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8 Comentários
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  1. romério rômulo

    14 de agosto de 2015 3:13 am

    Guignard que morava em Ouro Preto, MG

    http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2015/08/1668518-tela-de-guignard-se-torna-obra-mais-cara-de-artista-brasileiro-em-leilao.shtml

    romério

  2. Cláudio Montezuma

    14 de agosto de 2015 8:41 am

    A Petrobras não acabou, ouviu, Verônica Serra?

    No Tijolaço

    http://tijolaco.com.br/blog/?p=28906

    Direção da Petrobras reafirma que não cederá áreas do pré-sal

    13 de agosto de 2015 | 10:54 Autor: Fernando Brito

    marica

    A Petrobras publicou, ontem, em seu blog Fatos e Dados, uma série de esclarecimentos sobre seu Plano de Negócios  para os próximos anos.

    Nela, alguns pontos muito importantes, porque são a reafirmação oficial de que improcedem as versões de que a empresa estaria disposta a reduzir sua participação na exploração do pré-sal.

    Elaborado na forma de perguntas e respostas, é com um “não” que se refere à possibilidade de venda das áreas do pré-sal que estão em produção. Como não há a possibilidade de ceder áreas dos megacampos de Beija-Flor ( antes chamado de Franco) e de venda de parcelas do de Libra, onde tem apenas 10% a mais do que os 30% obrigatórios, os grandes reservatórios que não estão ainda em produção, isso equivale, na prática, a negar o desinvestimento em áreas do pré-sal.

    É claro que o país tem prejuízos estratégicos com a redução dos investimentos da empresa, mas é compreensível que a depressão – mais longa do que se previa – dos preços do petróleo no mercado internacional não deixam à Petrobras, como não deixaram às demais grandes petroleiras, alternativa senão a de cortar ou retardar novas inversões pesadas.

    O essencial, no momento, é sustentar os investimentos em curso – que são em si já imensos – assegurando a construção no Brasil das sondas de águas ultraprofundas (que terá, possivelmente, solução em breve), dos navios-plataforma já contratados, concluir a Refinaria Abreu e Lima e acertar a continuidade do Comperj, duas plantas de refino absolutamente indispensáveis para qualquer pretensão de retomada de crescimento do país.

    Outra medida polêmica, a abertura de capital da BR Distribuidora, só poderá ser corretamente avaliada quando se souber que parcela do capital da empresa se pretende oferecer ao mercado. Se não for muito grande, é uma forma aceitável de obter capitais para “desenforcar” a holding Petrobras de parte de seu endividamento. Mas é irresponsável fazer qualquer juízo de valor sem saber desta informação essencial e é ocioso discutir o que, se acontecer, não será agora, num cenário de restrição aos investimentos em petróleo, o que significaria vender outro na bacia das almas.

    Leia abaixo o post do Fatos e Dados:

    Tire suas dúvidas sobre
    nossos investimentos e desinvestimentos

    Muitas informações estão circulando na imprensa e nas redes sociais sobre os investimentos e desinvestimentos previstos em nosso Plano de Negócios e Gestão 2015-2019. Mas, afinal, é tudo verdade o que está sendo dito?

    1. As áreas do pré-sal que estão em produção serão vendidas?

    Não. A nossa carteira de desinvestimento é dinâmica, pois o desenvolvimento das transações dependerá das condições negociais e de mercado. Assim sendo, a lista de oportunidades para alienação pode sofrer alterações devido às condições de mercado e à análise contínua dos negócios da empresa. Por questões estratégicas e sigilo comercial não informamos os projetos de desinvestimentos de nossa carteira.

