4 de junho de 2026

Brasil decide comprar caças suecos, anuncia Amorim

Brasília – O ministro da Defesa, Celso Amorim, informou hoje (18) que o governo brasileiro optou pela compra de 36 caças suecos Saab Gripen NG. O Brasil irá pagar US$ 4,5 bilhões pelas aeronaves até 2023.
 
O chamado Projeto FX-2, que inclui os caças, teve início em 2001. Aeronaves de três países disputaram o contrato com o governo brasileiro. Além do Saab Gripen NG, o Boeing F-18E/F Super Hornet, dos Estados Unidos; e Dassault Rafale F3, da França, estavam na disputa. O modelo sueco substituirá os Mirage 2000, que serão aposentados este mês.
 
O ministro disse que a escolha foi “objeto de estudos e ponderações muito cuidadosas”, levando em conta a performance, transferência efetiva de tecnologia e custo de aquisição e manutenção. De acordo com Amorim, a escolha pelos aviões suecos foi “o melhor equilíbrio desses três fatores”.
 
Amorim informou ainda que a próxima etapa é a negociação do contrato, que poderá durar cerca de um ano. Somente após o contrato, serão feitos os pagamentos à empresa sueca, e com isso, não há previsão de afetar o orçamento da União de 2014.
 
Se a negociação ocorrer dentro do prazo previsto, o contrato deve ser assinado em dezembro de 2014, e o primeiro caça sueco deve chegar para a Força Aérea Brasileira (FAB) no final de 2018.
 
Com a desativação dos Mirage 2000, a FAB irá usar os caças F5M até a chegada dos aviões Gripen.
 
 

Redação

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  1. Ivan de Union

    18 de dezembro de 2013 11:11 pm

    “O ministro disse que a

    “O ministro disse que a escolha foi “objeto de estudos e ponderações muito cuidadosas”, levando em conta a performance, transferência efetiva de tecnologia e custo de aquisição e manutenção”:

    Em suma:  nada a ver com a bem-mais-que-provavel espionagem nos avioes americanos.

    Se isso tivesse sido considerado, evidentemente outro aviao qualquer ja teria sido comprado ha anos atraz.  Perguntem pra Aeronautica.

  2. Renato Kern

    18 de dezembro de 2013 11:23 pm

    4,5 bilhões em armas de morte

    Com este troco dava para construirmos 150 mil casas populares, o que geraria emprego para umas 300 mil pessoas.

    1. Jorge Nogueira Rebolla

      19 de dezembro de 2013 2:29 am

      Quanto custa…

      …a presidência da república por ano? A unidade 20101 prevê R$ 782 milhões em gastos para 2014, para manter dona Dilma e o seu staff… se o valor real se mantiver até 2023 o Palácio do Planalto irá consumir do dobro do custo da miniesquadrilha… expulsemos a Dilma para construirmos umas 60 mil casas por ano… 600 mil até 2023, e o Congresso então?

      P.S. Acho que o sobrenome da Chapeuzinho era Kern… um dia ela foi passear na floresta… e o caçador não não existe, como nunca existiu. Aliás foi inventado pelo lobo mau…

  3. Jorge Nogueira Rebolla

    18 de dezembro de 2013 11:25 pm

    O quê o Brasil faz com três dúzias de caças?

    Dissuadir o Paraguai e a Bolívia caso estes países nos próximos anos ameaçem o Brasil?

    Fazer rasantes nos desfiles de 7 de setembro?

    Escoltar o avião presidencial?

    Verificar caças foo e outros ovnis?

    Mandar um esquadrão para participar de manobras conjuntas?

    Deixa o velho japa contente, enquanto não saito para vestir o pijama?

    Com esta imensa e gigantesca força aérea o poder de fogo é total e absolutamente ineficiente para qualquer utilização real de defesa do nosso país. Não chega a metade das aeronaves existentes em um único porta-aviões americano. Isto era para ter sido feito há muitos anos e com garantia de transferência de tecnologia para que tívessemos hoje fabricando caças, mas graça a seriedade dos senhores Fernando e Luís, que nunca deram a mínima para a segurança do Brasil, que continua a ser um bobão babão na política internacional.

