Por Ricardo Galhardo
Do Estadão
A ascensão de ‘Bocão’; o martírio de Vargas

Técnico em administração de empresas nascido numa família pobre em Assaí, norte do Paraná, o deputado licenciado André Vargas (PT-PR) teve uma ascensão política tão meteórica quanto sua queda do cargo de vice-presidente da Câmara, do qual anunciou a renúncia na quarta-feira passada, depois que vieram à tona suas ligações com o doleiro Alberto Youssef, preso na Operação Lava Jato da Polícia Federal.
Até 2010, quando foi reeleito deputado e chegou à executiva nacional do PT, Vargas era considerado apenas mais uma liderança regional do partido. Naquele ano ele impôs uma derrota ao atual presidente nacional do PT, Rui Falcão, ganhou a secretaria de Comunicação do partido e passou de figurante a personagem central.
Na eleição de 2010, embora contasse com um patrimônio pessoal de R$ 572 mil, Vargas distribuiu R$ 893 mil a 32 candidatos de três partidos. Entre eles figurões como os senadores Roberto Requião (PMDB-PR), Gleisi Hoffmann (PT-PR) e a presidente Dilma Rousseff.
Quem acompanha de perto a carreira de Vargas percebe que sua ascensão coincide com a morte do deputado José Janene (PP), chefe político do norte paranaense e um dos pivôs do mensalão, morto em setembro de 2010.
A relação com Janene começou em 1998, quando Vargas tentava escalar a pirâmide burocrática petista na condição de mero colaborador da campanha a deputado de Paulo Bernardo (hoje ministro das Comunicações).
Naquela campanha Vargas conheceu Youssef, compadre de Janene e envolvido em um escândalo de desvio de recursos municipais conhecido como caso AMA/Comurb, pelo qual Vargas foi condenado a devolver ao município R$ 10 mil usados na campanha de Bernardo. A amizade com o doleiro, no entanto, só se estreitou depois da morte de Janene.
Ao chegar à Câmara, em 2007, o petista seguiu os passos do deputado do PP e conseguiu uma vaga na Comissão de Minas e Energia, onde se discute entre outros temas projetos ligados à Petrobrás. Além da amizade com Youssef e do interesse pela questão energética, Vargas herdou os serviços de Wagner Pinheiro, chefe de gabinete do petista até a última quarta-feira, considerado homem de confiança de Janene para assuntos políticos.
Falastrão. À medida em que se tornava conhecido, Vargas fomentava a reputação de imprudente e falastrão. Fama que lhe rendeu problemas na Justiça. Desde 2010 o petista responde a uma ação por danos morais movida pelo senador Aécio Neves (PSDB-MG), a quem o petista acusou de ter feito um dossiê contra Verônica Serra, filha do ex-governador José Serra.
Aécio cobra indenização de R$ 500 mil. Se Vargas for condenado não será a primeira vez. O Juizado Especial Cível de Maringá impôs ao petista multas que somadas chegam a R$ 200 mil por usar indevidamente 50 pessoas como laranjas em sua prestação de contas eleitorais de 2006.
Nos últimos dois anos Vargas era um dos líderes do grupo de parlamentares petistas insatisfeitos com o governo Dilma, que chamou de inábil.
Ao mesmo tempo em que desafiava a cúpula partidária, ele tentava agradar à base petista com atitudes voluntaristas como o gesto de levantar a mão esquerda imitando os ex-dirigentes presos – José Dirceu e José Genoino – ao lado do presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, em fevereiro. “O André é o ‘tiozão do churrasco’. É aquela figura que conta piadas sujas na frente das crianças”, comparou um petista que pediu anonimato.
A ascensão política veio acompanhada do crescimento patrimonial. Além de viajar de jatinho às custas do doleiro, Vargas anda pelas ruas de Londrina em carros de luxo e mora em um dos endereços mais caros da cidade: o condomínio Alphaville Jacarandá, onde as casas custam a partir de R$ 2 milhões, segundo corretores locais.
Em 2006, quando foi eleito deputado pela primeira vez, o petista não possuía nem sequer casa própria, segundo a declaração de bens entregue à Justiça Eleitoral. Em quatro anos seu patrimônio saltou de R$ 80 mil para R$ 572 mil. No ano passado, Vargas liberou uma emenda de R$ 700 mil para recapeamento das ruas dos bairros Jardim Itália e Jardim Santa Monica, onde possui um imóvel.
Asilo. A trajetória política de André Vargas começou quase acidentalmente. Na adolescência ele foi levado pela mãe, a dona de casa Ana Ilário Vargas, adepta do kardecismo, para trabalhar como voluntário no Albergue Noturno Casa dos Vovôs e das Vovós, um asilo que atende cerca de 70 idosos por dia desde 1953 na região central de Londrina e é mantido pela comunidade espírita local.
De voluntário, André passou a gerente administrativo contratado do asilo, posto cujo salário hoje é de R$ 891. “Ele era um rapaz muito prestativo, tinha muito cuidado com os idosos. Várias vezes vi o André entrar embaixo do chuveiro para dar banho nos velhinhos que chegavam aqui sujos e alcoolizados”, disse Maria Julia Dutra de Barros, vice-presidente do albergue e contemporânea de Vargas. “Ele foi eleito com discurso de defesa das entidades mas depois de um ano em Curitiba parou de atender nossos telefonemas”, completou.
