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8 Comentários
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  1. SergioMedeirosR

    5 de maio de 2017 4:23 am

    A atuação política de Moro

    A atuação política de Moro esta destruindo o Judiciário… e o país.

    Nestes últimos dias, o presentante do Ministério Público Federal Deltan Dallagnoll, dedicou-se a atacar ferozmente as decisões do Supremo Tribunal Federal que concederam liberdade a diversos presos na operação Lava Jato (José Dirceu dentre eles) e, este fato foi amplamente disseminado na grande mídia, com vista a enaltecer, com contornos de heroicidade, a figura de Deltan, de Sérgio  Moro e da República de Curitiba.

    Mas, esta foi a versão da já nem tão hegemônica, mas totalmente engajada grande mídia.

    Na realidade, a reação de Deltan, Sérgio Moro, e logo, logo, dos delegados da PF em Curitiba, às recentes decisões do STF contrárias a seus desígnios tem, concretamente, em sua motivação, uma origem comum e nada prosaica, seu tempo de validade esta acabando, sobrevivem ainda, em razão da ameaça Lula (e do que Lula representa nas eleições para Presidente em 2018), e fazem disso seu trunfo.

    Agora, com o tempo passado, vê-se claramente que foram instrumentalizados para cumprirem uma tarefa definida, fornecerem medidas fortes com potencial de abalarem o governo exercido pela Presidente Dilma Roussef, representante eleita do Partido dos Trabalhadores,  de modo a alijá-la do poder, colocando outro grupo, econômica e ideologicamente definido em sentido contrário ao formato então dominante.

    Talvez, no início, tenham se iludido com a possibilidade de serem bancados como “eleitos de Deus” para darem a mensagem de um novo mundo, e não como de fato efetivamente foi, tratava-se de meros instrumentos para obtenção do poder, por outros meios, que não o democrático.

    De qualquer sorte, neste campo, não lhes cabe nem mesmo a atenuante de inocentes úteis, mas, por outro lado, certamente caberiam qualificadoras.

    Agiram e agem como meros artífices de um poder que não lhes foi dado para exercer conforme suas inclinações pessoais, mas sim, para ser exercido conforme os ditames de uma Constituição, dita cidadã.

    Desta forma, com seus atos de cunho marcadamente autoritários e cerceadores da mais comezinha liberdade, o mais sublime dos direitos, agem em total desconformidade com o poder que lhes foi delegado.

    Mas, terminada a tarefa inicial, e, antes que venham a ter empoderamento maior que o necessário, vem o inevitável enquadramento de suas Corporações na nova estrutura de poder, a qual não lhes reserva nenhum espaço relevante, e pior, vai lhes impor algumas algemas e mordaças, para que não sirvam de plataforma a novos reis.

    E, para tanto, eis que, do nada, surge a nada incomum hierarquia decisória do Poder Judiciário, a qual dispõe que cabe ao Supremo Tribunal Federal errar por último, ou, em suma, no instante que o sistema quis por fim aos arroubos de poder, simplesmente passou a exercer sua jurisdição e impor sua autoridade.

    Simples assim. E porque não antes?… Ora, os motivos estão acima explicitados.

    De outro lado, neste momento, seu grupo e modelo de cooptação (essencialmente corporativo), já não é mais unanimidade nem mesmo dentro da Corporação, que se vê desgastada com tantos desmandos e contrariedade a legislação consolidada, pois, formada eminentemente por técnicos, com o tempo passou a ver que muitos de seus atos eram atos puramente políticos, sobre os quais não tem familiaridade nem domínio.

    Entretanto, têm pleno conhecimento  que tais atos podem acarretar uma contra reação forte, por parte dos ocupantes daquele espaço (político por excelência), a qual inevitavelmente consistirá em medidas tendentes a restringir seu campo de atuação dentro da sua própria esfera de poder, lugar este tão duramente conquistado e consolidado constitucionalmente.

    Sabem que seu poder tem fundamento nas leis,  na regulação e manutenção de um, ainda que precário, Estado Democrático de Direito, e que, ao agir no sentido de desacreditá-lo, subvertendo tanto as regras básicas de freios e contrapesos, como as leis que o regem, na realidade estão agindo para sua própria destruição e a do Estado do qual fazem parte como membros do poder.

    Retirada sua finalidade, credibilidade e fundamento de  estabilidade institucional, perdem sua razão de existência e dai para a ruína é um pequeno passo em direção ao abismo.

    Alguns já se deram conta que projetos como o da Lei de abuso de autoridade ou mesmo o referente ao teto dos salários são a primeira mostra do que virá, e já começam a se preocupar com o futuro.

    Em passant, a lei de abuso de autoridade, não deveria trazer grandes angústias, principalmente no que tange a interpretação do nela contido, visto que será apreciado por seus pares.

