Não se imagine que esses períodos de linchamento, na mídia, visem apenas personagens conhecidos. Quando a carniça é jogada no picadeiro, há uma disputa que não poupa ninguém.
Ailton Aquino é diretor do Banco Central. Funcionário de carreira, negro – uma minoria ainda no serviço público – ascendeu ao cargo de Diretor de Fiscalização sem padrinhos.
Foi fuzilado pelo O Globo, na reportagem “Diretor do BC pediu a presidente do BRB que comprasse carteiras fraudadas do Master”
A delação se baseia, obviamente, em perícias realizadas pela Polícia Federal no celular de Paulo Henrique Costa, presidente do BRB. Ele é acusado de ter pedido ao presidente que adquirisse os créditos para ajudar o Master a resolver seus problemas de liquidez.
Segundo a reportagem – de Malu Gaspar – as mensagens de Aquino foram apresentadas aos conselheiros do BRB em reunião do conselho, de 25 de março de 2025. A mesma que aprovou a oferta de compra de 58% das ações do Master por R$ 2 bilhões. E foi utilizada como instrumento de pressão para a aprovação da operação.
Segundo a matéria, “nos meses seguintes, a oferta do BRB seria reduzida a 22% do Master, mas mesmo assim o BC vetou a operação”. Mas como assim. Esse “mesmo assim” foi introduzido em uma frase colocada logo após a denúncias de que o diretor de Fiscalização estava pressionando o BRB a entrar no Master. Significa que “mesmo assim”, o BC não topou. E onde entyra Aquino nisso?
O BC soltou uma nota informando que coube ao próprio Aquino o encaminhamento de denúncias contra o Master ao Ministério Público Federal. Na nota, informa-se que ele abriu mão do seu sigilo bancário e dos registros das conversas que realizou com o ex-Presidente do BRB.
Pouco vai adiantar. Nos próximos meses, será olhado com desconfiança pelos vizinhos, pelos pais dos colegas de seus filhos na escola. Sempre que for a um restaurante, ou a qualquer local público, será apontado como a pessoa que agiu como cúmplice do Master.
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fabricio coyote
23 de janeiro de 2026 10:09 pmhá óbvia manobra para salvar “O Mercado”. e não tem álibi mais fácil de que imputar a servidores públicos as ingerências dos políticos. lembrando que o stf é político, ou a decisão de tofu de milico mandando que se Lula quisesse exercer o direito natural de velar os seus, o caixão deveria ir até ele, numa afronta às regras básicas das cláusulas pétreas bem como da LEP. Lula é Antígona. e toffoli creonte.
Jose Carlos Lima
24 de janeiro de 2026 7:57 amAFALSA ACUSAÇÃO ESSA PERIGOSA (E INVISÍVEL) ARMA LETAL –
Sim, não adianta que Aquino, diretor preto do BC, tenha tudo sua inocência sreconhecida: daqui pra frente ele viverá com essa Espada de Dâmocles sobre sua cabeça, pois é isso o que ocorre com as vítimas de falsa acusação, foi isso o que ocorreu com as vitimas da falsa acusação no caso Escola Base, de SP, , assista ao documentário disponível no Youtube
Mais uma vez notamos que está se formando um poderoso rolo compressor formado por veículos de imprenda, policia, justiça e uma opinião pública extremamente manipulável atua como nos tempos áureos do lavajatismo
É sempte assim: uma única pessoa sussura alguma coisa que desperte os linchadores de bodes expiatórios a verter sangue pelos cantos da boca
Por isso muitas vítimas de falsa acusação, acuadas pelo rolo compressor a destruir vidas e reputaçõrs, optam por tirar a própria vida, como fez o reitor Luis Carlos Cancelier, vitima de um esquema muito bem urdido para acusar falsamente Lula pra evitar que ele concorresse à disputa presidencial de 2018
A Lava Jato e o lavajatismo tem como base a falsa acusação e o Brasil é expert nisso, que o diga JK, vitima da “Republica do Galeão”, a história tá cheia disso mas todos fazem cara de paisagem para a falsa acusação, aliás, o falso acusador, ao invés de ser visto como um criminoso, é ovaciinado e ganha aplausos, votos e cargo público: Sérgio Moro está no topo das preferências para a eleição de governador no Paraná
Não é somente na Terra Brasilis que isso ocorre, basta ver que em todas as vezes que os EUA invadiram um país pra r0ubar suas riquezas, lançaram primeiro uma falsa acusação, tais como: o Iraque tem armas de extinção em massa; Muamar Kadaffi é produz papoula (heroína), Nikolas Madura é traficante (a ONU desmentiu Trump), e já lançou nova falsa acusação: o presidente da Colombia tem uma fábrica de cocaína.
