5 de junho de 2026

“Quase comi um índio uma vez. Queria ver o índio sendo cozinhado”, disse Bolsonaro ao New York Times

"Cozinha por três dias e come com banana", disse Bolsonaro em vídeo resgatado por internautas nesta quarta, 5 de outubro
Reprodução/Redes sociais

Internautas resgataram nesta quarta-feira (15) um trecho de entrevista de Jair Bolsonaro ao jornal The News York Times, onde o candidato à reeleição revela que pensou em comer a carne de um indígena durante viagem a Surucucu (Roraima).

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O adversário de Lula nas eleições 2022 disse que “comeria um índio sem problema nenhum” e gostaria de “ver o índio sendo cozinhado”.

“Estive em Surucucu uma vez. (…) Vi muita gente andando, perguntei o que estava acontecendo. Morreu um índio e eles ‘tão’ cozinhando. Eles cozinham índio. É a cultura deles. O corpo. É para comer. Cozinha por três dias e come com banana. Eu queria ver o índio sendo cozinhado. O cara falou ‘se for, tem que comer’. Eu falei ‘eu como!’ Falei com a comitiva, vamos comigo lá, ninguém quis ir. Como a comitiva não quis ir, porque tinha que comer o índio, não queria me levar sozinho lá. Eu comeria um índio sem problema nenhum. É cultura deles. Eu ia me submeter àquilo.”

Apesar de manifestar o interesse em experimentar carne humana, Bolsonaro afirmou na mesma entrevista que não conseguia comer os alimentos que os índios cozinhavam porque as moscas rondavam as panelas o tempo todo, o que ele considerou falta de higiene.

Também for falta de higiene, Bolsonaro diz ao jornalista que não aceitou o “sexo oferecido” por mulheres indígenas.

https://twitter.com/MauricioRicardo/status/1577644695466958848?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1577644695466958848%7Ctwgr%5E3c789e3c420e9706b147c5321c86111cb8fd1f51%7Ctwcon%5Es1_&ref_url=https%3A%2F%2Fwww.brasil247.com%2Ftanostrends%2Fvolta-a-circular-entrevista-de-2016-em-que-bolsonaro-diz-que-nao-comeu-carne-humana-por-nao-ter-companhia-e-ofende-haitiana

A entrevista completa ao jornal estrangeiro está no canal oficial do Bolsonaro no Youtube. A passagem sobre canibalismo fica em torno dos 55 minutos.

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Cintia Alves

Cintia Alves é jornalista especializada em Gestão de Mídias Digitais e editora do GGN.

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Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

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Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

4 Comentários
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  1. Antonio Uchoa Neto

    5 de outubro de 2022 6:15 pm

    O quê que o escudo do Botafogo está fazendo no gabinete desse cara? Essa desgraça não é palmeirense?

  2. Fábio de Oliveira Ribeiro

    6 de outubro de 2022 6:30 am

    Faz sentido. Bolsonaro pega, mata e come. Ele é uma Saracura dos brejos de Eldorado com complexo de Carcará nordestino, entende?

  3. Rui

    6 de outubro de 2022 7:30 am

    Deus acima de tudo, Baphomet acima de todos

  4. Vladimir

    6 de outubro de 2022 8:12 am

    Me parece que,apesar de todo absurdo que seria tal ato,a questão central aqui,está passando despercebida: A covardia, marca original desse sujeito,onde diz:
    “Como a comitiva não quis ir, porque tinha que comer o índio, não queria me levar sozinho lá”

    Covarde!

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