13 de junho de 2026

PT aprova manifesto com foco na reeleição de Lula e críticas à extrema-direita global

O congresso foi realizado sem a presença de Lula, que passou o fim de semana em São Paulo após se submeter a dois procedimentos médicos
Crédito: Comunicação PT

PT encerra 8º Congresso em Brasília com foco na reeleição de Lula para 2026 e 2027.
Manifesto destaca papel geopolítico do Brasil e critica hegemonia do rentismo na economia.
Partido aprova renovação interna com limite de mandatos e 50% de mulheres em espaços decisórios.

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Resumo gerado por Inteligência artificial

O Partido dos Trabalhadores encerrou neste domingo (26) seu 8º Congresso Nacional em Brasília com a aprovação do manifesto que orientará a estratégia da legenda para 2026 e 2027. O documento coloca a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva como prioridade central e enquadra a eleição deste ano como “decisiva não apenas para o Brasil, mas para o campo democrático internacional” — em referência ao avanço da extrema-direita no mundo e, em particular, ao governo Trump nos Estados Unidos.

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O congresso foi realizado sem a presença de Lula, que passou o fim de semana em São Paulo após se submeter a dois procedimentos médicos.

Manifesto

O texto aprovado destaca o peso geopolítico do Brasil e defende que o país ocupa uma posição estratégica singular no cenário global, com capacidade de influenciar diretamente a correlação de forças na América Latina e no mundo, dada sua dimensão territorial, população, recursos naturais e capacidade produtiva.

No campo econômico, o manifesto critica o que chama de “hegemonia do rentismo” e propõe a construção de uma ampla coalizão que una o setor produtivo, o empresariado comprometido com o desenvolvimento nacional, a classe trabalhadora, o sindicalismo e os movimentos populares. O aceno ao centro é explícito: o partido defende uma articulação que “transcenda a defesa institucional da democracia” e se converta em força política e social capaz de romper com os interesses rentistas.

O documento também aponta para a necessidade de o PT se reinventar na relação com a nova classe trabalhadora, combinando o fortalecimento do movimento sindical com formas inovadoras de organização social, incluindo a economia solidária.

Renovação interna

Entre as diretrizes aprovadas está uma proposta de renovação das estruturas internas do partido. O manifesto prevê a limitação de mandatos nas instâncias partidárias — no máximo dois consecutivos no mesmo cargo e três no total de participação na mesma instância — e estabelece como meta mínima a presença de 50% de mulheres nos espaços de deliberação do PT.

*Com informações da CartaCapital.

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Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É repórter do GGN desde 2022.

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