4 de junho de 2026

A política frente à tragédia

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Luis Nassif

Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.

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22 Comentários
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  1. Lucas J

    17 de agosto de 2014 11:05 pm

    pode incluir aí tanto a midia

    pode incluir aí tanto a midia opositora quanto a governista.

  2. Edivaldo Dias Oliveira

    17 de agosto de 2014 11:13 pm

    Urubuzando a democracia

    Menos, menos…A quem interessa a demoralização da prática política? A esquerda certamente que não é, nosso entendimento é que somente atravéz da sua prática é que se supera a maioria das mazelas que acomete a humanidade. Seria muito bom se tambem a direita pensasse da mesma forma. 

    No entanto tem sempre aqueles oportunistas, à direita e tambem à esquerda, que não perdem qualquer oportunidade, por mais trágica que seja, para subir alguns degraus em sua louca ambição. Que se há defazer…? Mas daí a desmoralização de tal ferramenta somente interessa aqueles que tem total desprezo, não pela política, mas pela dempcracia. 

  3. Jorge Rebolla

    17 de agosto de 2014 11:42 pm

    Nada contra os urubus, afinal são essenciais…

    …mas que montagem de mau gosto. O casal formado pelo senhor de barba e a senhora zebrada fazem parte do bando?

     

    1. agincourt

      18 de agosto de 2014 12:49 am

      semióticas

      Essas semioses fortuitas pode ser desconcertantes…

      Imagem é fogo.

  4. chanceLer01

    17 de agosto de 2014 11:44 pm

    “Os que não choram diante do

    “Os que não choram diante do teu corpo, consentem a tua morte”
    O que dizer, então, daqueles que sorriem tua tragédia e tentam usurpar de teu espólio antes mesmo que teu corpo se vá, sem jamais terem militado ao teu lado verdadeiramente?
    Abjetos!

  5. mcn

    17 de agosto de 2014 11:46 pm

    Cinismo

    Retrato do enterro de Campos: políticos, correligionários pagos, mídia e outros abutres bicando as víceras do morto. Sem dó, nem vergonha na cara.

    1. Cristiana Castro

      18 de agosto de 2014 4:55 am

      Pior foi Merval, a noite, na

      Pior foi Merval, a noite, na Globonews, dizendo que a família de Eduardo Campos fez questão de politizar o velório…

  6. Frederico69

    17 de agosto de 2014 11:48 pm

    acho que não tem ilustração melhor pros comentários!!!!

    acho que não tem ilustração melhor pros comentários!!!!

     

  7. agincourt

    18 de agosto de 2014 12:08 am

    Urubu, Mestre do Voo.

    Não metam o urubu (Coragyps atratus) nessa história dos homens.

    Mais respeito com os animais.

    Segue abaixo o maravilhoso desagravo a essa ave tão injustiçada.

    “Urubu, Mestre do Vôo”, do Eudes Fraga, na voz da Simone Almeida:

    https://www.youtube.com/watch?v=zEiB9El7J9M

    1. Maria Carvalho

      18 de agosto de 2014 1:41 am

      Caro agincourt,

      Acrescento, ao seu comentário:

      [video:https://www.youtube.com/watch?v=W2mx7y8mrcQ%5D

       

  8. vera lucia venturini

    18 de agosto de 2014 12:23 am

    A morte de Eduardo Campos

    A morte de Eduardo Campos proporcionou um dos espetáculos mais grotescos e desrespeitosos que já vi . O corpo dele ainda não havia sido encontrado e os abutres midíaticos e politicos disputavam a sua carne com um apetite animal indigno do respeito que todo ser humano deve ter.

    Hoje Marina Silva foi de uma insensibilidade e oportunismo político no enterro que a fez digna desta imprensa que esta aí cumpliciando a sua candidatura.

     

  9. Alexandre VI

    18 de agosto de 2014 12:31 am

    Deixem-me fazer uma pergunta retórica…

    Tirando o cara que já morreu, que já não vale, virou santo, existe alguma oposição legítima que pode disputar uma eleição contra a Dilma segundo as regras democráticas da República do Brasil, ou  tudo contra ela é uma coalização do eixo do mal “Sininho – nazistas_ucranianos – criacionistas – KKK do Missouri” ?

