11 de junho de 2026

Caso Master: a Lava Jato 2 que não foi — e os personagens que os vazamentos protegeram, por Luís Nassif

À medida que os fatos se consolidam é possível ver o jogo de lobbies nítido. E o desfecho confirma a manipulação que identificamos.
Reprodução

O Banco Master cresceu 2.270% em ativos até 2025, com alertas do Banco Central ignorados e uso de recursos previdenciários.
Vazamentos desviaram foco para ministros do STF e filho do presidente, enquanto políticos como Ibaneis Rocha e Ciro Nogueira ficaram fora da investigação.
A crise financeira do Master expõe redes de poder e falhas jornalísticas que silenciaram sobre o crescimento e riscos do banco.

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Resumo gerado por Inteligência artificial

Desde o primeiro momento em que o escândalo do Banco Master ganhou dimensão pública, em março de 2025, alertamos aos nossos leitores: acompanhem não apenas o que as investigações revelam, mas para onde elas não estão sendo direcionadas. Em casos com tantas derivadas políticas, financeiras e institucionais, a matilha midiática não é conduzida pelo faro jornalístico — é conduzida pela fonte que controla o vazamento.

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Hoje, à medida que os fatos se consolidam é possível fazer o balanço que antecipamos. O jogo de lobbies estava nítido desde o início. E o desfecho confirma, ponto a ponto, a manipulação que identificamos.

O que estava em jogo

O caso Master não é uma crise bancária ordinária. Os documentos do Banco Central ao TCU — a Nota Técnica 938/2025-BCB/SECRE e o Voto 177/2025, que embasaram a liquidação extrajudicial de 18 de novembro de 2025 — revelam um conglomerado que cresceu de R$3,7 bilhões em ativos em 2019 para R$88,3 bilhões em maio de 2025. Um crescimento de 2.270% em seis anos, financiado majoritariamente por captações de longo prazo via plataformas de investimento, com cobertura do Fundo Garantidor de Créditos.

Durante todo esse período, o Banco Central emitia ofícios de supervisão. Dezoito ofícios apenas nos anos de 2022 e 2023, com determinações de ajuste de provisões, reforço de capital e melhoria de práticas de gestão. Em setembro de 2024, a Supervisão determinou ajuste por insuficiência de provisão de R$7,4 bilhões — valor que comprometia estruturalmente o Patrimônio de Referência da instituição.

O banco crescia. O supervisor alertava. E a rede política que sustentava esse crescimento permanecia intocada — inclusive durante a fase mais aguda da crise, quando os vazamentos estratégicos começaram.

Os três movimentos da operação de desvio

Primeiro movimento: Alexandre de Moraes como alvo

O primeiro vazamento de impacto veio da perícia da Polícia Federal, dirigido à repórter Malu Gaspar. O foco: contratos envolvendo a esposa do Ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. O efeito imediato foi previsível — dias de cobertura intensiva sobre o STF, com a instituição colocada na berlinda antes mesmo que os fatos centrais do caso Master tivessem sido adequadamente investigados.

A lógica do desvio é simples: o STF e a Procuradoria-Geral da República são as únicas instituições com capacidade de conter uma investigação que, se conduzida com rigor, alcançaria personagens de peso no Congresso e nos governos estaduais. Desmoralizar o STF antes que ele precise agir é neutralizar preventivamente o freio institucional.

Segundo movimento: Dias Toffoli e o controle da perícia

Na sequência, novos vazamentos apontaram para o Ministro Dias Toffoli. A pressão resultou em algo de consequências práticas imediatas: a relatoria do caso foi retirada de Toffoli e quatro peritos por ele indicados para substituir os peritos originais ficaram sob suspeita.

Aqui a operação revela sua sofisticação. A suspeita sobre os novos peritos foi utilizada como alavanca para tentar colocar o controle da perícia nas mãos de peritos ligados à rede lavajatista, em parceria com os mesmos jornalistas que recebiam os vazamentos. Não se tratava de combater o vazamento. Tratava-se de controlar quem vaza e para quem.