    1. Ivan de Union

      18 de dezembro de 2013 11:34 pm

      “Com esta imensa e gigantesca

      “Com esta imensa e gigantesca força aérea o poder de fogo é total e absolutamente ineficiente para qualquer utilização real de defesa do nosso país. Não chega a metade das aeronaves existentes em um único porta-aviões americano”:

      Concordo.  O Brasil precisa de mais protecao contra os Estados Unidos.

      Principalmente porque a especialidade deles eh trairagem e gigolagem.

      NENHUM dos meus problemas foi resolvido ate hoje, em caso voce esteja se perguntando de onde isso esta vindo.  Nasceram trairas e vao morrer trairas.

    2. Motta Araujo

      19 de dezembro de 2013 12:24 am

      Depois de entrgues os 36

      Depois de entrgues os 36 caças, ainda teremos metade do efeiivo da Força Aerea chilena nesse setor.

      1. Jorge Nogueira Rebolla

        19 de dezembro de 2013 2:17 am

        E se formos comparar os tanques…

        …será ainda mais triste e desolador… esquecendo o resto. O ministério da defesa administra sucata.

    3. Conejo 10

      19 de dezembro de 2013 12:54 am

      Prepara-te para a guerra

      Esses 36 aviões irão treinar milhares e milhares de pilotos durante anos. Houvesse uma guerra é  mais util ter pilotos treinados.

      O mesmo com um só porta aviões – gastando o mínimo se treinam milhars de pilotos embarcados…

    4. Alexandre Weber - Santos -SP

      19 de dezembro de 2013 1:48 am

      Obsoletos

      Tecnologia é onde a singulariedade mostra sua força. A obsolência de aparatos sofisticados ganha velocidade a cada dia, os jatos pilotados por humanos, justamente por isto, são frágeis.

      O futuro da aviação de caça são os robos, os drones, que dotadas de inteligência artificial, cumprirão suas missões de maneira muito mais eficientes, seguras e econômicas.

      Quanto menos se gastar com a aquisição destas velharias melhor. Tomara que o contrato leve mais de ano para se firmar.

      1. Jorge Nogueira Rebolla

        19 de dezembro de 2013 2:14 am

        Confundiu esquadrilha de supertucanos com quadrilhas de tucanos

        Drones operacionais em velocidades supersônicas não terão utilização em larga escada por algumas décadas ainda, embora já exista tecnologia para os protótipos. Caso contrário os EUA não estariam trocando os seus caças pela geração 5 e nem desenvolvendo os pilotados por homens de sexta geração. Como estas aeronaves possuem vida útil de pelo menos vinte anos as velharias continuarão competitivas até 2040/2050 pelo menos. Caso você queira esperar vamos colocar umas esquadrilhas de supertucanos para vigiarem o território brasileiro pelos próximos 30 ou 40 anos.

        P.S Como desenvolver um drone supersônico sem a tecnologia aeronáutica? Você acha que os primeiros que tiveram a custo competitivo aeronaves de caça não tripuladas eficazes irão transferir conhecimento?

         

        1. Alexandre Weber - Santos -SP

          19 de dezembro de 2013 2:39 am

          USA quebrado

          O USA é um paquiderme de grandes dimensões, o que se vê hoje foi projetado há mais de 20 anos atrás, mas para o futuro a vida útil será menor, com aceleração da obsolência por novas tecnologias. Mas não acredite no que digo, olhe para os celulares de 10 anos atrás e verá o que estou falando, mesmo um Sansung 3S que liquidou com o Iphone na época, hoje já é  peça de museu.

          Os QEs não foram feitos à toa lá, o negócio é sério prá valer e no caso dos caças, é um conjunto que voa, onde uma das peças é um ser humano, frágil para este tipo de missão, assim, a vantagem dos drones é insuperável ai.

          Um carro hoje leva gente como um Isota Fraschini levava em 1903, mas custa muito menos e é muito mais eficiente, com os aviões é a mesma coisa, tudo mudou e continua mundando cada vez mais depressa. 

          O USA é lento em se adptar às mudanças, principalmente na área de desenvolvimento militar, sua vantagem era estar à frente nas pesquisas, mas isto também está diminuindo, logo, vamos para um mundo mais equilibrado em termos de poderio militar, onde talves, mesmo pequenos países possam por abaixo o planeta todo.