Que todos os segmentos sociais, incluindo direita e esquerda, retirem o véu da falsa acusaçâo e enfremtem essa onda de injustiças contra inocentes.
Muito raro alguem se arrepender de ter feito falsa acusação, uma vez que, quem acusa falsamente, o faz por interesse politico, financeiro, odio, etc.
A falsa acusacao da uma boa grana a quem acusa, a titulo de indenizacao por um crime nao cometido, por isso ha essa onda de falsas acusacoes, ha milhares de inocentes presos, a falsa acusacao nem eh crime em que figura como vitima o cara que teve sua vida destruida e sim o Estado, e todos fazem cara de paisagem para a falsa acusacao.
A falsa acusação nao so deveria ser crime hediondo como tambem deveria ser crime de formacao de quadrilha pra cometer crime de falsa acusacao mediante a transformaçãos em arma letal uma lei de proteção de vulneráveis
Lembrei de uma visão hipnopômpica de dias atrás: Drefuss rumo ao cadafalso. Ele estava envolto por sacos de lixo de cor negra, uma boa imagem para esta fala
Jicxjo
24 de janeiro de 2026 9:01 amMaluquete, Tacanhede, Matarais… A ala feminina de pistolagem do PIG volta à carga.
Vladimir
24 de janeiro de 2026 11:35 amÉ sempre bom lembrar o velho Brizola: Se a Globo vai para um lado é só ir para o lado contrário.
Não falha uma!
evandro
24 de janeiro de 2026 12:00 pmNesse imbróglio todo, fico lembrando da Postalis e seus bilhões. Pare e esquecido. Assim como os gestores.
Só para lembrar:
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TCU condena ex-diretores do Postalis por rombo de R$ 1 bilhão
TCU investigou investimentos da Postalis, previdência dos Correios, que levaram a um prejuízo milionário. Multa é de R$ 307 milhões
Melissa DuarteTácio Lorran
30/07/2025 19:39, atualizado 31/07/2025 12:35
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Reprodução
Imagem colorida, sede dos Correios – Metrópoles
O Tribunal de Contas da União (TCU) condenou, nesta quarta-feira (30/7), dois ex-diretores do Instituto de Previdência Complementar dos Empregados dos Correios (Postalis) e duas empresas a devolverem mais de R$ 452,8 milhões à entidade, valor histórico do rombo causado por investimentos considerados inadequados em um fundo. Também aplicou multa que, ao todo, soma R$ 307 milhões.
O montante, em valores atualizados até esta quarta, alcança R$ 915.165.985,45, além da multa.
Uma auditoria da Corte analisou o déficit acumulado pela Postalis em relação ao Fundo de Investimento em Cotas de Fundos de Investimento Multimercado Serengeti (FIC Serengeti), apontando para uma série de irregularidades. As ações se deram em meio a uma grave crise financeira do Postalis: o Plano de Benefício Definido (PBD) viu o prejuízo quintuplicar em 5 anos: era R$ 1,34 bilhão em 2010, que saltou para mais de R$ 6,77 bilhões em 2015.
O caso levou à realização de sucessivos planos para equacionar o déficit: funcionários, aposentados e pensionistas dos Correios precisaram arcar com contribuições extras – uma de 13,98% e outra de 3,94%, já existente – para cobrir o rombo. A previsão é de que perdurem até 2039.
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“Na prática, isso significou que milhares de trabalhadores ativos, aposentados e pensionistas dos Correios foram compelidos a arcar com o prejuízo. […] A presente apuração de responsabilidade visa, portanto, a identificar a parcela desse sacrifício que não decorreu de riscos ordinários de mercado, mas de atos de gestão temerária, buscando o devido ressarcimento”, explicou o relator no TCU, Bruno Dantas, no voto.
A condenação do ex-diretor-presidente do Postalis Antônio Carlos Conquista, do ex-diretor financeiro Ricardo Oliveira Azevedo e da BNY Mellon – responsável pela administração fiduciária e pela gestão da carteira do FIC Serengeti – ao ressarcimento de R$ 452,8 milhões ocorreu de forma solidária.
