Em terceira remessa, governo leva 11 toneladas de alimentos do MST à Faixa de Gaza

Renato Santana
Renato Santana é jornalista e escreve para o Jornal GGN desde maio de 2023. Tem passagem pelos portais Infoamazônia, Observatório da Mineração, Le Monde Diplomatique, Brasil de Fato, A Tribuna, além do jornal Porantim, sobre a questão indígena, entre outros. Em 2010, ganhou prêmio Vladimir Herzog por série de reportagens que investigou a atuação de grupos de extermínio em 2006, após ataques do PCC a postos policiais em São Paulo.
[email protected]

Se trata da terceira remessa de alimentos que o governo brasileiro leva para o Egito cujo destino final serão os palestinos da Faixa de Gaza

Norte da Faixa de Gaza está sendo reduzida a escombros antes de possível entrada por terra das tropas israelenses. Foto: Flickr/ONU
Norte da Faixa de Gaza reduzida a escombros. Foto: Flickr/ONU

O governo do Brasil entregou nesta terça-feira (12) 11 toneladas de alimentos ao povo palestino na Faixa de Gaza. Os alimentos foram produzidos e doados pelos agricultores do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST).

A ajuda destinada à população daquela região palestina inclui arroz orgânico, leite em pó, açúcar mascavo e farinha.

Segundo a Al Jazeera, os suprimentos foram entregues pela Força Aérea Brasileira na cidade egípcia de Al-Arish.

O embarque foi coordenado pela Agência Brasileira de Cooperação do Ministério das Relações Exteriores e os produtos foram entregues ao Crescente Vermelho Egípcio.

Terceira remessa

O envio corresponde à terceira remessa de suprimentos do Brasil com ajuda humanitária para Gaza após os ataques israelenses que deixaram mais de 18 mil mortos desde 7 de outubro passado.

LEIA MAIS:

Renato Santana

Renato Santana é jornalista e escreve para o Jornal GGN desde maio de 2023. Tem passagem pelos portais Infoamazônia, Observatório da Mineração, Le Monde Diplomatique, Brasil de Fato, A Tribuna, além do jornal Porantim, sobre a questão indígena, entre outros. Em 2010, ganhou prêmio Vladimir Herzog por série de reportagens que investigou a atuação de grupos de extermínio em 2006, após ataques do PCC a postos policiais em São Paulo.

0 Comentário

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Você pode fazer o Jornal GGN ser cada vez melhor.

Apoie e faça parte desta caminhada para que ele se torne um veículo cada vez mais respeitado e forte.

Seja um apoiador