    1. Francy Lisboa

      18 de agosto de 2014 9:00 am

       
      Nao aguenta a pressao da

       

      Nao aguenta a pressao da politica? Entao vaza. Eu nao duvido que Marina a partir de agora sera completamente desmistificada, afinal, ela terah que falar e ai….

  10. Francisco de Assis

    18 de agosto de 2014 12:37 am

    PÉSSIMO E DESEDUCATIVO POST, QUE TENTA NIVELAR TODOS POR BAIXO

    PÉSSIMO E DESEDUCATIVO POST, QUE TENTA IGUALAR TODOS POR BAIXO

    E que vai violentamente de encontro ao que sempre tivemos no Blog do Nassif.

    Nenhuma tristeza do autor pode justificar um post deste, que parece querer sintetizar toda a criminosa campanha contra a política e contra a democracia, desenvolvida ininterruptamente pela mídia golpista.

    Um post que só não será reproduzido na primeira página de O Globo porque ali é o principal covil dos abutres da democracia e dos promotores de ditaduras.

    Uma pena.

  11. janes salete

    18 de agosto de 2014 12:57 am

    Bom, isso começou desde que 

    Bom, isso começou desde que  psdb-mídia viraram oposição. O PT sempre lutou por um país melhor, tanto que o partido é odiado por essas pessoas que tem destilado esse sentimento dia e noite noite e dia. O PT não tem programa de tv, não é dono de mídia oligárquica, não tem simpatia da elite(é odiado por ela), não é partido que o USA quer no poder, porque sabe que é o único partido que luta por um país independente da economia norte americana. Enfim, o ódio foi disseminado pela velhaca mídia e psdb. Ou alguem conhece momento da história em que o ódio contra um único partido é tão difundida pelos grandes e velhacos interesses midiáticos e empresarias, banqueiros? Se alguém vaiava fhc, era, imediatamente, chamado de baderneiro pela velhaca mídia oligárquica. E quem mostrou maior satisfação com a morte triste do sr. campos, só não vê quem não quer. As fotos estão ai a mostrar os sorrisos de satisfação da nova canditada e sua trupe. Inclusive um aqui no blog já está cantando vitória da marina já no enterro do sr. campos. Então, não somos nós de esquerda que estamos agindo como abutres no trágico acidente que “elevou” marina, “a que deus protegeu”, para torná-la representante dele, deus, na terra brasileira.

  12. IV AVATAR

    18 de agosto de 2014 1:07 am

    Os abutres de olho na Argentina e no Brasil

    Não é só na Argentina que eles atacam, querem sangrar o Brasil tmbm:

    “As peças no jogo do discurso velho-novo de Marina Silva

    “(…)

    O fator Marina, por Nassif

    É aí que entra o fator Marina.

    Sua base ideológica está sendo preparada por mercadistas mais elaborados e pelos grandes grupos econômicos paulistas. Sua defesa do “tripé” econômico jamais fez parte do seu repertório político. É fruto de aulas particulares, mas tem gerado um discurso oposicionista eficiente. O povo sabe lá o que é o tal tripé, mas na boca de Marina ganha força.

    Mas o discurso de Marina é mais que isso.

    André: a alegria está nas pequenas coisas da natureza

    Seu teórico será André Lara Rezende, que usou o PSDB enquanto lhe convinha e agora procura um novo porto. E aí cria-se uma situação curiosa, que acaba juntando os grandes investidores internacionais e os ambientalistas: o discurso anti-desenvolvimento.

    É mais ou menos assim: o mundo não pode crescer mais, pela exaustão dos recursos naturais. Há que se pensar em novas formas de felicidade, diferentes do modelo consumista dos últimos séculos.

    Longe de André abrir mão dos prazeres da carne, dos cavalos de corrida, dos automóveis e de sua quinta em Portugal. O que está por trás desse neo-malthusianismo é uma questão tão velha quanto a economia política: desarmar o ativismo do governo e qualquer veleidade de projeto nacional. E desarma-se enfraquecendo a bandeira do desenvolvimentismo com os sonhos do silvícola sendo abastecido unicamente pela mãe natureza.