    2. A Petrobras vai parar de investir?

    Não. Serão investidos 130,3 bilhões de dólares de 2015 a 2019, de acordo com o nosso Plano de Negócios e Gestão 2015-2019. Do total, 83% (108,6 bilhões de dólares) serão destinados à área de E&P, que vai priorizar projetos de exploração e produção de petróleo no Brasil, com ênfase no pré- sal. Nas demais áreas de negócios, os investimentos destinam-se, basicamente, à manutenção das operações e a projetos relacionados ao escoamento da produção de petróleo e gás natural.

    blog-investimentos-PNG-2015-2019-total.jpg

    3. Desinvestimentos são comuns entre as grandes empresas de petróleo?  

    Sim. A redução dos nossos investimentos segue a tendência mundial da indústria de petróleo e gás e está diretamente ligada à redução dos preços de petróleo no mercado mundial. Empresas do setor – majors, empresas nacionais e independentes – têm previsão de reduzir investimentos em todas as áreas, inclusive na área de E&P. A média mundial de diminuição de investimentos no segmento de E&P este ano em relação a 2014 é de 20%. O nosso montante de desinvestimentos para o período entre 2015 e 2016 foi revisado para US$ 15,1 bilhões (sendo 30% na área de Exploração e Produção, 30% no Abastecimento e 40% no Gás e Energia). O plano também prevê esforços em reestruturação de negócios, desmobilização de ativos e desinvestimentos adicionais, totalizando US$ 42,6 bilhões entre 2017 e 2018. Com essas medidas, buscamos maior eficiência na gestão de serviços contratados, racionalização das estruturas e reorganização dos negócios, otimização dos custos de pessoal e redução nos dispêndios de suprimento de insumos.

    4. Além do pré-sal, demais áreas vão receber investimentos?

    Sim. Na área de Abastecimento, vamos investir 12,8 bilhões de dólares, sendo 69% em manutenção e infraestrutura, 11% na conclusão das obras do segundo trem da Refinaria Abreu e Lima e 10% na Distribuição. O montante total inclui investimentos no Comperj para recepção e tratamento de gás, manutenção de equipamentos, dentre outros. A área de Gás e Energia tem alocados 6,3 bilhões de dólares, com destaque para os gasodutos de escoamento do gás do pré-sal e suas respectivas unidades de processamento (UPGNs).

    blog-investimentos-PNG-abastecimento.jpg

    5. As obras do Comperj estão paradas?

    Não. Conforme o nosso Plano de Negócios e Gestão 2015-2019, as obras da central de utilidades do Comperj e das unidades de infraestrutura que irão suportar a partida da Unidade de Processamento de Gás Natural (UPGN) estão em andamento com previsão para entrar em operação até outubro de 2017. Quanto ao projeto da Refinaria Trem 1, estamos estruturando um modelo de negócio visando a sua conclusão.

    6. Serão concluídas as obras da Refinaria Abreu e Lima (Rnest)?

    Sim. O primeiro conjunto de refino (Trem 1) já iniciou suas operações, enquanto prosseguem as obras para colocar em funcionamento o Trem 2, com previsão de entrada em 2018.

    7. A Companhia vai se desfazer da Petrobras Distribuidora?

    Não. Informamos que, em continuidade ao processo de estudos para oferta pública de ações da Petrobras Distribuidora (BR) divulgado através de Fato Relevante em 01 de julho de 2015, nosso Conselho de Administração autorizou o protocolo de registro de oferta pública e de companhia aberta da Petrobras Distribuidora na Comissão de Valores Mobiliários (CVM).Todos os atos necessários para realização da oferta estarão sujeitos à aprovação dos órgãos internos da Petrobras e da Petrobras Distribuidora, bem como à análise e à aprovação dos respectivos entes reguladores, supervisores e fiscalizadores, nos termos da legislação aplicável. A presente comunicação não deve ser considerada como anúncio de oferta e a realização da mesma dependerá de condições favoráveis dos mercados de capitais nacional e internacional.

    8. A Transportadora Associada de Gás (TAG) vai ser vendida?

    Não. A partir de um termo de compromisso assinado com a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), vamos reestruturar a TAG e suas subsidiárias integrais: Nova Transportadora do Sudeste (NTS) e Nova Transportadora do Nordeste (NTN). Nosso objetivo é criar uma carregadora de gás natural no Nordeste e outra no Sudeste do Brasil. Ao final desse processo, apenas as empresas TAG e NTS serão mantidas, ambas como nossas subsidiárias integrais, sendo a TAG responsável pelos ativos do Norte e Nordeste e a NTS pelos ativos do Sudeste. Essa operação altera apenas a estrutura societária das subsidiárias, sem impacto no negócio de transporte de gás natural.