Graças ao asilo, ele conheceu petistas ligados à Igreja Católica que também faziam trabalhos sociais e o levaram para as primeiras reuniões do partido. A filiação veio em 1990 e no ano seguinte Vargas já integrava o diretório municipal.
Em 1993, com a chegada do petista Luiz Eduardo Cheida à prefeitura de Londrina, passou a ser o diretor social da Companhia Municipal de Habitação e se aproximou dos movimentos por moradia. Nas eleições de 1996 foi candidato a vereador pela primeira vez e não se elegeu. Um ano depois passou a trabalhar no gabinete do deputado estadual Nedson Micheleti (PT). Em 1999 assumiu a presidência do PT de Londrina e foi eleito vereador em 2000, mesmo ano em que Micheleti ganhou a prefeitura.
“Ele teve a sorte de ser eleito com um prefeito do mesmo partido e graças a isso fez um mandato com muita visibilidade”, lembrou Osvaldo Lima, fundador do PT em Londrina e defensor de que o deputado seja investigado pelo partido.
Vargas não parou de subir. Abandonou o mandato de vereador no segundo ano, ganhou a presidência do PT do Paraná, foi eleito deputado estadual. Na Assembleia Legislativa presidiu a CPI dos Pedágios, cujo relatório final foi favorável às concessionárias e ganhou o apelido de “Bocão”. Vargas foi autor de um projeto que batiza um trecho da BR-227 como Rodovia Cecílio do Rego Almeida, controlador da concessão de uma rodovia paranaense, morto em 2008.
A trajetória de Vargas foi abruptamente interrompida 66 dias depois de chegar à vice-presidência da Câmara com as revelações de que ele viajou no jatinho pago por Youssef e ajudou o doleiro a fazer contatos no governo. Isolado pelo PT, foi obrigado a deixar a vice-presidência e sofre pressão para renunciar ao mandato. Procurado, ele não quis dar entrevista. “A única coisa que ele fez foi pegar carona num jatinho. Isso não é crime. André é alvo de uma disputa interna pela vice-presidência da Câmara”, defendeu o educador social Adriano Lozado, eleitor de Vargas desde 1996.
Filipe Rodrigues
13 de abril de 2014 4:21 pmMais um petista junto com
Mais um petista junto com Vacarezza da escola política “os fins justificam os meios”, vítima de sua própria armadilha. Sem esquecer que ele é unha e carne com o amigão da mídia/teles Paulo Bernardo.
Grande janela de oportunidades que se abriu ao PT do Paraná, em vez do André Vargas agora o partido pode lançar ao Senado o Doutor Rosinha (esse sim um petista que nunca se viciou no dinheiro).
Rosinha é o mais promissor para derrotar Álvaro Dias, teria apoio da esquerda e de Requião, o PMDB disputaria o Senado com um aliado de Beto Richa (que não se dar bem com Álvaro Dias).
Assis Ribeiro
13 de abril de 2014 4:24 pmVixe Maria!
Vixe Maria!
Ivan de Union
13 de abril de 2014 5:08 pmEsperando agora a “exposee”
Esperando agora a “exposee” de Alvaro Dias pelo estadao…
Marco St.
13 de abril de 2014 5:08 pmA reportagem é do Estadão.
A reportagem é do Estadão. Recheada de declarações em “off”.
Se for verdade, no Estadão ganha ares de mentira.
Prefiro aguardar pronuncimento do Papai Noel.
Orlando Soares Varêda
13 de abril de 2014 5:22 pmAplica um pontapé na bunda
Aplica um pontapé na bunda desse safado. O PT já passou da hora de se livrar desses oportunistas carreiristas. Não cabe mais, o partido aceitar filiar, nem manter, uma praga de parasitas amorais. Chega. Do contrário, estes merdas terminarão por corromper o que resta de decente e sério no partido.
Orlando
Francy Lisboa
13 de abril de 2014 5:24 pmSe formos olhar pelo prisma
Se formos olhar pelo prisma da ligação de políticos e outras pessoas públicas com gente acostumado à negociata, não sobrará um sem gota de lama. Aqui, eu não defendo a corrpção, mas sim a hipocrisia, como nesse trecho
“Falastrão. À medida em que se tornava conhecido, Vargas fomentava a reputação de imprudente e falastrão. Fama que lhe rendeu problemas na Justiça. Desde 2010 o petista responde a uma ação por danos morais movida pelo senador Aécio Neves (PSDB-MG), a quem o petista”
A julgar por esse prisma, todos são falastrões porque vivemos a era do denuncismo sem pé nem cabeça em muitas vezes. Isso só é possível porque se percebeu, por parte dos denuncistas, de que a sociedade brasileira se indigna e acredita na denuncia, mas dá pouca bola para os deslocamentos. Isso leva a concusão óbvia, ser imaculado é missão impossível. Deve-se conviver com essa falta de discernimento e saber que ninguém vai agradar a todos.
Homero Pavan Filho
13 de abril de 2014 5:24 pmVamos combinar?