          Gastar com algo que voa, para mim seria em balões dirigíveis de carga, como estão sendo lançados na Alemanha, na Inglaterra e nos USA e logo logo  na China também, aí sim o Brasil leva vantagem, pois é um curto circuito na logística terrestre precária que temos por aqui.

  4. LCLbotelho

    18 de dezembro de 2013 11:30 pm

    Prezado Nassif
    Notícias

    Prezado Nassif

    Notícias auspiciosas para a defesa  militar do espaço aéreo brasileiro.Um pequeno passo em números , mas gigantesco  para sair  deste imenso imbecil coletivo que hoje domina a defesa militar brasileira .Ah! .não devemos esqueçer jamais que as democracias capitalistas ocidentais só agem militarmente em coligações com os aliados e sob  a razoável proteção das leis internacionais (Conselho de Segurança da ONU).Parabéns  aos cadetes da AFA .

  5. Orides

    18 de dezembro de 2013 11:44 pm

    Jorge quer guerra

    Jorge, fique tranquilo!

    Já conseguimos contato com o futuro, e tem uma nave estelar Romulana à nossa disposição, para varrer qualquer inimigo do mapa.

    Você sabe o que é desenvolvimento tecnológico, né? Não é mais crime.

    1. Jorge Nogueira Rebolla

      18 de dezembro de 2013 11:53 pm

      O Jorge pensa…

      …como um brasileiro que se interessa pelo seu país.

      “”Só é necessário um inimigo para preparar uma guerra, e não dois…” O Senhor dos Anéis – O Retorno do Rei – J. R. R. Tolkien 

       

  6. Marcelo Castro

    18 de dezembro de 2013 11:45 pm

    projeto tem mais folego

    Caro Jorge, o projeto prevê 140 aeronaves no longo prazo. Todas construidas no Brasil com repasse inclusive de patentes. A Embraer poderá usar tecnologia adquirida em suas aeronaves civis.

    Penso que as 36 aeronaves são medida emergencial , inclusive para garantir o treinamento de nossos pilotos que estão a um bom tempo com equipamento obsoleto. 

    1. Marcos Chiapas

      19 de dezembro de 2013 12:17 am

      Embraer ?

      Aquela fabricante transnacional de aviões com sede no Brasil e controlada por fundos internacionais ?

      E quanto ela vai pagar aos brasileiros por essa tecnologia ?

      1. Marcelo Castro

        19 de dezembro de 2013 1:05 am

        controlada por fundos internacionais ?

        Caro Marcos, na constituição da participação acionária da Embraer constam aproximadamente 14% de controle de fundos internacionais referentes a Baille Gifford Overseas  e a Oppenheimer Funds. 62% são ações ordinárias e o restante são fundos brasileiros.

        Poderia fundamentar sua afirmação ?

        1. Marcos Chiapas

          19 de dezembro de 2013 1:34 am

          Mau informado

          Esqueceu dos mais de 8% do Tornburg. 

          A grosso modo são 23% fundos estrangeiros, 8% da PREVI e 5 do BNDES, o resto é ordinária.

          É uma companhia que tem 51% de seu stock na NYSE e 49% na Bovespa.

          Me prove, com seus argumentos ufanistas, que o povo brasileiro deve comprar  tecnologia prá eles e eu te dou um pirulito.

          1. Marcelo Castro

            19 de dezembro de 2013 2:27 am

            realmente

            caro Marcos, realmente esqueci os 8% da thornburg. Ainda assim, penso que a melhor forma de se mudar esta relação de forças é com a Embraer gerando empregos diretos e indiretos no Brasil.

            Quanto ao pirulito, não saberia o que fazer com ele.

  7. Robson Lopes

    18 de dezembro de 2013 11:46 pm

    Nesse caso, realmente a pressa é inimiga da perfeição

    Logo se vê que você é um especialista em política, economia e segurança nacional. Primeira, a transferência de tecnologia não se faz do dia pra noite, são muitos e muitos anos, algo que tem de ser muito bem pensado, ainda que isso leve alguns anos para acontecer, não são apenas os 4,5 bilhões de dólares. Segundo, realmente se o Brasil decide pela compra, deverá fazer o que na primeira encomenda? Comprar 300 caças? Você mesmo está defendendo a troca de tecnologia, logo, teríamos que começar com uns poucos, para produzir os demais, não achas? Além  do mais, você leu outras matérias sobre o assunto? Essa compra foi decidida também por causa da transferência tecnológica, uma vez que o projeto do Gripen ainda está em andando, e o Brasil participará da conclusão e ajustes no projeto, isso sim é transferência de tecnologia.