Terceiro movimento: Fábio Luís Lula da Silva

O pedido de quebra de sigilo bancário e fiscal de Fábio Luís Lula da Silva — o Lulinha, filho mais velho do presidente da República — dominou o noticiário por dias. O pedido foi formulado por um delegado egresso do universo bolsonarista, sem que a conexão direta de Lulinha com o caso Master estivesse documentada com a solidez que justificaria a medida naquele momento.

O efeito narrativo foi preciso: colocar o nome do filho do presidente no centro de uma investigação de grande repercussão, associando o governo Lula ao escândalo financeiro, enquanto os personagens com conexões documentadas ao crescimento do banco permaneciam fora do noticiário principal.

Os protegidos pelos vazamentos

Enquanto a matilha midiática corria atrás de Moraes, Toffoli e Lulinha, cinco personagens com conexões documentadas ao caso Master permaneciam sistematicamente fora do foco investigativo:

Ibaneis Rocha — Governador do Distrito Federal e controlador político do Banco de Brasília. O BRB formalizou interesse na aquisição de participação no Master em março de 2025, como fato relevante. Os documentos do BCB ao TCU registram que durante as negociações o Master cedeu ao BRB créditos inexistentes, adquiridos de empresa terceira — a Tirreno Consultoria Promotoria de Crédito e Participações S.A. Esses fatos foram comunicados ao MPF em julho de 2025. A questão central — quem no governo do DF autorizou e conduziu a operação de aquisição de um banco em crise crônica documentada — permanece sem resposta pública adequada.

Ciro Nogueira — Senador pelo PP do Piauí e ex-ministro da Casa Civil do governo Bolsonaro. A conexão com o Master se dá pelo canal dos RPPS — Regimes Próprios de Previdência Social — de municípios e estados, particularmente do Nordeste. Recursos de previdência de servidores públicos foram alocados em CDBs do Master acima do limite de cobertura do FGC, o que significa que perdas acima de R$250 mil por titular não são cobertas pela garantia do Fundo e recaem diretamente sobre os beneficiários. A intermediação política nessa alocação de recursos previdenciários é a dimensão do caso que a cobertura dominante menos alcançou.

David Alcolumbre — Senador pelo União Brasil do Amapá e presidente do Senado no período crítico da crise. Sua presença na rede política do Master é reportada nas investigações jornalísticas. Sua posição como articulador central do Congresso é relevante para entender por que a CPI do Master nunca ganhou a tração que o escândalo exigiria institucionalmente.

Flávio Bolsonaro e Eduardo Bolsonaro — Senador e deputado federal, filhos do ex-presidente. As conexões com o ecossistema Master — incluindo a rede de influenciadores e operadores políticos que sustentaram a distribuição de CDBs — compõem a dimensão do caso que a estratégia de desvio narrativo mais sistematicamente protegeu. Não por acaso: uma investigação conduzida pela lógica lavajatista, com foco no governo atual, é por definição uma investigação que olha para frente e não para o período 2019-2024 — exatamente quando o Master cresceu 2.270% sob supervisão crescentemente preocupada do BCB.

A anatomia do jornalista-sela

Há duas espécies de jornalistas, e o caso Master ilumina a distinção com clareza incomum.

O jornalista-sela — o que se deixa cavalgar pela fonte — não é necessariamente desonesto, no sentido de receber dinheiro. Muitas vezes é simplesmente seduzido. Ter acesso a vazamentos exclusivos em uma operação de alta visibilidade confere notoriedade, valoriza profissionalmente, constrói reputação de grande repórter. A supina ignorância jornalística trata vazamentos como furos de reportagem.

Reportagem não é isso. Reportagem é a arte de formular uma hipótese, ir atrás dos fatos, conferir a veracidade, analisar as consequências. O vazamento é dado bruto — e dado bruto, sem contexto, sem verificação, sem análise de quem o fornece e por quê, é instrumento de manipulação tanto quanto de informação.