Sem os André Vargas da vida, como é que dona Dilma vai pagar as despesas de campanha?
E sem os similares tucanos e socialistas, os outros dois, Aécio e Eduardo?
Querem se livrar desse tipo de político? Acabem com as campanhas políticas. Pedido de voto, só via Facebook e SMS. Ops, só via sites oficiais do TSE.
jura
13 de abril de 2014 6:24 pmNa mosca!
É isso ai. A ocasião faz o ladrão. Enquanto houver ocasiões, haverá ladrões.
Para acabar com as ocasiões – temporariamente – é preciso a reforma política.
Orlando Bernardes
13 de abril de 2014 5:46 pmVamos deixar de ser
Vamos deixar de ser hipócritas. Isto tudo que a mídia está fazendo em relação à André Vargas, é que teve a ” petulância ” de combater o PIG, ao levantar o punho junto ao JB. Pegar carona em avião de financiador de campanha polícica ? Pausa para risos, kkkkkk. É o próprio sistema político brasileiro que permite isto. Qual o político brasileiro que não utiliza de financiadores???? O PT e o governo ficou bom de apanhar, pois não se defende. Quando um deles tenta ser combativo aí a mídia cai em cima. Tudo isto acontece pela covardia do PT e do governo em não combater seus inimigos.
iron
13 de abril de 2014 5:52 pmO Estadao fez uma excelente
O Estadao fez uma excelente reportagem. Nada que ja nao se soubesse em TODA Londrina. Inclusive no diretorio regional do partido. Janene comandava um dos maiores esquemas existentes. A coisa vem lah de 1998, e soh cresceu. Nao eh por acaso que ele foi o unico nao cassado no mensalao. Era mestre e caso algo lhe acontecesse, apresentaria provas de todo envolvimento do governo. O Minist. das Minas e Energia era feudo seu. Coiza que esta militancia tola, a que frequenta este blog, deveria saber. Preferem rotular como pig.
Crisitano
13 de abril de 2014 5:55 pmMesmo currículo da grande
Mesmo currículo da grande maioria dos parlamentares do Brasil!!!
Na minha modesta opinião, ele foi limado pelo próprio governo (era da turma do volta Lula)…..
E não foi por causa do passeio de jatinho….
E sim pelos vazamentos pela PF (que é comandada pelo Ministério da Justiça) das suas andanças pela ANVISA para beneficiar acordos com o laboratório do Youssef……..ou vcs acham que ele é o único político que aparece nas gravações??!!!
Mas tem coisas mais obscuras que nunca vão ser sabidas pelo distinto público….
Mas com certeza o gesto contra Joaquim Barbosa não ajudou em nada, pelo contrário, esse é um dos maiores motivos da queda!!!
Por mais que não se concorde com as atitudes de Joaquim Barbosa, ele é o representante da mais alta côrte da justiça do Brasil.
Jamais um parlamentar, ainda mais o vice presidente da câmara, dentro do congresso, poderia fazer aquele gesto, foi uma falta de respeito institucional, o que demonstra o caráter, falta de respeito, e consciência institucional do “Bocão”e que vai lhe custar suas regalias e a fonte de sua “fortuna”…….
Motta Araujo
13 de abril de 2014 7:02 pmPasseio de jatinho é o
Passeio de jatinho é o alçapão para o cadafalso, não falha.
josé lima
13 de abril de 2014 9:26 pmMesmo currículo…
Como é que é?
“Por mais que não se concorde com as atitudes de Joaquim Barbosa, ele é o representante da mais alta côrte (sic) da justiça do Brasil.”
Um sujeito que não se dá ao devido respeito, posto que, age sempre de forma a agredir o decoro do cargo que ocupa, deve ser respeitado?
Não me venha com a atitude hipócrita de querer institucionalizar o comportamento calhorda de quem quer que seja.
Instituições são perenes e todo aquele que as ascenda, institucionalmente, tem a obrigação de se comportar, com honra e caráter ilibados.
Um indivíduo que, estando, provisoriamente, a frente de um dos três Poderes da República Federativa do Brasil, age, arrogante e desrespeitosamente aos mais comezinhos princípios do Direito, chegando ao despautério de afirmar, em sessão solene da Suprema Corte, em que se decide o futuro da vida de seres humanos, que manipulou, a dosimetria das penas a serem aplicadas aos réus, e, ainda, aduz, que o fez propositadamente, para evitar a prescrição das referidas penas, merece algum tipo de respeito?
Ademais, a ocorrência acima relatada, reflete tão somente uma “gota d’água” num “oceano” de agressões ao decoro do cargo que ocupa, infelizmente, para o Judiciário brasileiro e a sua instância máxima, por, ainda, longos e tenebrosos 07 meses.
Respeito, meu caro, não se exige, conquista-se!
Tome-se por analogia, a situação hipotética de um pai autoritário.
Poderá o mesmo “exigir” respeito, utilizando para isso, até de força bruta. Entretanto, dificilmente, conquistará tal respeito, meritoriamente, da parte de suas vítimas, por um segundo que seja!
