Jornal GGN – Deputados federais tem recorrido a parte da cota parlamentar para gerenciar canais monetizados no YouTube, ao veicular vídeos que arrecadam recursos conforme o número de visualizações.
Enquanto analistas consultados pelo jornal O Estado de São Paulo dizem que a prática configura conflito de interesses, pelo menos sete deputados estão ganhando dinheiro desta forma. Uma dessas autoridades é a deputada Carla Zambelli (PSL-SP), que usou R$ 4 mil da cota parlamentar para o pagamento de uma empresa que faz a edição do conteúdo que ela publica em seu canal. A deputada faturou R$ 23.702 por conta do alcance de seus vídeos, e ela diz já ter recebido R$ 15,1 mil do YouTube.
Já a deputada Bia Kicis (PSL-DF) pagou R$ 45,5 mil de sua cota às empresas BM Gestão de Mídias Sociais e L. A. Soluções em TI e Marketing Digital pela produção, edição, montagem e publicação de conteúdo em seu canal no YouTube, entre os meses de novembro de 2019 e junho de 2020.
O canal de Joice Hasselmann, que soma de 200 milhões visualizações de vídeos, chega a oferecer o serviço de assinatura por R$ 7,99 ao mês. A deputada pagou R$ 27,5 mil à Agência EG, entre agosto de 2019 e maio de 2020, para serviços que incluem o YouTube.
Perguntar não ofende
12 de julho de 2020 2:02 pmVeio-me uma situação curiosa. Posso me equivocar.
Será que a monetização não serviria pra lavar dinheiro?
Você pega a grana, arranja uns laranjas (ou mesmo os donos de canais, com perfis falsos) fazem doações contínuas.
Luiz Baião
12 de julho de 2020 2:22 pmSou Petista e leitor deste canal de notícias.
Mas não achei correto publicar parte da matéria do “Estadão” omitindo as informações dos deputados da esquerda.
Na minha opinião, isto tira a credibilidade!
Não estou entrando no mérito das ações e do comportamento dos parlamentares, mas a reprodução da notícia citando apenas parte dos parlamentares.