Jornal GGN – O disparo em massa de mensagens continua sendo oferecido a preços acessíveis e com propaganda em diversas plataformas, em meio aos embates de Legislativo e Judiciário para apertar o cerco contra tal mecanismo, o mais usado para disseminar fake news.
Levantamento do jornal O Globo mostra que o serviço continua a ser apresentado em anúncios e páginas no Facebook, Instagram e WhatsApp, embora o aplicativo de comunicação instantânea tenha regras para banir a prática e acione a Justiça contra vendedores do serviço.
Pelo menos sete sites oferecem o envio de mensagens simultâneas de forma automatizada, sendo que as licenças são negociadas via assinaturas anuais ou menos, a um custo que pode chegar a R$ 900 conforme o número de computadores com acesso.
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Os serviços de pacotes fechados também são ofertados – 50 mil envios teriam o custo de R$ 2,5 mil, bastando apenas uma lista de contatos em formato de planilha. Tanto anúncios patrocinados como vídeos de demonstração dos disparos podem ser encontrados pela Internet.
Para os pesquisadores ouvidos, tal facilidade expõe como é simples burlar as proibições contra os disparos, assim como as dificuldades de regulação do assunto com foco nas eleições de 2022.
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