Paulo P. Ribeiro
13 de abril de 2014 6:00 pmMais uma vítima
É inadmissível o linchamento moral a que vem sendo imposto o deputado Andre Vargas. De um momento para outro, o seu passado de lutas e resistência ao autoritarismo foi jogado na lama em uma sórdida campanha da mídia golpista em conluio com Barbosa e seus asseclas. Uma trajetória construída pelo suor de muito trabalho e que logicamente rendeu seus frutos em forma de bens materiais, a exemplo de milhares de trabalhadores nos últimos 10 anos. Causa-me indignação o silêncio da cúpula do Partido dos Trabalhadores, bem como de alguns blogueiros, caso do prezado Luis Nassif, que reproduz neste espaço uma reportagem sem absolutamente nenhuma prova contra o deputado. Que a Justiça seja feita e que Andre Vargas consiga manter o seu mandato em prol do povo do Paraná, já que a sua reputação foi destruída pela mídia.
leonidas
13 de abril de 2014 7:19 pmué passado nao torna ninguem
ué passado nao torna ninguem santo nao…rs
ele pode ter sido o que quiser no passado, hoje é só + 1 picareta que deveria pegar uma cadeia ferrada para ver se acha a vergonha que ele deixou em algum lugar do ” passado ” dele…
tiao
13 de abril de 2014 6:09 pmCarreirista,oportunista e
Carreirista,oportunista e tranqueira.Infelizmente iguais a ele tem um monte dentro do partido.Tem que vazar,e logo!
aliancaliberal
13 de abril de 2014 8:03 pmSobrará alguém.
Sobrará alguém.
alexis
13 de abril de 2014 9:39 pmCom certeza!
O maior partido do Brasil, de longe
Poucos gatunos não desmerecem a causa pela qual lutamos. A classe política é o reflexo da sociedade que temos. O PT é o reflexo do que resta de melhor do Brasil, em valores éticos e cívicos. As exceções confirmam apenas a regra.
Jorge Nogueira Rebolla
13 de abril de 2014 6:18 pmAs vezes acho que Lombroso…
…tinha razão:
P Pereira
13 de abril de 2014 7:02 pmtira dúvidas
Vamos tirar essa dúvida. Bota tua cara aí, rebolla.
PS: antes postar (desculpem o erro de digitação), clique em pré-visualizar.
Motta Araujo
13 de abril de 2014 6:31 pmBaixo nivel não tem cura.
Baixo nivel não tem cura.
agincourt
13 de abril de 2014 6:51 pmEXORTAÇÃO AO COMPANHEIRO ANDRÉ VARGAS
André, não te abatas. Sempre foste de luta.
Enxuga a lágrima furtiva e lembra o poeta: “A vida é luta renhida, que aos fracos abate, e aos fortes, só faz exaltar.”
És um espelho para todo militante que deseja subir no firmamento petista.
Homem probo, sempre dedicado às causas populares, te vês agora difamado pelo PIG infame.
André Vargas, companheiro, segue altaneiro em meio em meio aos cães raivosos. Tua estrela brilha fulgurante.
Oxalá! jamais se dê. Todavia, se a Injustiça te quiser em grilhões; ao adentrares a Papuda – nesse dia, nessa hora – todos juntos lá estaremos.
E, num movimento espontâneo de mil, dez mil, cem mil corpos comandados por única vontade, ergueremos nossos braços num gesto desafiador de solidariedade.
(Mas é o seguinte: se a coisa der mesmo merda, relaxa. Por dúvida das vias, os militontos já começaram uma vaquinha pra pagar o causídico e multas eventuais.)
(Quem que tu quer pra embarreirar o processo: o Thomaz Bastos, o Zé Carlos Dias ou o Kakay?)
Ivan de Union
13 de abril de 2014 7:55 pmCe eh chato assim ou ce
Ce eh chato assim ou ce chupou limao?
agincourt
13 de abril de 2014 8:55 pmcítricos
Ivan, camarada, eu entendo teu azedume.
A fé petista esconde montanhas…
…
(Os limões petistas me proporcionam deliciosas limonadas.)
Motta Araujo
13 de abril de 2014 7:07 pmKit “pé de chinelo” quando
Kit “pé de chinelo” quando sobre:
1.Pajero
2.Amante falsa loura.
3.Casa de praia com churrasqueira.
4.Amigo com jatinho.
5.Lancha
6.Quadro de bom pintor JAMAIS
7.Livros JAMAIS
8.Curso de inglês ou frances JAMAIS
9.Vinho caro em restaurante.
10.Relogio ROLEX.
mcn
13 de abril de 2014 8:53 pmO editor ou o dono do
O editor ou o dono do Estadão, um dos dois, ou os dois, é mal-caráter. Enfiou Gleise e Dilma no mesmo saco de Vargas, sem citar a fonte. Para quem acompanha o Estadão, a safadeza editorial é tanta e cotidiana que dá a impressão que fazer jornalismo mal-caráter é a coisa mais normal do mundo. Não é. Só os mal-caráteres o fazem.
Vargas é osso duro. Aparentemente, deslumbrou-se. Vivia de conchavos com o baixo clero, conspirando contra Dilma. Jorge Moreno diz que o movimento “Volta Lula” nasceu no seu gabinete. Trabalhasse como Gleise, defendendo o governo e batendo duro na oposição seria mais fácil defendê-lo.
leonidas
13 de abril de 2014 9:10 pmVixi agora a galera ja vai
Vixi agora a galera ja vai começar arrecadar dinheiro para pagar multa de + um santo perseguido…rsrsrsr
André Couto
14 de abril de 2014 12:57 amOlha o Leônidas aí de novo.