    É evidente que a nova utopia não responde  a questões básicas: como dividir a renda, sem que ela cresça? André abriria mão dos dólares acumulados a partir do Plano Real para dividir com os mais pobres? Inclusão significa levar energia a todos os lares. Como casar o ambientalismo radical de Marina, que só acredita na energia dos ventos e do sol, com as necessidades dos mais pobres?  Como garantir empregos melhores, sem um aprimoramento da industrialização, dos serviços?”

    Mas para que isso, diria o velho André, se a felicidade está nas pequenas coisas. É uma bela esperteza, de sentir os novos ventos e criar uma nova utopia para atender os velhos objetivos.

    É esse o novo discurso com o qual Marina pretenderá se diferenciar de seus colegas de oposição(…)”

    https://jornalggn.com.br/noticia/as-pecas-do-jogo-no-discurso-velho-novo-de-marina-silva

  13. IV AVATAR

    18 de agosto de 2014 1:08 am

    Esse abutre ai deve ser o André Lara Rezende

    Esse abutre ai deve ser o André Lara Rezende, assessor econômico de Marina, esperando a hora do ataque aos cofres públicos:

    Nassif desmonta um neolibelê

    Saiu no Blog do Nassif: 

    André Lara Rezende, o demiurgo de uma nota só

    Em algum momento de 1995 escrevi algumas colunas na Folha dizendo que havia algo de errado na economia. Não era possível um modelo em que uma pequena distribuidora, com R$ 14 milhões de capital, registrasse um lucro de R$ 140 milhões (a parte registrada), enquanto um atacadista com R$ 1 bilhão de faturamento tinha lucro de apenas R$ 10 mi.

    André Lara (um dos sócios da distribuidora), primeiro, tentou dar uma carteirada acadêmica, em um artigo na Folha em que falava sobre “palpiteiros”. Depois, recuou e marcou um almoço.

    Lá, questionei o absurdo de especialistas exclusivos em inflação inercial serem tratados como demiurgos. Sua resposta foi franca: “Eu entendo de inflação inercial. É a imprensa que cria as lendas”.

    André foi um dos principais responsáveis por abortar o projeto de privatização com fundos sociais – que garantiria um capitalismo popular no país, e a distribuição equitativa dos benefícios da privatização com os chamados fundos sociais. Já era um jogo de cartas marcadas.

    A fórmula de remonetização que adotou para o Real visou exclusivamente enriquecer grupos aliados no mercado futuro de câmbio. Explico detalhadamente isso em “Os Cabeças de Planilha” (*).

    Agora, tem-se uma nova realidade, com o fim do ciclo financista – do qual ele foi um dos expoentes no país, à custa da perda da grande oportunidade de desenvolvimento trazida pelo Real. E o demiurgo reaparece trazendo não-soluções. (Nassif se refere a artigo que André escreveu nesta sexta-feira no Valor: http://www.valor.com.br/cultura/2491926/os-novos-limites-do-possivel – PHA)

    Tal qual Pérsio, tem bons diagnósticos sobre a crise e uma incrível incapacidade de enxergar caminhos novos. Confunde sua impotência intelectual de prospectar o novo – sem nenhum demérito, porque o mundo está atrás dessa pedra filosofal – com a incapacidade do mundo de atender às demandas de seus habitantes. Sua máxima parece ser: “Se não encontro uma solução é porque a solução não existe”.

    Passa ao largo de um conjunto fundamental de desafios e possibilidades – como extirpar a miséria absoluta, como levar a civilização à maioria da população do planeta, quais as tecnologias disponíveis para melhorar a produtividade, a produção de alimentos, quais os caminhos para a exploração das riquezas no fundo do mar, a era da economia verde – e limita-se a decretar que, dado o esgotamento da capacidade do planeta, nada mais resta do que rezar. O correto seria: dada a incapacidade de visualizar cenários novos, nada mais a pensar.

    Esse neo-malthusianismo, essa visão atrasada do Clube de Roma não é uma solução. Com a carteirada das citações bibliográficas, André não consegue ir além de UM problema. E não trazer nenhuma solução.

    Sua única solução será os Bancos Centrais remonetizarem as dívidas e trazerem de volta a inflação. Aí, André terá o que dizer novamente. Por enquanto ele comete esse notável feito econômico de rebater Keynes… com Malthus.