    9. Os negócios no exterior vão acabar?

    Não. Nos próximos cinco anos, prevemos para a área de Exploração e Produção 4,9 bilhões de investimentos no exterior, e no Segmento Abastecimento está previsto 1,3 bilhão de investimentos para o negócio distribuição.

    blog-investimentos-PNG-EeP.jpg

     

  3. Chopin

    14 de agosto de 2015 8:57 am

    São 30 anos de picaretagem, e do bolso deles nunca saiu um tusta

    quinta-feira, 13 de agosto de 2015

    http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com.br/

    Com fortuna de R$ 65 bilhões, Globo pede para você doar R$ 7,00 ao Criança Esperança.

      A Globo é engraçada. Seus três donos, os irmãos Marinho, amealharam uma fortuna de R$ 64 bilhões (segundo a revista Forbes).

    Inclusive vendendo anúncios em telejornais que exploravam comercialmente reportagens sobre crianças que passavam fome, antes do Bolsa Família (Série “Fome no Brasil”, passada em 2001).

    Mesmo com essa fortuna, todo ano eles vem pedir logo a VOCÊ, um pobre telespectador, para doar R$ 7,00 ao polêmico projeto Criança Esperança.

    Com todo o respeito a quem faz doações de boa fé, mas isso é chamar o telespectador de otário.

    No ano passado, 2015, a campanha arrecadou R$ 15 milhões, segundo divulgou a emissora. Ora, isso é 0,023% da fortuna dos três bilionários. Um dia de faturamento das Organizações Globo é mais do dobro disso.

    Porque em vez de doar você não manda a Globo e seus donos enfiarem a mão no próprio bolso? Até o MacDolnald’s doa um dia de seu faturamento para apoiar crianças com câncer. A Globo não.

    A família mais rica do Brasil fica com seus bilhões intocáveis e quer que você, um pobre telespectador, faça filantropia com o seu dinheiro para eles aparecerem como “bom samaritanos”. Ah… vá te catar, Globo.

    O Criança Esperança tem 30 anos e por mais que eu procure nunca vi uma prestação de contas divulgada com transparência. A Globo faz uma amostra de um ou outro projeto apoiado, mas nem isso bem explicado, sobre quanto foi aplicado ali, a extensão do que foi feito.

    Em tempo: se quiser ajudar crianças doe para entidades de sua confiança, de preferência que você conheça bem na sua comunidade. Ou doe direto para a Unicef, orgão das Nações Unidas dedicado à infância (A Globo tirou a Unicef do projeto em 2004, quando a Unicef passou a apoiar crianças pobres do semiárido, e passou a parceira para a Unesco – que tem mais vínculos com a Fundação Roberto Marinho). 

     

  4. nilo

    14 de agosto de 2015 9:10 am

     
    http://www.ocafezinho.com/2

     

    http://www.ocafezinho.com/2015/08/13/ex-vereador-do-pt-preso-na-lava-jato-e-na-verdade-antipetista-raivoso/
     

    Ex-vereador do PT preso na Lava Jato é na verdade antipetista raivoso

     fb

    Ao noticiar a prisão de Alexandre Correa de Oliveira Romano, o Globo e a Globo apresentaram o sujeito apenas como “ex-vereador do PT”.

    Só que a história verdadeira não é essa.

    Romano foi um petista relâmpago. Entrou no partido para concorrer a vereador em 2000, e elegeu-se com votação recorde, por conta de pertencer a uma tradicional família de Americana, interior de São Paulo.

    Em menos de dois anos, porém, se licenciou do cargo e, em 2003, assumiu o cargo de secretário de meio ambiente do prefeito da cidade, do PDT, não apoiado pelo PT.