Olha o Leônidas aí de novo. Ele parece que não consegue entender o que lê. Ou será impressão minha?
Orides
14 de abril de 2014 1:15 amUm minutinho de sua atenção
Caro Leônidas
Acredito que se fosse o Senhor, sem dúvida participaria de qualquer arrecadação para ajudar a qualquer um, fosse ele um santo perseguido ou um santo do pau oco, como parece ser o André Vargas.
Por favor, existem pessoas inteligentes no mundo, além do Senhor, é claro.
Por que o senhor gosta tanto de se ridicularizar?
alexis
13 de abril de 2014 9:28 pmExiste PT autêntico no Paraná?
Não lembro o PT ter ganhado alguma coisa importante no Estado de Paraná. Estado do sul, mas com base rural e aristocrata. O estranho é que tenham saído de Paraná tantos políticos importantes nos tempos de hoje, de esquerda ou de direita, tanto doleiro, tanto gatuno, tanto dinheiro saindo para paraísos fiscais. Sem duvida, na procura de um PT, digamos assim, “de raiz”, dificilmente sairá do Paraná um dirigente com cheiro de povo, mas apenas do andar de cima da sociedade e da política, gente fina, de posses, de bom trato com a Globo. O Pizzolato, de triste fuga ao exterior, não parece ser uma exceção. Se fizermos um faxina quem sabe sobraria apenas o Dr. Rosinha.
Pachecão
14 de abril de 2014 1:31 amPois é amigo, o PT se moveu
Pois é amigo, o PT se moveu tanto, mais tanto, para a direita que encontrou os petistas do Paraná.
iron
13 de abril de 2014 9:32 pmDivirtam-se
Deu no Impacto
Divirtam-se
Deu no Impacto Paraná:
José Janene – o homem que manda em Londrina
“Eu ganhei as últimas quatro eleições e vou ganhar a quinta eleição em Londrina” – José Janene, deputado aposentado do PP e líder do Mensalão e processado por formação de quadrilha pelo Supremo Tribunal Federal, em entrevista na TV CNT de Londrina, em 2004.
Como pode?
De onde veio o homem que comandou as últimas cinco eleições de Londrina? 20 anos dominando a cidade que já deu líderes nacionais como Nelson Maculan, José Richa, Amauri Silva e Leite Chaves?
20 anos (1988 a 2008) mandando e desmandando com seus associados no PT, PMDB e PDT além do ‘seu’ partido que administra com mão de ferro – PP.
Vamos mostrar como ele conseguiu:
1988: A candidatura a prefeito de Antonio Belinati escorria de suas mãos no PDT. Não tinha dinheiro e precisava desesperadamente de montar palanques em Londrina, patrocinar vereadores e mais umas ‘cositas más’. Quem é o homem do cofre deste ex-prefeito que precisava derrotar o grupo de Wilson Moreira, que havia reformado a cidade e dando nova vida para Londrina?
Ele, José Janene, um obscuro homem de negócios não tão lícitos e que fazia as famosas procurações para desconto de ICM das prefeituras que submetiam-se ao seu esquema de iluminação pública e os lucros de L10 e L11 (ou Lucro de 10 vezes o valor correto ou Lucro de 11 vezes o valor correto).Era a Eletrojan montada por José Janene depois que deixou de ser vendedor do poder público de seu irmão Faiçal Jannani com o “Grupo Iluminação F. Jannani”.Ganha a prefeitura e com isso o direito de ratear a administração com seus indicados. Começa o fim do mundo para Londrina.
Nada acontece em Londrina sem que as mãos sujas de José Janene não se meta nas inúmeras enrascadas.
A partir daqui é o negociador das tarifas de transporte coletivo com a empresa dos Irmãos Lopes, pois seu indicado é o secretário de Serviços Públicos.
1990:
Neste ano o insignificante empresário de iluminação pública José Janene, dono da Eletrojan e oriundo de Santo Inácio, disputa uma eleição para deputado federal pelo PDT usando o slogan que consagrou o seu homem na disputa da prefeitura de Londrina – Antonio Belinati – o deputado do povo!
Fica apenas na suplência mas faz alianças eleitorais como a com o então deputado estadual Orlando Pessuti em Jardim Alegre. PDT com PMDB, enquanto em Londrina descarrega dinheiro como nunca visto para tentar se eleger e onde havia derrotado o candidato do partido a prefeito – José Tavares.
Seu sonho é ser deputado federal e depois prefeito de Londrina – sucedendo a Antonio Belinati, que ajudou a eleger em 1988, ao lado de seus irmãos Assad Jannani e Faiçal Jannani (dono da F.Jannani Grupo Iluminação).
Monta dentro da prefeitura de Londrina um esquadrão de apadrinhados, dominando secretarias e órgãos municipais além de contratos de iluminação pública, negócios com concessionárias e até aluguel de arquibancadas de Carnaval e 7 de Setembro.