No caso Master, o jornalista-sela cumpriu função estrutural na operação de desvio: manteve a matilha correndo atrás de Moraes, Toffoli e Lulinha enquanto os documentos que explicam o crescimento do banco — os dezoito ofícios do BCB, a insuficiência de provisão de R$7,4 bilhões, a deficiência crescente de recolhimento compulsório, a cessão de créditos inexistentes ao BRB — ficavam fora do noticiário principal.

Mas há um segundo tipo de jornalismo no caso Master que ainda falta ser plenamente revelado. E não se trata dos influenciadores especializados em fofoca de TV. Trata-se de jornalismo financeiro especializado — o tipo que produz cobertura sobre instituições, modelos de negócios, solidez de balanços.

Entre 2022 e 2025, enquanto o BCB emitia ofícios e a supervisão se intensificava, havia uma narrativa circulando nos mercados sobre o Master como banco inovador, com modelo de negócios diferenciado, crescimento sustentável. Essa narrativa não se produz sozinha. Ela tem autores, têm patrocinadores, tem canais de distribuição. E ela foi instrumental para que gestores de RPPS — muitos deles em municípios do interior nordestino, gerindo recursos de aposentados de classes C, D e E — continuassem comprando CDBs do Master acima do limite de cobertura do FGC com base em percepção de solidez não sustentada pelos fundamentos.

Quem produziu ou viabilizou essa cobertura? Quem recebeu o patrocínio do Master? Essas perguntas ainda aguardam resposta.

O jogo de poder e o que estava em risco

Supondo que a Lava Jato 2 tivesse sido bem-sucedida — que os vazamentos tivessem controlado a narrativa, que o STF tivesse sido suficientemente desmoralizado, que a investigação tivesse convergido para o governo Lula e se afastado da rede que sustentou o crescimento do Master no período anterior.

A esta altura, o país estaria numa trajetória de impeachment de ministros do STF, pressão sobre a PGR, e o caso Master seria mais uma munição de guerra político-judicial sem que seus protagonistas centrais fossem alcançados. As organizações criminosas encasteladas no Congresso — aquelas que intermediaram a alocação de recursos previdenciários em um banco em colapso documentado — sairiam intactas. E os servidores públicos do interior nordestino que perderam economias de aposentadoria acima do limite do FGC continuariam sem responsável identificado.

Não se pense em ingenuidade nessa história. A operação de desvio narrativo é racional, tem lógica, tem custo-benefício. Para quem a orquestra, o risco de exposição é alto — e o investimento nos jornalistas-sela e na cobertura financeira patrocinada é simplesmente o custo de fazer negócios num sistema em que a impunidade tem preço de mercado.

Conclusão: a matilha e o rastro verdadeiro

O caso Master é, simultaneamente, uma crise financeira de proporções históricas para o sistema brasileiro — com custo estimado ao FGC da ordem de R$40 bilhões — e uma operação política sofisticada de proteção de redes de poder que usaram o banco como instrumento de captura de recursos previdenciários e de financiamento político.

A Lava Jato 2 não foi. O STF resistiu. A PGR não cedeu. E a investigação do TCU avança sobre terreno que os vazamentos tentaram interditar.

À medida que os fatos emergem, o rastro verdadeiro fica mais nítido. Não é o rastro que leva ao filho do presidente ou aos ministros do Supremo. É o rastro que leva aos RPPS do interior nordestino, ao BRB sob Ibaneis Rocha, às redes de Ciro Nogueira e Alcolumbre no Senado, e aos irmãos Bolsonaro no ecossistema que sustentou o crescimento do banco durante o período em que o BCB já alertava sistematicamente sobre seus problemas estruturais.

E é o rastro que leva ao jornalismo de vazamento que produziu ou silenciou durante esse período — o segundo tipo de cumplicidade midiática no caso Master, que ainda falta ser plenamente iluminado.

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Luis Nassif

Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.

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13 Comentários
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  1. José de Almeida Bispo

    22 de maio de 2026 7:51 am

    E nenhum responsável real vai preso. Deles, sequer uma mísera citação.