    Em seguida, desfiliou-se do PT.

    Sua desfiliação aconteceu em setembro de 2005, conforme dados oficiais do TSE.

    ScreenHunter_6087 Aug. 13 15.20

    E foi à Brasília prestar serviços para a Câmara dos Deputados.

    Fontes de Americana ligaram para o Cafezinho para me avisar que Romano jamais teve qualquer ligação orgânica com o partido.

    As fofocas divulgadas pelo blog Antagonista, de que Romano teria doado R$ 5 mil ao então candidato petista Antonio Mentor, também de Americana, igualmente distorcem a verdade.

    Antonio Mentor foi candidato a deputado estadual pelo PT em 2014. Deu um jantar de campanha, e Romano comprou um ingresso. Só isso.

    O candidato havia sido quem levara Romano para o PT no ano 2000, inclusive pela relação com a família de Romano, que é querida na cidade. Mentor não se elegeu.

    As tentativas de associar Romano e suas estrepolias ao PT, portanto, são irresponsabilidade da mídia e da Lava Jato.

    No Facebook de Romano, você verá apenas postagens raivosas contra o PT. Há postagens do Revoltados On Line, de Ronaldo Caiado, de Arnaldo Jabor.

    (O Facebook de seus irmãos, então, é ainda mais “revoltado online”; todo mundo chamando para marcha golpista do dia 16… Alguém avisa aos rapazes que, antes de quererem dar golpe, resolverem a corrupção na própria família).

    Reproduzo abaixo algumas postagens recentes do Facebook do “ex-vereador do PT”.

    ScreenHunter_6081 Aug. 13 11.22

    ScreenHunter_6079 Aug. 13 11.21

    ScreenHunter_6078 Aug. 13 11.20

    ScreenHunter_6077 Aug. 13 11.18

    ScreenHunter_6076 Aug. 13 11.16

     

     

  5. superperplexo

    14 de agosto de 2015 10:17 am

    TODO POLÍTICO É LADRÃO, DIZEM 92% DOS ELEITORES
    14 ago 2015O Globo

    Números

    92% DOS ELEITORES

    concordam com a frase ‘ todo político é ladrão’

    71% ACHAM

    que políticos só fazem oposição para atender a seus próprios interesses

    38% SE DIZEM

    refratários ao PT; desses, 36% acham que o governo de Dilma Rousseff é ruim ou péssimo

    62,8% AFIRMAM

    não ver alguém capaz de tirar o Brasil da situação atual

     

  6. Chopin

    14 de agosto de 2015 11:44 am

    A classe trabalhadora está se organizando no apoio a democracia

    Dilma aos golpistas: Respeitem o resultado e honrem seu adversário

    Em uma demonstração de unidade em defesa da democracia e das conquistas garantidas pelo governo progressista dos últimos anos, centenas de lideranças sindicais e dos movimentos sociais se reuniram com a presidenta Dilma Rousseff nesta quinta-feira (13), no Palácio do Planalto, para reafirmar o apoio ao mandato legítimo e repelir os intentos golpistas da oposição.

     

    Agência Brasil   

    Após ouvir as intervenções das lideranças, que manifestaram apoio ao seu governo, mas também apontaram as reivindicações, Dilma reafirmou seu compromisso com as bandeiras que a reelegeu. “Eu sei de que lado estou. Eu costumo dizer que na minha vida eu mudei muito. A gente erra, aprende e vai mudando. Melhorei, mudei e alguns podem falar: ela piorou. Mas uma coisa eu afirmo: eu nunca mudei de lado”, disse.

    E acrescentou: “Nós vamos tomar todas as medidas para que este país volte a crescer o mais rápido possível. Vamos fazer todo o possível e investir, não só para não haver retrocesso, mas para avançar”.

    Sob o coro de “não vai ter golpe!” e em um claro recado aos inconformados com os resultados das urnas, Dilma afirmou: “Respeite o resultado. E respeite o adversário. Respeite e honre seu adversário. Se você não respeitar o resultado do jogo, você não pode entrar no jogo”.

