Jornal GGN – O presidente Jair Bolsonaro, que prega dar o exemplo no uso dos recursos do governo, tem gasto bem mais no cartão corporativo federal do que seus antecessores.
O gasto médio na gestão atual chega a R$ 709,6 mil por mês, o que corresponde a um aumento de 60% em relação ao governo de Michel Temer (MDB) e de 3% ante o mandato de Dilma Rousseff (PT).
Os números divulgados no Portal da Transparência mostram que, por mês, Dilma tinha uma média de gastos de R$ 686,5 mil, enquanto Temer despendia R$ 441,3 mil.
Na gestão Bolsonaro, as despesas vinculadas ao gabinete do presidente e a funcionários do Palácio do Planalto dispararam a partir de outubro do ano passado. O pico foi registrado em fevereiro de 2020, quando as despesas chegaram a R$ 1,9 milhão – e a finalidade da despesa, que está praticamente toda sob sigilo, não foi informada.
Até então, o recorde de despesas foi apurado na gestão Dilma, em outubro (com registro em novembro) de 2014, quando os gastos chegaram a R$ 1,6 milhão, em valores atualizados pela inflação do período.
Segundo informações do jornal Folha de São Paulo, os três mandatários tiveram as mesmas regras para uso dos cartões, e nenhuma mudança nos critérios foi adotada desde 2008 – na ocasião, o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva adotou restrições, como limitação de saques.
A equipe de Bolsonaro chegou a avaliar o fim desses cartões antes de assumir o governo, mas os cartões corporativos seguem ativos.
jucemir r. da silva
10 de maio de 2020 3:19 pmPra compra de canetas é que não deve ser.
Logística de possível golpe?
Não duvidemos.
Stalingrado
10 de maio de 2020 4:36 pmO miliciano adora tapioca com açaí, é só isso. A imprensa malda.
Uma hipótese é de onde viria parte do dinheiro do Gabinete do Ódio. A esquerda precisa criar o Gabinete da Verdade, para se opor as técnicas de Steve Bannon.
peregrino
10 de maio de 2020 5:25 pmGastos fakes
peregrino
10 de maio de 2020 5:45 pmDe repente mudaram de corporativo para familiar