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Em outras palavras, isso não significa que cada um deve o valor integralmente, e sim que o Postalis pode cobrar qualquer um deles (ou mais de um) até quitar a dívida. A Azevedo, no entanto, o TCU atribuiu a responsabilidade solidária apenas a uma parte do débito: R$ 178 milhões.
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ReproduçãoTCU – Postalis
Já as multas são individuais. Confira os valores:
ReproduçãoTCU – Postalis
A gestão de fundos do Postalis
O Postalis, entidade fechada de previdência complementar dos empregados dos Correios, constituiu o FIC Serengeti em 2008 para alocar recursos do PBD, terceirizando a gestão e a operacionalização em dezembro de 2010. No contrato, a responsabilidade recaiu sobre o BNY Mellon Serviços Financeiros Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A. (BNY Mellon DTVM).
Como se tratava de um fundo de investimento em cotas (FIC), a carteira do Serengeti tinha, na maioria, cotas de outros fundos, culminando numa estrutura com diferentes camadas de gestão. É a chamada “árvore de fundos”.
A irregularidade central pairou sobre a constatação de que a gestão do FIC Serengeti, feita pelo BNY Mellon, descumpriu a política de investimentos do fundo. O regulamento dele previa a busca por uma “boa relação risco/retorno”.
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O TCU mostrou que a carteira do fundo tinha uma relação de risco e retorno considerada inadequada, o que levou ao dano ao Postalis, uma vez que o FIC Serengeti apresentava alto risco com baixo retorno. O rendimento era menor que o de títulos públicos, sem risco.
Para a Corte, esse quadro resultou de uma alocação de ativos considerada ineficiente e temerária. Também verificou falhas nos meios e no processo de gestão, assim como no desrespeito à lei quanto ao dever fiduciário e às normas.
“Pois foi exatamente nesse quadrante da irracionalidade financeira que a auditoria deste Tribunal encontrou o FIC Serengeti. A análise empreendida demonstrou, de forma objetiva, que a cláusula basilar de seu regulamento foi sistematicamente violada. Com base nos dados históricos que eram públicos e disponíveis aos gestores em agosto de 2012 – abrangendo o período de 2009 a 2012 –, constatou-se que a carteira do fundo não apenas falhou em buscar uma “boa” relação risco/retorno, como ativamente manteve uma das piores relações possíveis”, prosseguiu Dantas.
A responsabilidade atribuída a cada um dos acusados
Antonio Carlos Conquista, ex-diretor-presidente do Postalis: chefiou a entidade de abril de 2012 a março de 2016. O TCU viu omissão e conivência nos investimentos, como, por exemplo, em relação à supervisão, à coordenação e ao monitoramento da gestão do fundo. A defesa dele argumentou pela ausência de ingerência direta e pela terceirização;
Ricardo Oliveira Azevedo, ex-diretor financeiro do Postalis: assumiu a função de fevereiro de 2012 a novembro de 2013. Na visão da Corte, não supervisionou os riscos da “árvore de fundos”, o que foi visto como negligência. A defesa negou a culpa e atribuiu a responsabilidade à BNY Mellon, dizendo que a atuação dele ocorreu nos limites legais e com monitoramento adequado;
André Luís Carvalho da Motta e Silva, ex-diretor de Investimentos do Postalis: ocupou o posto de novembro de 2013 a março de 2016. Não foi condenado e teve as contas julgadas como regulares, diferentemente dos demais;
BNY Mellon DTVM: falhou na supervisão ao gestor, diz o TCU. A defesa argumentou que representava um mero executor de ordens do Postalis;
BNY Mellon Ativos: a Corte avaliou que houve superficialidade da análise de risco, com imperícia e negligência ao montar uma carteira com alto risco e baixo retorno.
Anônimo
24 de janeiro de 2026 11:45 pmGroubo sempre golpista.