1992:
É o ano em que manda a família administrar o quinhão conquistado. Para a sucessão de Antonio Belinati, lança a candidatura de seu irmão Assad Jannani para vice-prefeito pelo PDT na chapa de Luiz Eduardo Cheida, então vereador do PT em Londrina. Derrota Wilson Moreira no segundo turno das eleições municipais, tendo como aliado de Luiz Eduardo Cheida o próprio Antonio Belinati, que no comando da prefeitura dá seu aval para a candidatura do PT contra o ex-prefeito do PSDB.
Nesta administração ele manda na SERCOMTEL, com seu irmão Assad Jannani (agora vice-prefeito), e comanda várias secretárias além de vários contratos milionários com a prefeitura de Londrina. Está preparando sua campanha para deputado federal em 1994 e faz um caixa de campanha astronômico. É aqui que a empresa telefônica faz seu contrato com o banco Fator, envolvido nos escândalos de Paulo Maluf e Celso Pitta em São Paulo, quando comandavam com o PP a administração daquela cidade. Nesta administração também é feito o contrato milionário com a Ericsson.
1994:
É candidato a deputado federal e consegue obter os votos necessários para instalar-se em Brasília. Vai angariando apoio de prefeitos e ex-prefeitos pelas pequenas cidades, já que o candidato do Povão, José Janene, não consegue nunca bons índices de votação em Londrina. O povo o rejeita como político e como homem. Instala seus tentáculos ambiciosos na Comissão de Minas e Energia e nas comissões de orçamento e pretende ser o presidente do PPB no Paraná, além de Londrina. Em 94 ele colocou um apaniguado da Lapa na CONAB e tinha uma diretoria da CEME. Durante sua época milhares de toneladas de arroz do Rio Grande do Sul dos armazéns da CONAB. E na CEME foi o articulador de compra de remédios de Cuba e que nada serviram para o Brasil. Trai o então candidato a governador Álvaro Dias e lança como vice-governadora de Jaime Lerner (PDT) a mulher de seu associado, Emilia Belinati (PTB). Contrata como assessor de imprensa o jornalista e radialista recém formado Barbosa Neto, já filiado ao PDT. Neste momento ele começou a usar a doença cardíaca que supostamente o deixava inválido e impossibilitado de usar vasos dilatadores e de apetite.
1996:
Paralisa as atividades da Eletrojan que é detonada pela imprensa de Foz do Iguaçu e pelo Ministério Público em licitação fraudulenta e começa a empresa Mercoluz – que começa a fazer as obras de iluminação de Londrina – principalmente na avenida Leste-Oeste. Lança seu parceiro de jogadas políticas pelo PDT, Antonio Belinati, para concorrer à prefeitura de Londrina. Cobra de Luiz Eduardo Cheida a fatura política de ter sido seu homem de confiança na prefeitura de Londrina e há um rompimento acertado entre ele e seu irmão, Assad Jannani, dando conta do afastamento dos dois e do irreversível ódio entre eles. Faz desistir da campanha a prefeito o então vereador Alex Canziani, pelo PTB, indicando ele para ser o vice-prefeito de Antonio Belinati. José Janene utiliza recursos para custear as despesas já feitas pelo pré-candidato a prefeito e garante Alex na chapa PDT e PTB.
Faz uma associação com o candidato do PT a prefeito de Londrina e membro da mesma Comissão de Orçamento da Câmara Federal, deputado Paulo Bernardo, que começa a atacar o candidato que incomodava aos planos dele: Luiz Carlos Hauly, pelo PSDB. Paulo Bernardo utiliza todo o tempo de televisão e rádio para atacar Hauly e com isso deixar o caminho livre para Antonio Belinati. No segundo turno entre Belinati e Hauly, José Janene consegue viabilizar recursos de Jaime Lerner como governador e mantém uma equipe coordenada pelo próprio chefe de gabinete Gerson Guellmann e o jornalista Fábio Campana. Monta o QG de campanha no Hotel Crystal e na antiga sede da compensação do Banco Real na avenida Arthur Thomas onde recebe as ordens dos novos comandantes de campanha. Garante que o Partido dos Trabalhadores de Londrina, comandado por Paulo Bernardo, André Vargas e Nedson Micheletti, dê o apoio para a campanha vitoriosa de Antonio Belinati no segundo turno. Garante a eles a manutenção de cargos para petistas no governo de Belinati – como secretaria de Finanças, secretarias especiais, secretaria da mulher além de muitos cargos terceirizados na tal Frente de Trabalho.
1998:
Com a administração das finanças com o PT e associado ao membro da Comissão de Orçamento, Paulo Bernardo, garante recursos em várias áreas para que as empresas de Londrina – VISATEC, VISAMOTORS, VISACON e F.Jannani Grupo Iluminação – garantam a expansão financeira deles.
Acontece o maior escândalo político de Londrina com a venda das ações da SERCOMTEL, comandada por José Janene e Antonio Belinati, para a COPEL. Uma CPI na Assembléia Legislativa do Paraná é abafada com promessas divinas para deputados estaduais.
