4 de junho de 2026

Revoada de pombas da paz na semana de 10 de dezembro, por Francisco Celso Calmon

Os EUA e seu aliados, notadamente nesta conjuntura a Ucrânia e Israel, querem manter o estado de guerra permanente
Banksy

Revoada de pombas da paz na semana de 10 de dezembro, dia universal dos direitos humanos

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por Francisco Celso Calmon

Teria um simbolismo marcante, se em todos os países as pessoas contrárias às guerras soltassem as pombas pelos céus em alegoria à paz.

Não somente em relação as guerras entre países, também entre movimentos armados, entre e pelas milicias, entre as facções do crime organizado dos tráficos; paz nas matanças dos negros, lgbtqi+, mulheres, jovens e pobres pela PM, paz entre o sistema e a destruição da natureza.

Todos espalhados pelos quatros cantos da terra e juntos no grito NÃO FAÇAM A GUERRA, FAÇAM A PAZ.

Não agridam a natureza, cuidem dela com carinho, de sua fauna e flora dependemos para uma vida sadia.

Que o nosso sangue não seja derramado em vão, seja como a seiva dos vegetais, para dar vitalidade, vigor, alento e coragem de viver em harmonia e respeito mútuo.

O mundo vive uma conjuntura de crescimento do neonazifascismo, o tom de beligerância sobe algumas oitavas, nesse clima qualquer fagulha pode chegar ao paiol dos que, para salvar o sistema colonialista e imperialista, defendem a tese de que só a guerra nuclear resolve a dilema paradoxal do norte da humanidade: viver em guerra ou em paz.

O imperialismo estadunidense é o arquétipo e paladino dessa concepção e práxis belicista, enquanto dominar a geopolítica do poder mundial não haverá perspectivas de harmonia.

Os EUA e seu aliados, notadamente nesta conjuntura a Ucrânia e Israel, querem manter o estado de guerra permanente, e a eles deve ser contrapor uma frente de países que objetivem o caráter de coexistência pacifica entre os povos, como caminho único para o desenvolvimento igualitário e harmonioso de todos. 

É da responsabilidade de todas e todos cidadãos do mundo barrar esse movimento beligerante já, sem demoras, nos posicionando intransigentemente pela paz.

Como o ano da rebeldia em 1968, o ano de 2024 deve ser o ano da indignação, protesto e luta pela democracia, pela preservação da natureza, pela autodeterminação dos povos e pela PAZ.

Francisco Celso Calmon, analista de TI, administrador, advogado, autor dos livros Sequestro Moral – E o PT com isso?, Combates Pela Democracia; coautor em Resistência ao Golpe de 2016 e em Uma Sentença Anunciada – o Processo Lula. Coordenador do canal Pororoca e um dos organizadores da RBMVJ.

O texto não representa necessariamente a opinião do Jornal GGN. Concorda ou tem ponto de vista diferente? Mande seu artigo para [email protected]. O artigo será publicado se atender aos critérios do Jornal GGN.

Francisco Celso Calmon

Francisco Celso Calmon, Analista de TI, administrador, advogado, autor dos livros Sequestro Moral – E o PT com isso?, Combates Pela Democracia, 60 anos do golpe: gerações em luta, Memórias e fantasias de um combatente; coautor em Resistência ao Golpe de 2016 e em Uma Sentença Anunciada – o Processo Lula. Coordenador do canal Pororoca e um dos organizadores da RBMVJ.

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