O Brasil voltou ao centro do noticiário internacional nesta quarta-feira, 18 de março, com destaque para decisões econômicas do governo, mudanças regulatórias e impactos políticos. Veículos internacionais repercutiram medidas tarifárias e o ambiente macroeconômico, reforçando o papel do país no cenário global. Confira:
A repercussão nos Estados Unidos
Reuters — “Brazil to cut tariffs on capital, technology goods in April” — A agência destacou a decisão do governo brasileiro de reduzir tarifas de importação para bens de capital e tecnologia sem produção nacional, como forma de aliviar pressões do setor produtivo.
Reuters — “Brazil’s Haddad sees up to 1% first-quarter growth” — O ministro Fernando Haddad projetou crescimento de até 1% no primeiro trimestre, mas condicionou o desempenho anual à trajetória dos juros.
Reuters — “Brazil sees slightly higher inflation after oil shock” — A cobertura também apontou revisão para cima da inflação em 2026, pressionada pelo aumento global do petróleo.
A repercussão na Europa
Financial Times / Le Monde (contexto econômico e político) — A imprensa europeia também ecoou medidas econômicas do governo e debates sobre competitividade industrial e abertura comercial.
A repercussão na Ásia
China Daily / Global Times / CGTN (síntese) — A mídia chinesa destacou a flexibilização tarifária como sinal de ajuste econômico e tentativa de equilibrar indústria local e importações.
The Japan Times / NHK (contexto global) — Veículos asiáticos também observaram o desempenho econômico brasileiro.
TASS / RIA Novosti (Rússia) — Houve menções ao ambiente político, incluindo decisões recentes e mudanças legislativas no país.
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Rui Ribeiro
18 de março de 2026 1:28 pmSerá verdade o que andam falando sobre o André Mendonça?
“Ao fechar o acesso às conversas de Vorcaro, o relator do escândalo do Banco Master-BRB pretende segurar os vazamentos e, ao mesmo tempo, evitar que tudo termine exposto antes que se feche um acordo de delação premiada — algo que já começou a ser trabalhado, ainda de forma preliminar. A liberação do material à CPMI do INSS foi visto no meio jurídico como o erro de Mendonça ao assumir a relatoria. Agora, o ministro tenta corrigir a rota, a fim de não dar argumentos para a defesa pedir a anulação de provas”.
Se, ao fechar o acesso às conversas de Vorcaro, o relator do escândalo do Banco Master-BRB pretende segurar os vazamentos e, ao mesmo tempo, evitar que tudo termine exposto antes que se feche um acordo de delação premiada, então pode-se concluir com segurança que, antes de fechar o acesso às conversas do Vorcaro, o André Mendonça, relator do escândalo do Banco Master-BRB, NÃO pretendia segurar os vazamentos nem pretendia evitar que tudo terminasse exposto antes que se fechasse um acordo de deduração dos comparsas, o que impediria o Maioral do Bolsomaster fosse premiado com a impunidade ou que fosse “punido” com uma peninha simbólica, indo curtir o produto dos seus anos de crime em Dubai.
Mas quando começou o vazamento sobre o Flávio e o Nikolas, o André Mendonça prontamente fechou a torneira do vazamento. Vazamento tem que ser seletivo
Anônimo
19 de março de 2026 9:04 am“Guerra contra o Irã é rejeitada nos EUA, mas tem apoio sólido em Israel”.
É claro que os U$raelenses não vão se opor à guerra contra o Irã, pois o esforço e os gastos de U$rael são mínimos. Os custos da guerra são suportados pela população americana.