    Dilma disse que o melhor jeito de honrar a democracia é entender essa conquista imensa que tivemos na nossa sociedade. “É entender que a democracia é algo que temos de preservar custe o que custar. A tolerância, o respeito e outra coisa que a gente tem de ter. Temos que respeitar o adversário. Eu brigo até a hora da eleição; depois eu respeito o resultado da eleição”, afirmou a presidenta.

    Onda conservadora

    A presidente criticou as pautas conservadoras que, segundo ele, podem “fazer mal ao país”, citando como exemplo a redução da maioridade penal. Ela afirmou que foi esse motivo que saiu em público contra a proposta.

    Dilma enfatizou que o Brasil não tem de ser a “sétima economia do mundo, mas a “a sétima nação”. “E eu não estou aqui para resolver todos os problemas este ano. Estou aqui para resolver todos os problemas e entregar este país muito melhor no dia 31 de dezembro de 2018”, declarou.

    E completa: “O governo tem de fazer economia, sim. Tem que fazer. Não tem essa conversa de que o governo vai sair gastando como nós gastamos em momento que tínhamos mais dinheiro. É igual família: o dinheiro vai para aquilo que é mais importante para não ter retrocessos, para que a população que mais sofre nesse país tenha as melhores condições de vida “.

    Dilma concluiu o seu discurso com as mesmas palavras ditas ontem durante o encerramento da Marcha das Margaridas, nesta quarta (12), quando citou uma música do Lenine. “Eu disse que nos maus tempos da lida, eu envergo, mas não quebro”.

    Lideranças

    Antes do discurso da presidenta, lideranças de diversos movimentos reafirmaram o apoio ao governo e enfatizaram a disposição de luta contra qualquer tentativa de manobra golpista. A primeira a falar foi Carina Vitral, presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE). Ela destacou que a entidade completou 78 anos de história que foram marcadas “por lutas, sobretudo, uma luta em defesa do Brasil e dos estudantes”.

    “Por toda essa história, nós sabemos dar valor a democracia porque pagamos com as nossas vidas, com os nossos líderes. Sabemos dar valor a nossa recente e valiosa democracia… Nós, dos movimentos sociais e estudantes, apoiamos a continuidade do seu mandato porque damos valor a democracia e a legalidade”, declarou Carina, ressaltando que os estudantes querem discutir uma agenda positiva que garanta a ”implantação do Plano Nacional de Educação, de um plano nacional de alfabetização, por mais universidades e pela democratização dos meios de comunicação”.

    Para Adilson Araújo, presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), afirmou que há “onda extremamente conservadora” que “põe em xeque” programas. “O Brasil está sob a ameaça daqueles que foram derrotados e que estão olhando para a nossa cara e dizendo que temos que ir para Cuba. Nós vamos para Cuba sim, mas quando estiver pronto o Porto de Mariel”, ironizou o sindicalista, se referindo ao financiamento feito pelo governo brasileiro para as obras de modernização do Porto de Mariel.

    Adílson salientou que o país vive um momento novo. “Queremos discutir daqui para frente, pois houve um tempo que discutir o Brasil era discutir uma política de privatização, uma política de subserviência ao FMI. Uma política que para entrar nos Estados Unidos tinha que tirar o sapato. Uma política de congelamento salarial, desemprego e inflação”, resgatou.

    Alexandre Conceição, do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), criticou os partidos de oposição e afirmou que eles não aceitam a derrota nas urnas porque “nasceram no berço da casa grande”. “Essa oposição nos chicoteou na senzala. Essa oposição comete atos de corrupção todos os dias. E por isso não tem moral para nos apontar e dizer qual pauta devemos seguir”, enfatizou.