    Deste modo, a exacerbada reação a referida lei, carrega em seu bojo profundo descrédito com as instancias superiores do Judiciário, o que, ao fim e ao cabo, tem o efetivo condão de macular a imagem da instituição como um todo, visto sua unicidade e inteireza conceitual.

    É que, ao demonstrar explicitamente sua desconfiança com a cúpula do poder do qual fazem parte, abrem a caixa de Pandora da cizânia, destroem a base sobre a qual se estrutura sua Justificação de poder de estado, e reduzem a cinza a autoridade de suas decisões, o alicerce sobre o qual toda a estrutura se apoia.

    Assim, a forma como o grupo de Sérgio Moro,  Deltan Dallagnol e da Polícia Federal de Curitiba age, isso, apesar do disposto  constitucionalmente, que define que sua atuação se dará de forma independente e em distintas áreas, a despeito disso, age como um só bloco monolítico, e, desta forma, carrega consigo uma série de aberrações jurídicas, as quais desaguam, precipuamente, na perda de legitimidade da magistratura. Mas que também causarão, inevitavelmente, em um breve futuro, a diminuição da autonomia da Polícia Federal e a redução das prerrogativas e atribuições do Ministério Público.

    A mídia não vai proteger nem o Judiciário nem o Ministério Público, e certamente utilizará tanto a imagem de altos salários quanto a do corporativismo – aposentadoria em casos de corrupção etc… – para retirar toda autoridade de suas intervenções em defesa das instituições na qual exercem suas atividades.

    E, ai vai um alerta, este modelo, da Constituição de 1988, este modelo pode ser alterado, de concurso público, como em sua essência é hoje, para outro que também contemple eleições e indicações, com prazos definidos de atuação, sim, isso mesmo,  igual ao sistema corrupto e clientelista norte americano, ou, segundo, uma certa República, copiando um país colonizado por pessoas civilizadas, sem estes desvios étnicos locais.

    O primeiro passo foi dado para a destruição do Poder Judiciário, e não vejo coesão no enfretamento, os magistrados da Justiça do Trabalho, estão sendo deixados sozinhos em sua luta inglória, o apoio é meramente formal, e não se vê nenhuma ajuda dos grupos Deltan Moro PF de Curitiba, preocupados apenas com sua área de interesse, que vai muito além de umbigos e egos (apesar destes serem infinitamente supradimensionados)…

     

  2. antonio francisco

    5 de maio de 2017 8:41 am

    Empiricus no país das maravilhas.

    Ela está tentando insistentemente nos mostrar o que temos de fazer com nosso dinheiro. Agora, a razão para este aconselhamento é a prisão de Lula.

    Para que eu me espante e saia da cadeira correndo para agir antes que o caos se instale, ela se utiliza da imagem de 2 brasileiros – a quem certamente  terá solicitado a devida autorização para este uso de imagem, não é mesmo??

    Um é Juiz. O outro foi Presidente da República. 

     

    http://lp.empiricus.com.br/prisao-lula/?xpromo=XE-MEL-YA-PL-IN-X-NTV-X-X

    Tereza Cruvinel  aborda este assunto em

    http://www.brasil247.com/pt/blog/terezacruvinel/293588/O-terrorismo-eleitoral-da-Empiricus-contra-Lula.htm

    1. Paulo F.

      5 de maio de 2017 4:28 pm

      Cade o CONAR?

      Quem vai levantar esta lebre no CONAR ?

  3. antonio francisco

    5 de maio de 2017 8:59 am

    Assembleia unicameral para reforma politica

    http://www12.senado.leg.br/noticias/videos/2016/05/paim-defende-convocacao-de-assembleia-revisional-para-realizar-reforma-politica

    O senador Paulo Paim (PT-RS) defendeu a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 15/2016, de sua autoria, que propõe uma Assembleia Revisional unicameral, a ser eleita em outubro deste ano, para tratar exclusivamente da reforma política. Segundo Paim, basta que haja “vontade política” dos três Poderes para que a reforma seja aprovada e executada, apesar do prazo curto em que a eleição teria que ser organizada.

    [video:https://youtu.be/1jfS0rZj-Cs%5D

     

     

  4. Anna_

    5 de maio de 2017 10:51 am

    Sei lá…
    Época interessante de publicação dos resultados trimestrais dos Bancos Brasileiros. Entendo que as regras são para o SF e que taxas de juros são balisadores da Economia. Mas será que alguém pode me responder se é exagero da minha parte me indignar quando uma instituição, qualquer que seja ela, aufere lucros astronômicos e deve ao Estado sem que seja impedida de utilizar-se de taxas estratosféricas para emprestar àqueles mesmos – nós cidadãos – que somos os beneficiários dos impostos que as Instituições deixam de pagar. E que o cidadão comum não pode nem sonhar em sonegar. Dívidas de bilhões não constituem “Risco Sistêmico”, é isso? O Brasil não é “grande demais para quebrar” mas “nosso” sistema bancário é?