    (*) No excelente “Cabeças de Planilha”, Nassif demonstra que o lançamento do Plano Real foi montado de tal forma que a fixação do valor do Real em relação dólar beneficiou, diretamente, operadores das finanças,. André, que estava com a boca na botija, pode ter sido um deles.. O ansioso blogueiro encaminhou essa grave denuncia do Nassif (no livro, FHC, como sempre, disse que nunca soube de nada) ao Ministério Público Federal, para esmiuçar a relação Real x Dolar e a subita fortuna de jenios brasileiros das finanças. Não deu em nada. E o brindeiro Gurgel ainda não estava lá. PHA

    http://www.conversaafiada.com.br/economia/2012/01/20/nassif-desmonta-um-neolibele/

  14. Aldo Cardoso

    18 de agosto de 2014 1:36 am

    Um título enganoso

    Um título tão expressivo e carregado de simbolismo, que leva instintivamente à um sentimento de contrição para, ato seguinte, ser repugnado pelo conteúdo simplesmente chocante!

  15. +almeida

    18 de agosto de 2014 4:26 am

    O desconserto da imprensa

    A minha opinião é que os profissionais da imprensa que não estão contaminados pela falta de caráter e de profissionalismo, deveriam concentrar-se exclusivamente na cobertura jornalística dos eventos que estão trabalhando. Não é admissível que alguns grandes nomes da imprensa possam cair nas armadilhas daqueles que integram a imprensa sensacionalista. Sabemos que jornalistas sensacionalistas fazem de suas profissões um imenso garimpo para transformar pequenos descuidos e/ou deslizes em turbulentos escândalos, mesmo que a causa seja por um inofensivo detalhe, absolutamente espontâneo e sem nenhum motivo que justifique tanta maldade e má fé. Constantemente reclamamos dos estragos que várias pessoas sofrem em sua honra, em sua carreira e em sua vida pessoal e familiar por setores de uma imprensa partidária e preconceituosa, que o fazem visando apenas seus interesses ou daqueles aos quais defendem a mesma bandeira. A eleição está chegando e todos parecem cegos ao não verem que alguns candidatos, cuja própria imprensa sabe muito bem quem são e também sabem, que além de não possuírem nenhum preparo serão inteiramente manipulados pelas forças conservadoras e rentistas, sabem que essas forças só pensam em manter seus status e mordomias, ainda que seja em troca da soberania e das riquezas nacionais e ainda fazem um cumplicioso silêncio repugnante. O corporativismo dessas forças encobre crimes praticados por seus pares e assim, todos vão defendendo uns aos outros, omitindo informações, enganando a população e transformando o país em um tremendo faz de contas, onde a realidade da justiça só alcança aos que contrariam seus interesses e/ou são seus adversários políticos e parece que não acontece nada. Mais grave que promover os oportunismos e a falta de escrúpulos da política, como no caso do velório e sepultamento de Eduardo Campos, é fingir que tudo isso seja uma novidade no mundo da política e na maioria dos demais segmentos. Poderá haver gente de caráter, honesta e de bem entre políticos, profissionais da imprensa, do judiciário, das forças policiais, etc… Mas, isso está muito longe de se pensar que essa pequena resistência do bem, não saiba que são apenas uma minoria, se comparadas as decepcionantes biografias que se omitem, que se acovardam, que são coniventes, que participam e que até ajudam a garimpar novos soldados para reforçar ainda mais o exército de seus senhores.

  16. Ivan de Union

    18 de agosto de 2014 10:13 am

    Sensibilidade eh isso, o

    Sensibilidade eh isso, o resto eh besteira:

    http://osbrasinhas.com.br/Wordpress/wp-content/uploads/2014/08/74Acampa5.jpg

    http://osbrasinhas.com.br/Wordpress/wp-content/uploads/2014/08/74Acampa5.jpg

  17. Jossimar

    18 de agosto de 2014 11:12 am

    sacanagem não publicar meu

    sacanagem não publicar meu comentário. Mas, a globo e a marina estão fazendo pior.

    1. luisnassif

      18 de agosto de 2014 12:56 pm

      Me deve essa, Jossimar.

      Me deve essa, Jossimar. Imagine só um troll entrando aqui e te comparando aos jornalões. Pensou?

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