10 de junho de 2026

Impasse pode levar processo contra Lula à prescrição

Operação Lava-Jato acusa ex-presidente de receber R$ 12 milhões em propinas para compra de terreno que sedia Instituto Lula
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Foto: Reprodução

Jornal GGN – A ação penal em que a Operação Lava-Jato acusa o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva de receber R$ 12 milhões em propinas da Odebrecht, dinheiro esse que teria sido usado para comprar um terreno oferecido ao Instituto Lula, pode cair em prescrição.

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Segundo o jornal Correio Braziliense, o processo por crime de lavagem está na fase das alegações finais, e encontra-se travado desde que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski determinou que a 13ª Vara Federal de Curitiba compartilhe com a defesa do petista a íntegra da documentação relacionada ao acordo de leniência, com valor estimado em R$ 3,8 bilhões, fechado entre a construtora e a força-tarefa junto com autoridades dos Estados Unidos e da Suíça.

O impasse a respeito de tal material se alonga desde 2017, quando os advogados do ex-presidente começaram a entrar com sucessivos pedidos para ler toda a documentação.

Mesmo após a ordem recente de Lewandowski, a defesa sustenta que a íntegra não foi disponibilizada e acusa o juiz federal Luiz Antonio Bonat e os procuradores da força-tarefa da Lava Jato de esconderem documentos.

As acusações levaram o ministro do Supremo a pedir a abertura de uma apuração na Corregedoria do Ministério Público Federal para saber se os registros estão sendo de fato “suprimidos”.

 

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5 Comentários
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  1. Lucinei

    29 de novembro de 2020 2:30 pm

    Caramba… Querem é que o Lula morra!

    O antipetismo JAMAIS aceitará qualquer coisa que pareça inocentaçao do “demônio de nove dedos”.

  2. Carlos Guilherme Pfau Lenz

    29 de novembro de 2020 2:31 pm

    Deixa prescrever… Isso !!! Assim eles nunca vão saber o que realmente “aconteceu”… A corrupção da lava jato et caterva não tem limites…
    Cadeia para “procuradores, juízes e toda malta de asseclas desta máfia”

  3. Fr@ncisco

    29 de novembro de 2020 2:58 pm

    Tenha a santa paciência GGN!

    Que a mídia golpista, a partir de matéria do Estadão no caso, tente desinformar, vá lá, mas o GGN apenas repercutir já é demais.

    O ‘impasse’, trata-se da recusa dos lavajateiros de Curitiba em facultar acesso à defesa de Lula aos documentos da delação premiada da Odebrecht, com os ex-intocáveis insistindo em que já liberaram tudo, quando na realidade aqueles documentos suspeitos de terem sido manipulados pela Odebrecht, salvo engano no Drousis, eles escondem, daí o TSF exigir que disponibilizem e eles se fortundo, a ponto do Lewandovsky vincular o prosseguimento do ‘processo do terreno para o Instituto Lula’ a disponibilização de toda documentação relativa a delação Odebrecht à defesa.

  4. guilherme nobre

    29 de novembro de 2020 4:42 pm

    O que mais reta, é o tal do ministro ricardo, nessa altura do campeonato, tentando dourar a pílula, patético.

  5. Edson J

    29 de novembro de 2020 9:41 pm

    Já era óbvio que a acusação contra Lula no caso de um suposto terreno que NUNCA foi dado ao Instituto Lula era falsa, carente de prova objetiva. A recusa dos desocupados de Curitiba em obedecer ao Supremo e dar conhecimento à defesa de Lula de documentos que PROVAM a sua inocência não deixa margem a qualquer dúvida.

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