O próximo alvo de Bolsonaro poderá ser as Forças Armadas, por Rogério Maestri

Para se entender melhor, temos que primeiro assistir com todo o cuidado o vídeo o guru de Bolsonaro e seus filhos, Olavo de Carvalho, denominado Caranguejos no balde 1

Por Rogério Maestri
comentário no post Xadrez da natureza do governo Bolsonaro, por Luis Nassif

Num vídeo de Olavo de Carvalho fica exposta claramente a estratégia golpista de Bolsonaro para que ele se transforme numa espécie de senhor da guerra. O importante é que a estratégia deverá passar passa pela simples liquidação da hierarquia militar brasileira colocando-as sob o controle das polícias militares.

Para se entender melhor, temos que primeiro assistir com todo o cuidado o vídeo o guru de Bolsonaro e seus filhos, Olavo de Carvalho, denominado Caranguejos no balde 1.

O vídeo nos 1:20 começa com uma mentira escatológica, ou seja, que o BNDES usou um trilhão de reais através do Foro de São Paulo para reforçar a caixa da esquerda latina americana, ou seja, como se fosse possível tirar da conta de um banco algo que ele nunca dispôs em caixa para misteriosamente passar para a esquerda continental, mas como escatologia é a arma de extrema direita, qualquer coisa vale.

Mas o mais significativo vem logo a seguir. A partir de um momento de autoelogio, o grande propagador da conspiração internacional do Foro de São Paulo começa a simplesmente chamar os generais do exército brasileiro de preguiçosos e que quando promovidos passam a somente jogar baralho.

Os autoelogios de Olavo de Carvalho, como o descobridor da trama internacional do Foro de São Paulo, não são produtos de uma mente doentia, mas sim de alguém que deixa claro o porquê da sua estada nos Estados Unidos, pois ele deixa patente no seu discurso que o alto-comando das forças armadas são coniventes com a sua falaciosa conspiração internacional de permitir que o comunismo triunfe na América Latina, sobre o comando nem mais nem menos do PT e de Lula (motivos para colocar o PT na ilegalidade e deixar Lula preso até a morte.

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Até aqui fica fácil de concluir e achar que é uma alucinação de uma mente doentia de Olavo de Carvalho, porém ele tem todo o cuidado de simplesmente beatificar a baixa oficialidade das forças armadas e principalmente a bravura das polícias militares, coisa que não é feita ao acaso.

Poderíamos simplesmente achar isto tudo uma alucinação ou até mesmo uma tentativa de embaralhar a situação política por alguém claramente vinculado à esquerda, como eu, porém esta proposta do guru parte de hipóteses ridículas, como a transferência de um trilhão de reais para as forças de esquerda continentais, que se houvesse sido enviado via qualquer outro meio somente 5% deste valor não estaria a esquerda continental nesta penúria, porém a estratégia de desmoralização das forças armadas está claramente e explicitamente traçada para quem tiver o mínimo de visão, inclusive militares de direita que tenham o mínimo apreço com a instituição.

Qual a estratégia de Bolsonaro? A primeira hipótese, mais conservadora e menos traumática seria a desmoralização total de todas as forças armadas, principalmente setores que não aderiram ao pacto bolsonarista e como quem comanda o exército é o presidente da República tentar-se-á criar uma situação de conflito interno. Essas provocações podem ser simples como a feita na inauguração do aeroporto na Bahia ou a não ida do chefe de estado a solenidades militares importantes para as três armas. Como complemento as provocações podem suceder uma mudança radical do alto comando das três forças armadas, para um posterior autogolpe do tipo AI-5 (com uma maior violencia) e coloca-se o país sobre uma ditadura hereditária do clã.

