Bolsonaro não se pronuncia sobre gravação de Queiroz

Presidente classifica como "áudio bobo" a gravação de ex-policial sobre indicações de cargos

Jornal GGN – O presidente Jair Bolsonaro considerou “bobo” o áudio divulgado pelo jornal O Globo no qual o ex-policial Fabrício Queiroz discorre sobre indicação de cargos no Congresso Federal.

Em visita à China, Bolsonaro foi questionado sobre o caso e disse que “não tem nada a ver com isso”. Segundo informações do jornal Folha de São Paulo, o presidente ressaltou que não tinha ciência as atividades do ex-policial e que não sabia de suas atividades.

Queiroz foi exonerado do gabinete de Flávio Bolsonaro (PSL), filho do presidente e atualmente senador, em outubro do ano passado. Contudo, a gravação mostra o ex-assessor falando da “fila” que se forma no gabinete do senador em busca de cargos.

Em declaração ao jornal O Globo, Queiroz disse manter influência política por ter “contribuído de forma significativa na campanha de diversos políticos no Estado do Rio de Janeiro”. O pronunciamento foi feito em meio ao avanço das investigações da operação Lava Jato sobre uma eventual proteção ao ex-policial por parte do Ministério Público e da Polícia Federal

Fabrício Queiroz é investigado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro por suspeita de praticar a chamada “rachadinha”, onde servidores comissionados devolvem uma parte de seus salários. O ex-assessor trabalhou com Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa fluminense entre 2007 e 2018.

 

 

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4 comentários

  1. Bolsonaro lança um falso dilema a fim de facilitar ainda mais a vida dos ricos e, consequentemente, piorar ainda mais a vida dos pobres. De acordo com esse Troglodita lambe-botas, os Trabalhadores preferem menos direitos ao desemprego”.

    Ora, existe outra possibilidade: redução da jornada de trabalho. Ao reduzir a jornada de trabalho, teremos mais empregos, maior produção e salários mais elevados. É que ao reduzir a jornada de trabalho, abrem-se novos postos de trabalho, aumentado o número de contratações. Reduzindo-se o número de desempregados, reduz-se a concorrência entre os trabalhadores, elevando-se o nível dos salários.

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