Começa a farra chamada escândalo AMA-COMURB onde seus associados são pegos com a mão na massa, utilizando notas frias e medições de roçagem irregulares. Uma CEI na Câmara de Londrina começa a demonstrar os fatos e estender para um fundo gerido (COGEF) pelos indicados de Janene/Belinati, indícios de uso na campanha eleitoral dos candidatos a deputado estadual Antonio Carlos Belinati, deputados federais José Janene e Paulo Bernardo, através do presidente do PT em Londrina, André Vargas.
É candidato a senador pelo PT o então deputado federal Nedson Micheleti.
A Câmara Municipal de Londrina avança e consegue enviar para os promotores estaduais os indícios que transformam-se nas mais variadas ações judiciais contra Antonio Belinati, José Janene, Paulo Bernardo, André Vargas, além dos secretários municipais e diretores que coordenam as licitações fraudulentas para desviar o dinheiro da venda das ações da SERCOMTEL.
Nedson Micheleti perde para senador pelo PT e Paulo Bernardo não consegue sua reeleição. Já José Janene consegue uma votação ridícula em Londrina e garante sua eleição nos grotões do Vale do Ivaí e do Norte Pioneiro. Alex Canziani então vice-prefeito do PTB elege-se deputado federal e vira secretário de Indústria e Comércio de Jaime Lerner.
Seus tentáculos agora se estendem para Curitiba com o lernismo e seu PPB (depois PP) e depois para Mato Grosso do Sul, onde Paulo Bernardo vira o secretário da Fazenda ao lado de sua segunda mulher, Gleisi Helena Hoffmann.
A empresa VISATEC dos Jannani começa a fazer obras no Mato Grosso do Sul com o Zeca do PT, eleito governador pelo PT.
2000:
A cassação de Antonio Belinati começa a transformar-se em realidade e a Câmara Municipal de Londrina, curva-se à opinião pública. A Globo local recebe intervenção do comando do jornalismo nacional da emissora por conta da ‘censura’ jornalística feita em Curitiba e Londrina.
Descobre-se uma teia de corrupção nunca vista em outras administrações. Um ex-sócio de José Janene é peça chave para a descoberta de todo o esquema. Uma proposta que está nos jornais da época mostra o gangsterismo na política de Londrina: “Assume tudo sozinho, pega uns anos de cadeia e depois sai com o dinheiro garantido”.
O empresário maringaense da empresa de limpeza pública conta tudo aos promotores e garante que o mentor de tudo é José Janene.
Vereadores são gravados na sala de Antonio Belinati pedindo 200 quilômetros (200 km ‘sic’) para votar contra a cassação. É a senha para a destruição de Antonio Belinati, pois a empresa de comunicação Metrópole é processada por ele e aí garante-se novo denunciante do esquema forjado de licitações – na SERCOMTEL e na campanha eleitoral. A propaganda para inauguração do PAI – Pronto Atendimento Infantil, com o show não realizado da Xuxa começa a ser investigado na Câmara Municipal de Londrina. Gasta-se mais na festa da inauguração do que na construção.
José Janene chama seus vereadores para festas na chácara da Rua Ademar de Barros (sic) em frente ao lago Igapó. É o chamado ‘Rolo Compressor’, que quer os quilômetros para votar e não tem garantia alguma de serem absolvidos pelas urnas em outubro.
Impossível de garantir a candidatura à reeleição de Antonio Belinati (que é cassado), José Janene articula as campanhas de seus candidatos – Barbosa Neto tendo como vice seu irmão Assad Jannani e o antigo companheiro de apoio em 1998 para o Senado, Nedson Micheletti, que tem como candidato a vereador André Vargas pelo PT.
Todo o trabalho é para retirar do segundo turno das eleições seu inimigo Luiz Carlos Hauly (PSDB) e conta com o programa do PMDB do candidato Luiz Eduardo Cheida para atacar quem quer que fosse.
E consegue levando para o segundo turno – Nedson Michetti com o vice Bracarense Costa e Barbosa Neto com o seu irmão Assad de vice.
2002:
José Janene consegue a sua terceira eleição e a indicação para ser o líder do PP na Câmara Federal, onde instala a ‘política do rolo compressor’ com muitos quilômetros de mensalão para serem entregues no governo do PT de Lula.
Seu parceiro do PT, Paulo Bernardo é presidente da Comissão de Orçamento e na prefeitura de Londrina muitos associados são indicados para cargos chaves.
Ele comanda o serviço de lixo reciclável, construção civil, aterro sanitário e coleta de lixo, além da iluminação pública.
Tudo que renda dividendos ele participa ou dá palpites.
Seu slogan é: “Tem que arrastar assim, para sobrar um pouco entre os dedos para os outros”, fazendo chacota com o jeito de arrastar o dinheiro da mesa como se as mãos fossem rastelos para poucas notas saírem entre as mãos.
Seu associado Antonio Belinati, aposentado como deputado estadual pelo Fundo de Previdência da Assembléia Legislativa do Paraná, continua com a cobertura de seus advogados. Ele não fica na mão de seu ex-sócio.
Jaime Lerner é reeleito como governador e Emilia Belinati também como vice-governadora, derrotando o senador Roberto Requião. Já o filho de Antonio Belinati, Antonio Carlos vira piada como o deputado telettubie: “Oiê e tchau!”, pois não consegue votos suficientes para voltar ao cargo.
