um poder que faz ou interpreta a lei a seu bel prazer, havemos de convir pode até legalizar as bandalheiras e pode até ser mesmo legal, mas eticamente não é exemplo para nada nesse país, juiz emprestando casa para festa de aniversário de delatado, investigado, conversando com três na sombra das sombras com delatados, investigados e até com quem vai ser julgado por ele, aí é de lascar, revira o estomago de qualquer jurista até morto. Juiz que tem empresa que tem aumento superior a 1500% de verbas públicas justamente no mandato de quem vai ser julgado por ele, juiz que faz caras e sorrisos com delato e investigado em festa de revista que o auto promove. Nos fizeram de palhaços, nos tornaram palhaços e otários em rede nacional. Uma reforma no judiciário é muito mais urgente que qualquer outra. É como dizem os inimputáveis “SURUBA” que “estanca essa porra” assumiu a “audácia dos canalhas. ” Está tudo dominado.