    Já para o representante do Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST), Guilherme Boulos, afirmou que os que hoje são contra o governo têm pais que apoiaram o regime militar e filhos que são contra as cotas sociais. E mandou um recado aos golpistas: “Aqueles que utilizam a insatisfação social para atacar a democracia. Esses que estão por aí semeando a intolerância, o ódio e o preconceito. Essa turma dos Jardins, Leblon não representa o povo brasileiro. Não aceitamos e não aceitaremos a sua política de retrocesso”.

    Ele reafirmou que é precisa garantir que o povo não pague a conta pela crise. “Não aceitaremos que ajuste que tire direitos trabalhistas, que corte direitos e programas sociais”, enfatizou.

    O presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Vagner Freitas, concluiu a participação dos movimentos, ressaltando que os trabalhadores serão a trincheira de defesa do mandato da presidenta Dilma. “Nós seremos o exército que vai enfrentar a burguesia nas ruas e não vai ter golpe. Esse povo que está aqui tem condição de enfrentar os coxinhas nas ruas”, afirmou.       

  7. Chopin

    14 de agosto de 2015 11:51 am

    A classe trabalhadora está se organizando no apoio a democracia

    Dilma aos golpistas: Respeitem o resultado e honrem seu adversário

    Em uma demonstração de unidade em defesa da democracia e das conquistas garantidas pelo governo progressista dos últimos anos, centenas de lideranças sindicais e dos movimentos sociais se reuniram com a presidenta Dilma Rousseff nesta quinta-feira (13), no Palácio do Planalto, para reafirmar o apoio ao mandato legítimo e repelir os intentos golpistas da oposição.

     

    Agência Brasil   

    Após ouvir as intervenções das lideranças, que manifestaram apoio ao seu governo, mas também apontaram as reivindicações, Dilma reafirmou seu compromisso com as bandeiras que a reelegeu. “Eu sei de que lado estou. Eu costumo dizer que na minha vida eu mudei muito. A gente erra, aprende e vai mudando. Melhorei, mudei e alguns podem falar: ela piorou. Mas uma coisa eu afirmo: eu nunca mudei de lado”, disse.

    E acrescentou: “Nós vamos tomar todas as medidas para que este país volte a crescer o mais rápido possível. Vamos fazer todo o possível e investir, não só para não haver retrocesso, mas para avançar”.

    Sob o coro de “não vai ter golpe!” e em um claro recado aos inconformados com os resultados das urnas, Dilma afirmou: “Respeite o resultado. E respeite o adversário. Respeite e honre seu adversário. Se você não respeitar o resultado do jogo, você não pode entrar no jogo”.

    Dilma disse que o melhor jeito de honrar a democracia é entender essa conquista imensa que tivemos na nossa sociedade. “É entender que a democracia é algo que temos de preservar custe o que custar. A tolerância, o respeito e outra coisa que a gente tem de ter. Temos que respeitar o adversário. Eu brigo até a hora da eleição; depois eu respeito o resultado da eleição”, afirmou a presidenta.

    Onda conservadora

    A presidente criticou as pautas conservadoras que, segundo ele, podem “fazer mal ao país”, citando como exemplo a redução da maioridade penal. Ela afirmou que foi esse motivo que saiu em público contra a proposta.

    Dilma enfatizou que o Brasil não tem de ser a “sétima economia do mundo, mas a “a sétima nação”. “E eu não estou aqui para resolver todos os problemas este ano. Estou aqui para resolver todos os problemas e entregar este país muito melhor no dia 31 de dezembro de 2018”, declarou.

    E completa: “O governo tem de fazer economia, sim. Tem que fazer. Não tem essa conversa de que o governo vai sair gastando como nós gastamos em momento que tínhamos mais dinheiro. É igual família: o dinheiro vai para aquilo que é mais importante para não ter retrocessos, para que a população que mais sofre nesse país tenha as melhores condições de vida “.

    Dilma concluiu o seu discurso com as mesmas palavras ditas ontem durante o encerramento da Marcha das Margaridas, nesta quarta (12), quando citou uma música do Lenine. “Eu disse que nos maus tempos da lida, eu envergo, mas não quebro”.