Barbosa Neto é eleito pela primeira vez como deputado estadual, tendo como coordenador de campanha o irmão de José Janene, o ex-vice prefeito Assad Jannani.
A empresa Fóssil é contratada para administrar o lixo de Londrina em lugar da empreiteira VEGA SOPAVE.
Ela é de Goiás e tem como administrador um ex-assistente de José Janene.
Chega para administrar as empresas concreteiras de Londrina – a empreiteira Leão e Leão, que foi envolvida nos escândalos do PT em Ribeirão Preto ao lado de Antonio Palocci.
2004:
Janene todo poderoso homem do mensalão do PT e alvo de denúncias na imprensa além de processado pela Justiça do Paraná apresenta seus candidatos para uma quinta disputa:Nedson Micheletti e Antonio Belinati, além de Barbosa Neto que possui como chefe de gabinete na Assembléia Legislativa do Paraná, seu irmão Assad Jannani.
Vão ao segundo turno os candidatos Nedson Micheletti e Antonio Belinati, tendo sido eleito para um segundo mandato sob o slogan “Pior com ele, ruim sem ele”, o candidato do PT. Janene aposta nos dois candidatos e garante seus contratos na prefeitura de Londrina.
Londrina é novamente associada a escândalos de contratos como o do aluguéis de radares que é suspenso pela Justiça. O prefeito é processado pelo Ministério Público por improbidade administrativa. E Paulo Bernardo, como ministro do PT no governo Lula, retira seu título de eleitor de Londrina, levando o de sua mulher Gleisi Hoffman para Curitiba.
2006:
Janene é denunciado pelo esquema da corrupção no governo Lula e pede aposentadoria por invalidez para tentar escapar com seus direitos políticos preservados. Desiste de lançar a candidatura de sua segunda mulher, Fernanda Janene como deputada federal. Teme ser derrotada e por isso pede para ser substituída por um político de Ibiporã que também desiste de ser candidato a deputado federal. Quer na eleição em 2010 e para isso, sem ser inválido, apresentou-se como TESOUREIRO NACIONAL do PP e foi eleito na última convenção do partido.
Seus cabos eleitorais são orientados a trabalharem para o candidato do PT a federal, André Vargas e também para Gleisi Hoffman a senadora pelo PT, Belinati para deputado estadual e Roberto Requião para governador.
Seu associado Antonio Belinati é eleito deputado estadual e pede a suspensão dos pagamentos das pensões da Assembléia Legislativa enquanto recebe o salário de deputado.
2008
Em 2008 o tesoureiro nacional do PP e denunciado quadrilheiro pelo Procurador Geral da República e processado pelo STF, pretende lançar quem do seu time para ganhar as eleições: Antonio Belinati, André Vargas ou Barbosa Neto? Haverá espaço para outro em seu aposentado coração inválido, agora processado?
José Janene
Uma família e negócios com governos:
José Janene tem:
Eletrojan – administrada por sua filha
Mercoluz – administrada pelos seus associados(Empresas administradas pelas filhas e pela mulher)
Faiçal Janene tem:
F.Jannani Grupo IluminaçãoVisatec – Limpeza Pública e Construtora de ObrasVisacon – Construtora de Obras Visamáquinas – Aluguel de Máquinas e Equipamentos
Empresas administradas pelos filhos:
Assad Janene tem:
JN Locação de Automóveis (Rentacar) Empresas administradas pelos filhos.
Cunha
13 de abril de 2014 10:33 pmMenos barulho a mídia fez com
Menos barulho a mídia fez com o avião da coca.
Questão de critério: jatinho é mais importante que helicóptero.
Gilmar Toledo
14 de abril de 2014 1:05 ame o que a etica e a dignidade
e o que a etica e a dignidade do PT tem com isso?
O PT vai manter esse sujeito que claramente usava de sua influencia para obter vantagens indevidas para pessoas desprovidas de carater como o doleiro, apenas porque outros não receberam a mesma atenção que esse corrupto?
então o PT e comandado pelas manchetes da imprensa e não pelo que é certo e honesto fazer?
Gilson Raslan
14 de abril de 2014 1:22 amO PANFLETÃO fez esta
O PANFLETÃO fez esta rePocagem para acertar Gleise.
Neideg
14 de abril de 2014 3:34 amQuando ajudava as velhinhas
Quando ajudava as velhinhas no asilo era apenas porque pretendia ser o Presidente da Republica. Quando roubou um pirulito do amiguinho aos 02 anos, nao deixou duvidas aos que o observavam que seria um perigoso meliantae. Quando ele ficou amigo de fulano, depois que beltrano morreu, ai, todos tiveram certeza do quanto era perigoso.
Proximo passo, sera o heroi Batman encarcera-lo como formador de quadrilha. A Globo deu a diretriz, as midias da periferia, Folha, Estadao, Veja, etc repercutiram, aos juizes so resta obedecer.
Turco
14 de abril de 2014 1:49 pmInfelizmente
Um retrato que se aplica a muita gente que passou a ter certa influência no partido de 2000 para cá (como o Delcídio, por exemplo).
Um começo cheio de boas intenções, atropelado pelo dinheiro e pela ganância.