  2. Emanuel Oliveira

    22 de maio de 2026 8:53 am

    Perfeito, melhor que essa análise não há.

  3. Rui Ribeiro

    22 de maio de 2026 10:10 am

    De acordo com o PIG, O Ministro André Mendonça avalia que o fato de a PF (Polícia Federal) ter rejeitado a proposta de delação corrobora o que ele já vinha dizendo desde o princípio da investigação: que dificilmente o dono do Banco Master será capaz de entregar informações adicionais àquelas que já foram obtidas de forma independente pelos investigadores.

    Só que, após a rejeição da PF, o Vorcaro aumentou a bolada. Em vez de devolver 40 bi de reais, ele tá oferecendo devolver 60 bilhões de reais. Será que vão homologar a delação só pelos 20 bilhões de reais a mais, já que dificilmente o Vorcaro não entregará informções adicionais àquelas que já foram obtidas de forma independente pelos investigadores?

    A conferir.

    O que diz o Nikolas Caroneiro do Vorcaro: “Delata, Vorcaro!! O Brasil não aguenta mais tanta sujeira e corrupção”.

    Ou seja, o Nikolas é a favor de que o Vorcaro seja premiado com a impunidade ou que seja punido com uma peninha simbólica e, dessa forma, possa usufruir em paz e tranquilamente o produto dos seus crimes em seu jatinho.

    Por sua vez, o Flávio Bostonaro diz: “Irmão, estou e estarei contigo sempre, não tem meia conversa entre a gente. Só preciso que me dê uma luz! Abs!”.

    O Flávio deve ter prometido anistia ao Vorcaro, caso seja eleito.

  4. Rui Ribeiro

    22 de maio de 2026 10:37 am

    Quando o Vorcaro queria devolver apenas 40 bilhões de reais, o André Mendonça era contra a delação premiada por achar que dificilmente o Criminoso será capaz de entregar informações adicionais àquelas que já foram obtidas de forma independente pelos investigadores. Mas agora o Vorcaro propõe devolver 60 bilhões de reais. Será que o Mendonça se deixará levar por estes 20 bilhões de reais?

    A conferir.

    Se depender do Nikolas, o Vorcaro será premiado com a impunidade ou será punido com uma peninha simbólica e poderá usufruir o produto dos seus crimes em paz e tranquilamente, pois o Nikolas disse: “Delata, Vorcaro!! O Brasil não aguenta mais tanta sujeira e corrupção”.

    O Nikolas bate carteira e grita “Pega ladrão” a fim de despistar os incautos.

    Por sua vez, o Flávio Bostonaro disse: “Irmão, estou e estarei contigo sempre, não tem meia conversa entre a gente. Só preciso que me dê uma luz! Abs!”

    O Flávio Bostonaroo deve ter prometido anistiar o Vorcaro, caso seja eleito.

  5. Jackson Arleo

    22 de maio de 2026 12:06 pm

    Maravilha, Nassif!
    Complementando o seu raciocínio, arrisco dizer que, a tentativa, que continua viva, de aprovar a nefasta pec65 de 2023, poderá levar o Bacen à privatização. Perda do RJU, de plano de saúde para ativos e aposentados, além de permitir que os banqueiros e a faria lima, sejam as raposas cuidando do galinheiro.

  6. Fábio de Oliveira Ribeiro

    22 de maio de 2026 1:26 pm

    O escândalo não foi os Bolsonaro usarem sua influência para ajudar o Banco Master captar bilhões de prefeituras e estados e não foi o BC permitir isso acontecer. Também não foi Vorcaro pagar comissão aos Bolsonaro e eles usarem uma parte no filme e ficarem com o resto sem dividir com os manos deles.
    A mesada paga por Vorcaro a Ciro Nogueira não é escandalosa, porque receber propina é a regra na política brasileira. O escândalo não foi os Bolsonaro inventarem desculpas esfarrapadas e nem mesmo cogitarem devolver o dinheiro para a massa falida do banco em liquidação.
    A morte suspeita do Sicario já foi esquecido, assim como os métodos escandalosos que ele utilizava para ajudar Vorcaro a conseguir tudo que ele queria.