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Se ficasse por aí ainda seria leve o autogolpe do capitão, porém o que é previsto é a criação de um conflito interno em que as polícias militares no comando, com patentes inferiores das forças armadas as apoiando seria deflagrada uma verdadeira guerra civil entre tropas leais ao presidente e tropas leais ao país. Para esta situação ter-se-ia somente uma resistência a ser vencida, como um exemplo aleatório, a aeronáutica, e nesse caso se contaria com o apoio norte-americano, com isto se vê a importância de um embaixador leal ao presidente para articular a intervenção.

Mesmo que haja resistência por parte do exército, uma divisão do país em duas ou mais zonas sob o controle de grupos antagônicos criaria um cenário como o da Líbia, que para o governo Norte-americano representaria um ganho significativo, pois simplesmente anularia a existência de um país de dimensões continentais que numa situação de crise futura (crise econômica significativa, por exemplo) teria capacidade de implementar uma política nacionalista ou de esquerda ou de direita.

Alguém pode pensar que isto tudo não passa de uma imensa teoria da conspiração, porém se repararem que os três estados com maiores forças públicas, São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais estão sobre o controle dos mais bolsonaristas dos governadores, governadores surgidos do nada, como o do Rio e de Minas Gerais, que não pensem que foi pelo acaso. Por outro lado, a existência de milícias com ampla vinculação ao tráfico de armas e ao clã, também não é outro acaso, e pelo que se saiba até hoje não foi feito nenhuma ação contra estas milícias. Também a ida constante do ministro Sérgio Moro aos Estados Unidos, a nomeação futura de um novo embaixador para aquele país e por fim o próprio contingenciamento de receitas imposto as forças armadas. Todos estes eventos reforçam uma costura que já venho escrevendo há quatro anos, começando pelo artigo “Eles escolheram a barbárie” de 26/12/2014, passando inclusive por um alerta mais claro em “Porque da necessidade do fim do Estado Nacional” em 08/12/2016. A sucessão atual de eventos somente são uma costura de tudo que já está previsto, que não é nada mais nada menos do que a extinção de um Estado Nação chamado Brasil, para a substituição por vários pequenos estados que no início serão governados pelos comandos das polícias militares em cada um.

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28 comentários

    • Desculpe mas Lava Jato não seria nada sem as empresas privadas, especialmente as do ramo da comunicação em massa. A Lava Jato não nos conduziu, quem o fez foi a mídia. Essas empresas são o braço armado do golpe, se considerarmos que o que fazem é o convencimento, algo que alternativamente e quando necessário pode ser feito por armas de fogo.

      “Ah, mas e o estado dos EUA, não participou? E o STF? E o Congresso?”

      Claro, participações capitais, decisivas para o sucesso na aplicação do golpe. Mas não foi a Lava Jato (juízo e procuradoria) que nos conduziu: eles não têm esse poder, não são jornal. Da mesma forma os EUA, institucionalmente, o STF, o Congresso… nenhuma dessas instâncias tem poderes para aterrorizar, essa é tarefa exclusiva das firmas privadas de mídia.

  1. Prezado Rogério

    Seu post assustador , mas não creio chegar à fragmentação territorial. Creio que o cenário será nossa transformação num México ou numa Colômbia, com o crime ocupando espaços econômicos e institucionais. Vamos virar um Porto rico gigante, uma colônia. Creio que aos norte americanos não interessa tumulto no seu quintal, e administrar 6 republiquetas que podem se originar da divisão territorial do Brasil é oneroso e cria instabilidade só redor.
    E Bozo e seus garotos ( e os milicos que os acompanham) têm apenas o interesse velho de sempre: faturar uma. Tudo é um plano de negócios

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  2. Este texto é assustador. Desenha-se o pior dos mundos. Para que seja divulgado mais amplamente, sugiro que se faça uma revisão para eliminar alguns trechos truncados e uma série de erros de português. Imagino que tenha sido escrito às pressas.

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    • Sim, foi feito como um comentário. A conclusão vem se solidificando há quase quatro anos, mas só com os desdobramentos do incidente com a Aeronáutica e com o vídeo do guru do bolsonaros que conseguir deixar mais consistente a hipótese levantada. Por isso deixei de lado a revisão.

