21 de maio de 2026

O Brasil nas manchetes globais desta quarta-feira (18)

Medidas econômicas e decisões políticas colocam o país no radar da imprensa internacional. Confira
Unsplash

▸ Brasil anuncia corte de tarifas para bens de capital e tecnologia sem produção local a partir de abril.

▸ Ministro Haddad projeta crescimento de até 1% no 1º trimestre, condicionado à política de juros.

▸ Mídia global destaca impacto econômico e político das medidas brasileiras em EUA, Europa e Ásia.

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Resumo gerado por Inteligência artificial

O Brasil voltou ao centro do noticiário internacional nesta quarta-feira, 18 de março, com destaque para decisões econômicas do governo, mudanças regulatórias e impactos políticos. Veículos internacionais repercutiram medidas tarifárias e o ambiente macroeconômico, reforçando o papel do país no cenário global. Confira:

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A repercussão nos Estados Unidos

Reuters — “Brazil to cut tariffs on capital, technology goods in April” — A agência destacou a decisão do governo brasileiro de reduzir tarifas de importação para bens de capital e tecnologia sem produção nacional, como forma de aliviar pressões do setor produtivo.

Reuters — “Brazil’s Haddad sees up to 1% first-quarter growth” — O ministro Fernando Haddad projetou crescimento de até 1% no primeiro trimestre, mas condicionou o desempenho anual à trajetória dos juros.

Reuters — “Brazil sees slightly higher inflation after oil shock” — A cobertura também apontou revisão para cima da inflação em 2026, pressionada pelo aumento global do petróleo.

A repercussão na Europa

Financial Times / Le Monde (contexto econômico e político) — A imprensa europeia também ecoou medidas econômicas do governo e debates sobre competitividade industrial e abertura comercial.

A repercussão na Ásia

China Daily / Global Times / CGTN (síntese) — A mídia chinesa destacou a flexibilização tarifária como sinal de ajuste econômico e tentativa de equilibrar indústria local e importações.

The Japan Times / NHK (contexto global) — Veículos asiáticos também observaram o desempenho econômico brasileiro.

TASS / RIA Novosti (Rússia) — Houve menções ao ambiente político, incluindo decisões recentes e mudanças legislativas no país.

Nota da redação: Este texto, especificamente, foi desenvolvido parcialmente com auxílio de ferramentas de Inteligência Artificial. A equipe de jornalistas do Jornal GGN segue responsável pelas pautas, produção, apuração, entrevistas e revisão de conteúdo publicado, para garantir a curadoria, lisura e veracidade das informações.

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2 Comentários
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  1. Rui Ribeiro

    18 de março de 2026 1:28 pm

    Será verdade o que andam falando sobre o André Mendonça?

    “Ao fechar o acesso às conversas de Vorcaro, o relator do escândalo do Banco Master-BRB pretende segurar os vazamentos e, ao mesmo tempo, evitar que tudo termine exposto antes que se feche um acordo de delação premiada — algo que já começou a ser trabalhado, ainda de forma preliminar. A liberação do material à CPMI do INSS foi visto no meio jurídico como o erro de Mendonça ao assumir a relatoria. Agora, o ministro tenta corrigir a rota, a fim de não dar argumentos para a defesa pedir a anulação de provas”.

    Se, ao fechar o acesso às conversas de Vorcaro, o relator do escândalo do Banco Master-BRB pretende segurar os vazamentos e, ao mesmo tempo, evitar que tudo termine exposto antes que se feche um acordo de delação premiada, então pode-se concluir com segurança que, antes de fechar o acesso às conversas do Vorcaro, o André Mendonça, relator do escândalo do Banco Master-BRB, NÃO pretendia segurar os vazamentos nem pretendia evitar que tudo terminasse exposto antes que se fechasse um acordo de deduração dos comparsas, o que impediria o Maioral do Bolsomaster fosse premiado com a impunidade ou que fosse “punido” com uma peninha simbólica, indo curtir o produto dos seus anos de crime em Dubai.

    Mas quando começou o vazamento sobre o Flávio e o Nikolas, o André Mendonça prontamente fechou a torneira do vazamento. Vazamento tem que ser seletivo

  2. Anônimo

    19 de março de 2026 9:04 am

    “Guerra contra o Irã é rejeitada nos EUA, mas tem apoio sólido em Israel”.

    É claro que os U$raelenses não vão se opor à guerra contra o Irã, pois o esforço e os gastos de U$rael são mínimos. Os custos da guerra são suportados pela população americana.

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