    O escândalo é a maneira como a imprensa narra tudo isso como se ninguém fosse responsável ou tivesse que sofrer consequências.

    1. Evandro Condé

      23 de maio de 2026 7:56 am

      Sobre o Sicário, estou esperando que Nassif publique a resposta que obteve (se é que) dos questionamentos feitos à PF.

  7. Evandro Condé

    22 de maio de 2026 3:33 pm

    Eu, em minha ignorância ancestral, me perguntando o que esse Vorcaro lucra não entregando comparsas. Pelo menos mais um advogado pulou fora

  8. Veritas

    22 de maio de 2026 3:36 pm

    O jornalista sela, diferente do bom jornalista, é como aquele que fica vendo os mosquitos e não vê o elefante. Desperdiça o direito inviolável de sigilo da fonte, um verdadeiro abre portas, para não investigar a fundo. No caso, não pergunta para onde foram os 55 bilhões dilapidados? Quanto foi mesmo que desapareceu das contas e aplicações do banco master? Por que o Bacen só optou pela liquidação depois de 31 ofícios alerta? O que a CVM apurou desta dilapidação? Por que a CVM apurou muito pouco? Quem fazia parte da fábrica de ativos falsos do banco master? O que eles faziam? Estão presos? O que Henrique Volcaro fazia no esquema? O que João Carlos Mansur e o reag faziam no esquema? Nelson Tanure tem algum envolvimento? Qual a vida pregressa dos envolvidos (Henrique e Daniel Volcaro, Ciro Nogueira, Ibaneis Rocha, Zettel, Eduardo e Flávio Bolsonaro,Alcolumbre, João Pedro Barroso do Nascimento, Sicario e outros)? Qual o montante dilapidado e indenizado pelo Fundo Garantidor de Crédito? Qual o montante dilapidado não indenizado?Quem são os fundos de pensão e outros depositantes prejudicados? Quanto perderam? Como pode ser localizado e recuperado o montante bilionário dilapidado? O pior é que o jornalista sela não investiga e acaba sempre desviando e atrapalhando as investigações, quando poderia ajudar a iluminar os fatos, como faz este jornal, colaborador da Cidadania, da Sociedade e da Justiça.

  9. JOTAFORRESTGUMPfilme

    22 de maio de 2026 3:54 pm

    AÍ APARECEU A ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS JUNTO COM CHAPEUZINHO RED E O LOBO NA NAVE DOS STAR WARS E…THE END.FINISH,FIN E ACABOU O CONTO DE FADAS,SÓ FALTA VC DIZER Q RAMAGEM É UM AGENTE DUPLO COM PASSAPORTE ESPECIAL À PARTE,AFF !!!

  10. jose machado

    23 de maio de 2026 4:04 pm

    O Vocarro quer devolver 60 bilhões? Ora, o rombo no FGC não foi de 42 bilhões?
    Onde ele vai arrumar esse dinheiro?
    Está se vendo que é um cheque sem fundos que ele quer emitir.

  11. Jose carlos lima

    23 de maio de 2026 10:44 pm

    Nassif que Deus lhe dê muitos anos de vida
    Aí deste país se não fosse o seu profissionalismo na área em que atuas, pois eh muito difícil encarar a matilha

    Hoje vejo nas notícias Google a foto de Lula e a chamada politiqueira do Correio Brasiliense: Condenados serão beneficiados por lei da ficha limpa

    Ao clicar pra ver a foto de Lula no artigo, nenhuma referência ao “condenado”

    Difícil suportar esses malabarismo em tempos de falsas narrativas aos montes

  12. fabricio coyote

    24 de maio de 2026 1:21 am

    quando os vazamentos são para destruir o inimigo são saudáveis… entendi. rs rs rs

    quer dizer, às calendas os escrúpulos!

    temos de bater palmas aos Jornalistas do The Intecept, criado por Glenn Greenwald que, aliás, é um grande crítico de moraes. Numa democracia todas as vozes são válidas, em tese…

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