  3. Interessante o texto e todo o seu conteúdo, serve mesmo para nos manter alertas quanto às ameaças da cabeça inconsequente do atual presidente.
    Só faço uma ressalva para que o autor deste texto aprenda a diferença entre SOB(indica, principalmente, que algo está embaixo: sob a mesa, ou que está subordinado a alguém: sob o meu comando) e SOBRE (Sobre indica, principalmente, que algo está em cima: sobre a mesa, ou que se encontra em posição superior a alguém: a minha autoridade está sobre a dele), de forma a usá-las corretamente pois em alguns trechos do texto fica extremamente complicado entender o que el está querendo dizer.

  4. Uma dúvida que não consigo responder porque não tenho conhecimento suficiente:
    Por que a Marinha e a Aeronáutica sempre se colocam como força subalterna ao Exército ?
    Um fato inquestionável: durante a ditadura militar, somente generais foram designados presidentes.
    A Marinha tem excelentes oficiais. Dois exemplos: Euclides Quandt de Oliveira pode ser considerado o MELHOR ministro das Comunicações que o Brasil já teve. O Almirante Othon Pinheiro da Silva é considerado o “pai do programa nuclear” brasileiro.
    Enquanto isso, diariamente vemos na mídia generais fazendo pronunciamentos imbecis e entreguistas. Além de terem sido decisivos na eleição do Bolsonaro (cujas qualidades todos conhecem).

  5. Talvez o sonho dos Bragança, uma América Portuguesa unificada sob o nome de Brasil, esteja, de fato, além das possibilidades do povo brasileiro.
    Às vezes me parece que, ao menos desde o primeiro golpe militar (1889), estamos num processo irreversível rumo à fragmentação (ocorrida de imediato com a América Espanhola).
    Principal força desagregadora:EEUU.

  6. Cara Ivete, vc esqueceu de citar a grande midia que influenciou a cabeça de milhões de eleitores, fazendo propaganda da Lava Jato e demonizando o PT. O Ciro poderia ter evitado a ascensão de Bolsonaro ao poder se entrasse na campanha do Haddad no segundo turno, mas não o fez, visto que ele é um narciso politico e só pensa em subir a rampa do planalto agora mais do que nunca.

  7. Dei uma arrumadinha no texto devido as justas reclamações dos comentaristas, não está o ideal, mas os maiores absurdos foram tirados, se alguém do GGN puder substituir, ficaria grato.