    Sei lá… Só uma leiga desabafando. Mas os resultados que os bancos – e alguns outros agentes econômicos/empresas – apresentam num momento como este que o Brasil atravessa soam como uma afronta.

  5. Paulo F.

    5 de maio de 2017 4:27 pm

    Obamacare, a face oculta!

    O Obamacare salvou da falência milhares, senão milhões de norte americanos.

    O estabilishment  estadunidense não perdoa!  Seu fim esta próximo.

    http://www.consumerreports.org/personal-bankruptcy/how-the-aca-drove-down-personal-bankruptcy/

  6. [email protected]

    5 de maio de 2017 7:52 pm

    Belchior

     Belchior assim como outros nordestinos foi muito mais que um rapaz latino americano

     

                                                             Resultado de imagem para belchior

    O nordestino sempre foi um retirante. Foi para São Paulo, Brasília e Rio também em busca de trabalho.

    Os governos do PT trabalharam para dar dignidade aos nordestinos, principalmente dando-lhes condições de ficarem em sua terra.

    O Nordeste deu artistas para tirar o chapéu. Humorista como Chico Anysio no mundo não há. Escritor como o baiano Jorge Amado não existe.

    O saudoso Belchior foi muito mais que um rapaz latino americano.

    “Suas letras serviram para educar nossos filhos, como “.Ainda somos os mesmos e vivemos como nossos pais”. Mandou um recado para os rentistas em “ Quanto mais eu multiplico diminui o meu amor”. .Enalteceu a natureza quando disse” Eu era alegre como um rio…Um bicho, um bando de pardais”. Falou do amor: ”Porque o amor é uma coisa mais profunda que uma transa sensual”. Cantou a vida: “Isso é somente uma canção, a vida, a vida realmente é diferente”, querendo dizer que ao vivo é muito pior. Falou da Morte: “Mate-me logo, à tarde, às três, que à noite tenho um compromisso e não posso faltar por causa de você” E ironizou Gilberto Gil: “Mas sei que nada é divino, nada, nada é maravilhoso”.

    Além de Belchior, o Nordeste deu Gil, Caetano, Fagner, Caymi, e por mais que me esforce e procure no Google, vai faltar alguém nessa lista de nordestinos ilustres. Mas teve um que veio de pau de arara do Nordeste, analfabeto, que se elegeu e se reelegeu presidente, saindo do segundo mandato com mais de 80% de aprovação de seu governo. Considerado um estadista no mundo e amado pela maioria dos brasileiros pobres.

    Esse cara é Lula, mas para as elites, brasileira e mundial, ele cometeu um pecado capital ao trabalhar em seu governo para dar dignidade aos pobres e em especial aos nordestinos.

    O Nordeste, a região mais pobre do país, foi a região que mais cresceu nos governo de Lula e Dilma. Além de amparados pelos programas sociais do PT como Bolsa Família, Mais Médicos, Prouni, Fies, Ciência Sem Fronteiras, Minha Casa Minha Vida, Lula fez a transposição do Rio São Francisco. Essa obra estava há mais de 100 anos no papel e se junta aos milhares de cisternas d’água instaladas nas regiões mais secas, para acabar com a seca e a  “indústria da seca”.

    Ninguém persegue os artistas nordestinos, mas não pense que o sucesso deles chegou fácil, como é o caso de Raul Seixas, revelado em seu livro  Baú do Raul, que só saiu do anonimato quando Chacrinha botou na telinha da Globo o “maluco Beleza”.

    Mas dá dignidade ao pobre e principalmente ao nordestino é demais da conta para as elites brasileira. Por isso Lula tem que ser preso ou, no mínimo, tornado inelegível!       

    Rio de Janeiro, 05 de maio de 2017.

     Autor: Emanuel Cancella, OAB/RJ 75.300, integra a coordenação do Sindipetro-RJ e da Federação Nacional dos Petroleiros (FNP), sendo autor do livro “A Outra Face de Sérgio Moro”

     OBS.: Artigo enviado para possível publicação para o Globo, JB, o Dia, Folha, Estadão, Veja, Época entre outros órgãos de comunicação.

       (Esse relato  pode ser reproduzido livremente)

      Fonte:  https://www.facebook.com/emanuelcancella.cancella

      http://emanuelcancella.blogspot.com

     

     

  7. romulus

    6 de maio de 2017 1:08 am

    A eleição dos medos


    Link:

    http://www.romulusbr.com/2017/05/franca-como-no-brexit-velhos-sacrificam_5.html

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