PGR abre investigação sobre atos com fogos de artifício contra STF

A PGR pediu informações ao Ministério Público Federal no Distrito Federal sobre os atos do final de semana

Antônio Augusto Brandão de Aras, indicado para o cargo de procurador-geral da República, durante sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado

Jornal GGN – Acolhendo manifestação do presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, a Procuradoria-Geral da República abriu uma investigação preliminar (notícia de fato) a respeito dos atos de sábado (13) e domingo (14), em que bolsonaristas soltaram fogos de artifício contra o STF, simulando um bombardeio.

No pedido de investigação, Toffoli pediu “a responsabilização penal daquele(s) que deu/deram causa direta ou indiretamente, inclusive por meio de financiamento, dos ataques e ameaças dirigidas” ao STF.

Toffoli também solicitou a responsabilização de Renan da Silva Sena, “por ataques e ameaças à Instituição deste Supremo Tribunal Federal”. Renan Silva foi preso pela Polícia no Distrito Federal. Na manhã desta segunda (15), foi a vez da líder do acampamento 300 do Brasil, Sara Winter, ser presa pela Polícia Federal, no inquérito dos atos antidemocráticos.

A PGR pediu informações ao Ministério Público Federal no Distrito Federal sobre os atos do final de semana.

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