    O próximo alvo de Bolsonaro poderá ser as Forças Armadas.
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    Num vídeo de Olavo de Carvalho fica exposta claramente a estratégia golpista de Bolsonaro para que ele se transforme numa espécie de senhor da guerra. O importante é que a estratégia deverá passar passa pela simples liquidação da hierarquia militar brasileira colocando-as sob o controle das polícias militares.
    Para se entender melhor, temos que primeiro assistir com todo o cuidado o vídeo o guru de Bolsonaro e seus filhos, Olavo de Carvalho, denominado Caranguejos no balde 1.
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    O vídeo nos 1:20 começa com uma mentira escatológica, ou seja, que o BNDES usou um trilhão de reais através do Foro de São Paulo para reforçar a caixa da esquerda latina americana, ou seja, como se fosse possível tirar da conta de um banco algo que ele nunca dispôs em caixa para misteriosamente passar para a esquerda continental, mas como escatologia é a arma de extrema direita, qualquer coisa vale.
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    Mas o mais significativo vem logo a seguir. A partir de um momento de autoelogio, o grande propagador da conspiração internacional do Foro de São Paulo começa a simplesmente chamar os generais do exército brasileiro de preguiçosos e que quando promovidos passam a somente jogar baralho.
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    Os autoelogios de Olavo de Carvalho, como o descobridor da trama internacional do Foro de São Paulo, não são produtos de uma mente doentia, mas sim de alguém que deixa claro o porquê da sua estada nos Estados Unidos, pois ele deixa patente no seu discurso que o alto-comando das forças armadas são coniventes com a sua falaciosa conspiração internacional de permitir que o comunismo triunfe na América Latina, sobre o comando nem mais nem menos do PT e de Lula (motivos para colocar o PT na ilegalidade e deixar Lula preso até a morte.
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    Até aqui fica fácil de concluir e achar que é uma alucinação de uma mente doentia de Olavo de Carvalho, porém ele tem todo o cuidado de simplesmente beatificar a baixa oficialidade das forças armadas e principalmente a bravura das polícias militares, coisa que não é feita ao acaso.
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    Poderíamos simplesmente achar isto tudo uma alucinação ou até mesmo uma tentativa de embaralhar a situação política por alguém claramente vinculado à esquerda, como eu, porém esta proposta do guru parte de hipóteses ridículas, como a transferência de um trilhão de reais para as forças de esquerda continentais, que se houvesse sido enviado via qualquer outro meio somente 5% deste valor não estaria a esquerda continental nesta penúria, porém a estratégia de desmoralização das forças armadas está claramente e explicitamente traçada para quem tiver o mínimo de visão, inclusive militares de direita que tenham o mínimo apreço com a instituição.
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    Qual a estratégia de Bolsonaro? A primeira hipótese, mais conservadora e menos traumática seria a desmoralização total de todas as forças armadas, principalmente setores que não aderiram ao pacto bolsonarista e como quem comanda o exército é o presidente da República tentar-se-á criar uma situação de conflito interno. Essas provocações podem ser simples como a feita na inauguração do aeroporto na Bahia ou a não ida do chefe de estado a solenidades militares importantes para as três armas. Como complemento as provocações podem suceder uma mudança radical do alto comando das três forças armadas, para um posterior autogolpe do tipo AI-5 (com uma maior violencia) e coloca-se o país sobre uma ditadura hereditária do clã.
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    Se ficasse por aí ainda seria leve o autogolpe do capitão, porém o que é previsto é a criação de um conflito interno em que as polícias militares no comando, com patentes inferiores das forças armadas as apoiando seria deflagrada uma verdadeira guerra civil entre tropas leais ao presidente e tropas leais ao país. Para esta situação ter-se-ia somente uma resistência a ser vencida, como um exemplo aleatório, a aeronáutica, e nesse caso se contaria com o apoio norte-americano, com isto se vê a importância de um embaixador leal ao presidente para articular a intervenção.
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    Mesmo que haja resistência por parte do exército, uma divisão do país em duas ou mais zonas sob o controle de grupos antagônicos criaria um cenário como o da Líbia, que para o governo Norte-americano representaria um ganho significativo, pois simplesmente anularia a existência de um país de dimensões continentais que numa situação de crise futura (crise econômica significativa, por exemplo) teria capacidade de implementar uma política nacionalista ou de esquerda ou de direita.
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    Alguém pode pensar que isto tudo não passa de uma imensa teoria da conspiração, porém se reparem que os três estados com maiores forças públicas, São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais estão sobre o controle dos mais bolsonaristas dos governadores, governadores surgidos do nada, como o do Rio e de Minas Gerais, que não pensem que foi pelo acaso. Por outro lado, a existência de milícias com ampla vinculação ao tráfico de armas e ao clã, também não é outro acaso, e pelo que se saiba até hoje não foi feito nenhuma ação contra estas milícias. Também a ida constante do ministro Sérgio Moro aos Estados Unidos, a nomeação futura de um novo embaixador para aquele país e por fim o próprio contingenciamento de receitas imposto as forças armadas. Todos estes eventos reforçam uma costura que já venho escrevendo há quatro anos, começando pelo artigo “Eles escolheram a barbárie” de 26/12/2014, passando inclusive por um alerta mais claro em “Porque da necessidade do fim do Estado Nacional” em 08/12/2016. A sucessão atual de eventos somente são uma costura de tudo que já está previsto, que não é nada mais nada menos do que a extinção de um Estado Nação chamado Brasil, para a substituição por vários pequenos estados que no início serão governados pelos comandos das polícias militares em cada um.
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    Quem viver verá.