    Lideranças

    Antes do discurso da presidenta, lideranças de diversos movimentos reafirmaram o apoio ao governo e enfatizaram a disposição de luta contra qualquer tentativa de manobra golpista. A primeira a falar foi Carina Vitral, presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE). Ela destacou que a entidade completou 78 anos de história que foram marcadas “por lutas, sobretudo, uma luta em defesa do Brasil e dos estudantes”.

    “Por toda essa história, nós sabemos dar valor a democracia porque pagamos com as nossas vidas, com os nossos líderes. Sabemos dar valor a nossa recente e valiosa democracia… Nós, dos movimentos sociais e estudantes, apoiamos a continuidade do seu mandato porque damos valor a democracia e a legalidade”, declarou Carina, ressaltando que os estudantes querem discutir uma agenda positiva que garanta a ”implantação do Plano Nacional de Educação, de um plano nacional de alfabetização, por mais universidades e pela democratização dos meios de comunicação”.

    Para Adilson Araújo, presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), afirmou que há “onda extremamente conservadora” que “põe em xeque” programas. “O Brasil está sob a ameaça daqueles que foram derrotados e que estão olhando para a nossa cara e dizendo que temos que ir para Cuba. Nós vamos para Cuba sim, mas quando estiver pronto o Porto de Mariel”, ironizou o sindicalista, se referindo ao financiamento feito pelo governo brasileiro para as obras de modernização do Porto de Mariel.

    Adílson salientou que o país vive um momento novo. “Queremos discutir daqui para frente, pois houve um tempo que discutir o Brasil era discutir uma política de privatização, uma política de subserviência ao FMI. Uma política que para entrar nos Estados Unidos tinha que tirar o sapato. Uma política de congelamento salarial, desemprego e inflação”, resgatou.

    Alexandre Conceição, do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), criticou os partidos de oposição e afirmou que eles não aceitam a derrota nas urnas porque “nasceram no berço da casa grande”. “Essa oposição nos chicoteou na senzala. Essa oposição comete atos de corrupção todos os dias. E por isso não tem moral para nos apontar e dizer qual pauta devemos seguir”, enfatizou.

    Já para o representante do Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST), Guilherme Boulos, afirmou que os que hoje são contra o governo têm pais que apoiaram o regime militar e filhos que são contra as cotas sociais. E mandou um recado aos golpistas: “Aqueles que utilizam a insatisfação social para atacar a democracia. Esses que estão por aí semeando a intolerância, o ódio e o preconceito. Essa turma dos Jardins, Leblon não representa o povo brasileiro. Não aceitamos e não aceitaremos a sua política de retrocesso”.

    Ele reafirmou que é precisa garantir que o povo não pague a conta pela crise. “Não aceitaremos que ajuste que tire direitos trabalhistas, que corte direitos e programas sociais”, enfatizou.

    O presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Vagner Freitas, concluiu a participação dos movimentos, ressaltando que os trabalhadores serão a trincheira de defesa do mandato da presidenta Dilma. “Nós seremos o exército que vai enfrentar a burguesia nas ruas e não vai ter golpe. Esse povo que está aqui tem condição de enfrentar os coxinhas nas ruas”, afirmou.       

  8. Marcotog

    14 de agosto de 2015 11:54 am

    UTI 1 O prefeito Fernando

    UTI 1 O prefeito Fernando Haddad decidiu demitir José de Filippi Jr. da Secretaria de Saúde. O novo secretário será Alexandre Padilha, hoje nas Relações Governamentais e que foi ministro da Saúde no primeiro governo Dilma.

    UTI 2 Haddad considera a Saúde a pior área do governo e já queria ter demitido Filippi antes, mas adiou a troca quando o petista, ex-tesoureiro da campanha de Dilma em 2010, foi citado na Lava Jato, para não queimá-lo.

     

    “AGORA VAI”. Esse Haddad, ai ai ai….

    A cada dia se revela uma fraude. O Sr. “Nós pega o peixe” é péssimo. Sua administração está destruindo a maior cidade do país.

     

     

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