Jornal GGN – A ação penal em que a Operação Lava-Jato acusa o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva de receber R$ 12 milhões em propinas da Odebrecht, dinheiro esse que teria sido usado para comprar um terreno oferecido ao Instituto Lula, pode cair em prescrição.
Segundo o jornal Correio Braziliense, o processo por crime de lavagem está na fase das alegações finais, e encontra-se travado desde que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski determinou que a 13ª Vara Federal de Curitiba compartilhe com a defesa do petista a íntegra da documentação relacionada ao acordo de leniência, com valor estimado em R$ 3,8 bilhões, fechado entre a construtora e a força-tarefa junto com autoridades dos Estados Unidos e da Suíça.
O impasse a respeito de tal material se alonga desde 2017, quando os advogados do ex-presidente começaram a entrar com sucessivos pedidos para ler toda a documentação.
Mesmo após a ordem recente de Lewandowski, a defesa sustenta que a íntegra não foi disponibilizada e acusa o juiz federal Luiz Antonio Bonat e os procuradores da força-tarefa da Lava Jato de esconderem documentos.
As acusações levaram o ministro do Supremo a pedir a abertura de uma apuração na Corregedoria do Ministério Público Federal para saber se os registros estão sendo de fato “suprimidos”.
Lucinei
29 de novembro de 2020 2:30 pmCaramba… Querem é que o Lula morra!
O antipetismo JAMAIS aceitará qualquer coisa que pareça inocentaçao do “demônio de nove dedos”.
Carlos Guilherme Pfau Lenz
29 de novembro de 2020 2:31 pmDeixa prescrever… Isso !!! Assim eles nunca vão saber o que realmente “aconteceu”… A corrupção da lava jato et caterva não tem limites…
Cadeia para “procuradores, juízes e toda malta de asseclas desta máfia”
Fr@ncisco
29 de novembro de 2020 2:58 pmTenha a santa paciência GGN!
Que a mídia golpista, a partir de matéria do Estadão no caso, tente desinformar, vá lá, mas o GGN apenas repercutir já é demais.
O ‘impasse’, trata-se da recusa dos lavajateiros de Curitiba em facultar acesso à defesa de Lula aos documentos da delação premiada da Odebrecht, com os ex-intocáveis insistindo em que já liberaram tudo, quando na realidade aqueles documentos suspeitos de terem sido manipulados pela Odebrecht, salvo engano no Drousis, eles escondem, daí o TSF exigir que disponibilizem e eles se fortundo, a ponto do Lewandovsky vincular o prosseguimento do ‘processo do terreno para o Instituto Lula’ a disponibilização de toda documentação relativa a delação Odebrecht à defesa.
guilherme nobre
29 de novembro de 2020 4:42 pmO que mais reta, é o tal do ministro ricardo, nessa altura do campeonato, tentando dourar a pílula, patético.
Edson J
29 de novembro de 2020 9:41 pmJá era óbvio que a acusação contra Lula no caso de um suposto terreno que NUNCA foi dado ao Instituto Lula era falsa, carente de prova objetiva. A recusa dos desocupados de Curitiba em obedecer ao Supremo e dar conhecimento à defesa de Lula de documentos que PROVAM a sua inocência não deixa margem a qualquer dúvida.