  8. Para mim aquela cocaína encontrada no avião da comitiva presidencial, não era tráfico era sim moeda de pagamento de algum serviço sujo do governo, é que dinheiro e rastreável e alguns governos usam drogas como moeda .
    Que serviço ou serviços estavam sendo encomendados com essa cocaína

    • Algo como os EUA fizeram no conhecido caso Irã-Contras… o poder Executivo estadunidense traficando droga da Nicarágua para dentro dos próprios EUA, vendendo-a a seus cidadãos e que resultou no “suicídio” do jornalista Joe Webb. Mas aí seria só 40 quilos? Só se foi um teste, para ver se dava certo…

      Em se tratando dos golpistas, depois de tantas já cometidas, nenhuma ilegalidade é descartável.

  9. Nao há como qualquer força policial se opor com sucesso às forças armadas. Principalmentes forças terrestres, seja o corpo de fuzileiros navais ou uma elite do exercito. E não tenho esta convicção apenas olhando a questao de armas ou equipamentos, mas principalmente pela unicidade do comando das forças armadas, um claro contraponto ao comando difuso das polícias, até mesmo num nível estadual.
    O poder é do povo e cabe as FAs a manutenção da ordem constitucional. Infelizmente as FAs, principalmente exército, não tem observado fielmente sua missão constitucional o que desune e fragiliza, tornando-o alvo de um bando de idiotas, como o astrólogo, e de grupos idiotizados, como mbl.
    Diante deste cenário estarrecedor, que vai do silêncio amedrontado das FAs ante ataques virulentos da famiglia, passando pelo apequenamento do judiciário e chegando no ponto de origem dos twiters aloprados do astrólogo, vislumbro algo muito maior: o projeto colonial dos EUA.

  10. Se chegarmos a isso foi por submissão de grande parte das forças armadas, concordo, os EUA, querem nossa divisão territorial, no brilhante livro : Guerras Híbridas, das revoluções coloridas aos golpes (Andrew Korybko) trata justamente desses temas, é pena que temos e quase sempre uma forças armadas contra seu povo, e antes que me critiquem, escrevo FA , minúsculo mesmo, sempre foram em grande parte inimigo do povo Brasileiro.

  11. Para quem acompanha a situação na Ucrânia não estranha o vêm acontecendo no Brasil.
    Depois do fim da URSS, a Ucrânia era um dos países do leste que mais tinha condições de virar potência.
    Um território maior que França ou Espanha, terras de boa qualidade para produção agrícola – trigo, principalmente -, tecnologia espacial e nuclear, fabrica de aviões etc., e o que foi feito lá? Até uma guerra civil conseguiram. Este é o mesmo roteiro que os EUA vem aplicando ao Brasil: dividir para reinar, chutar a escada, não deixar que nenhum outro país lhe faça sombra. Manter a todo custo como colônia, ainda mais agora que sabem que não conseguem mais parar a China e, com o tempo, a influência dos americanos ficará restrita as Américas.

  12. Rogério, você discorreu com bastante clareza SOBRE assunto, alertando-nos sobre do risco que estamos correndo SOB o governo do bozo.

    SOBRE – a respeito de, acima de ou encima de alguma coisa ou idéia.
    SOB – debaixo, subordinado, sujeito

    Estamos vendo a materialização dessa possibilidade sem forças ou estratégias para impedi-la.
    De país economicamente periférico, que apresentava uma possibilidade real de desenvolvimento, passamos a ser o cú do mundo.

  13. + comentários

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