JotapontoDOmarcelo
24 de janeiro de 2026 12:01 pmO bc errou,não pode ser independente do povo e dirigir a nossa economia com fincionariozinhos dos próprios interessados em SÓ GANHAR DINHEIRO não importa como,taí a prova 40 bi de preju,a globo q dessa raça levou ao menos 100 milhões vai fazer o q sempre fez e vai fazer de novo,MUDAR O FOCO,DISTORCER E MANIPULAR e tudo com a omissão da justiça,talvez falte alguém PROVOCAR E DENUNCIAR na justiça os ABUSOS MIDIÁTICOS desta tv,ela consegue convencer 99 por cento dos trabalhafores e empresários contra si mesmos,o fato é q ela precisa ficar na coleira senão não existirá mais Brasil e NÃO ESTOU BRINCANDO,vejam o q o candidato dela Tarcísio está fazendo em Sampa,terra arrasada igual ao Moro,Guedes,Bolso,Campos neto estes todos heróis dela AFF,Sampa está dominada totalmente no campo político pelos ladrões de bilhões bolsonaristas defensores de bandidos e contra alei explicitamente até em manifestações públicas recentes,tá tudo dominado,mas tenho ctz a CULPA É DO LULA !!!
Luiz Claudio
24 de janeiro de 2026 11:47 pmGroubo eterno golpista.
Rui Ribeiro
26 de janeiro de 2026 8:26 amTão destruindo a reputação do Toffoli gratuitamente e poupando os verdadeiros culpados.
Perguntei à IA porque o Master demorou tanto a ser liquidado se sinais de problemas foram detectados bem antes da liquidação.
Eis a resposta da IA:
“A demora na liquidação do Banco Master pelo Banco Central (BC), apesar dos sinais de alerta, deve-se a uma combinação de complexidade investigativa, tentativas de saneamento, influência política e a necessidade de evitar um risco sistêmico maior no momento da intervenção. A liquidação extrajudicial foi decretada em 18 de dezembro de 2025, após meses de investigação sobre insolvência e fraudes, incluindo uma fraude estimada em R$ 12 bilhões que envolvia o BRB (Banco de Brasília).
Aqui estão os principais motivos apontados para a demora:
Tentativas de Saneamento e Venda: O Banco Central frequentemente tenta evitar a liquidação direta, buscando alternativas como a venda da instituição ou planos de socorro. Em setembro de 2025, o mercado já especulava sobre problemas, e o BC chegou a vetar a aquisição do banco pelo BRB, o que sinalizou o aumento do risco, mas postergou a intervenção definitiva.
Investigação de Fraudes Complexas: A operação do banco envolvia estruturas complexas de FIDCs e manipulação de carteiras, o que exigiu um tempo maior para que o Banco Central e a Polícia Federal coletassem evidências robustas (especialmente sobre a “venda de ativos inexistentes”) antes de realizar a intervenção.
Influência e Conexões Políticas: Investigações sugerem que o controle do Banco Master (Daniel Vorcaro) possuía influência em Brasília, com tentativas de manipulação de legislações no Congresso e tensões nos bastidores envolvendo o Banco Central e o TCU.
Prevenção de Risco Sistêmico: A liquidação de uma instituição com grande volume de investidores e depósitos (mais de 1,6 milhão de clientes e relação com o Will Bank) requer preparo do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) para evitar um pânico bancário ou efeito dominó no sistema financeiro.
A atuação do Banco Central no caso tem sido objeto de análise pelo Tribunal de Contas da União (TCU), que investiga se houve omissão ou negligência na supervisão. O banco foi liquidado após a constatação de grave crise de liquidez e violação de normas”.
O Toffoli queria acarear o Banco Central e o Master prá que fosse apurado porque tanta demora na liquidação do Banco Master. Está sendo empurrado prá fogueira, a imprensa fazendo os incautos crêem que o Toffoli queria reverter e não explicar porque tanta demora na liquidação diante de tantas evidências negativas.
https://www.gazetadopovo.com.br/economia/acareacao-de-toffoli-e-plano-da-defesa-para-reverter-liquidacao-do-master-diz-jornal/
Rui Ribeiro
26 de janeiro de 2026 9:40 amhttps://oglobo.globo.com/blogs/malu-gaspar/post/2026/01/diretor-do-bc-pediu-a-presidente-do-brb-que-comprasse-carteiras-fraudadas-do-master.ghtml
Porventura, pedir é crime? Ora, o sujeito pediu ao presidente do BRB. Se eu pedisse pro Paul McCartney o baixo que ele tocou no rooftop do edifício da Apple Corps, isso seria um crime? Que eu seja, pedir não ofende. E se eu pedisse a Ferrari do Tony Bellotto ou a prancha de surf do Lulu Santos?