  8. Marcos Chiapas

    18 de dezembro de 2013 11:47 pm

    Mais do mesmo

    Não se trata de um escolha de avião, mas sim de uma escolha de lado, e o Brasil, de novo, escolheu o lado de fora, comprando um avião neutro, usado desde a RSA até a Grã- Bretanha.

    O valor é uma esmola, se comparado a juros que pagamos à banca e outras coisinhas mais.  O resultado também é inexpressivo, já que essa esquadrilha da fumaça metida a besta não serve para proteger nem o Oiapoque e nem o Chuí, muito menos o que há entre eles. 

    O ponto defendido da tal transferência de tecnologia é o mesmo da década de 80, com a frabricação conjunta do AMX, que impulsionaria nossa indústria da defesa aérea e resultou nessa grande realidade de ter que ir novamente, 30 anos passados, atrás de tecnologia alienígena.

    No frigir dos ovos, resta a festança dos juniores que gostam de brincar de soldadinho com o nosso dinheirinho pagando seus brinquedinhos e uma tomada de posição política a nível internacional que não signifca absolutamente porra nenhuma.

    1. Wsobrinho

      19 de dezembro de 2013 12:39 am

      Caças

      Ora meu amigo, o projeto do AMX gteve um grande valor tecnológico, pois alem de equipar o Brasil com os conhecidos XAVANTES, e AMX, capacitou a nossa indústria a projetar e fabricar jatos, tendo como maior ganho a capacitação da EMBRAER para o que é hoje na aviação civil. O caça supersônico é um outro degrau mais elevado e complexo, por isso este acordo tem grandes vantagens para o Brasil, com implicações em toda cadeia AEROESPACIAL. só mesmo desinformados e pessimista que vêm  como fracasso as conquistas conseguidas. Poderiam ser maiores e mais rápidas, claro que poderiam, mas com certeza a culta é na maior medida do complexo de VIRA-LATAS, do nóis é pobre, nóis tem pobrema de saúde, de educação… enfim a elite que adora Miami e é contra qualquer avanço e investimento tecnológico aqui, como por exemplo o VLS (Veículo Lançador de Satélites) o TAV (Trem de Alta Velocidade), o Programa do Submarino Nuclear.. entre outros..

      1. Marcos Chiapas

        19 de dezembro de 2013 12:55 am

        Nóis não é zelite não

        O problema é que nós achamos que, enquanto continuarmos formando 20 mil engenheiros ( e na maioria engenheiros civis )  por ano, contra 600 mil da China com uma população 6 vezes a nossa, contra 80 mil da Rússia com uma população que é 3/4 da nossa, qualquer desses investimentos não passa de brincadeira para uma elite privilegiada que a vende como motivo de orgulho para a plebe ignara.

        Talvez devessemos, como fizeram a China e a Russia, primeiro tratar de preparar o povo para absorver essa tecnologia e usufruir dela.

        Quando se diz que o patritismo é o útimo refúgio da elite canalha, é de subprodutos do patriotismo, como você, que estamos falando. 

  9. ed. não logado

    19 de dezembro de 2013 12:12 am

    O menos pior é pelo menos a melhor escolha

    Meus comentários sobre o assunto giram entre a acidez e o sarcasmo (com uma pitada de sugestão estratégica), pois sequer iniciamos uma estratégia séria de defesa. Somos apenas reféns de mercado (em algun setores, como o naval, até de sucata, como de portaviões).

    Mas é óbvio que precisamos fazer algo e, dentro desta perspectiva, creio que a escolha pelo menor custo e maior transferência de tecnologia é o melhor que poderia ser feito no momento. Pura sensatez.

    Durate algum tempo, estivemos “ameaçando” desenvolver tecnologias militares, até com alguma qualidade (exportamos até para o Iraque).

    Isso préviamente ao “consenso” Washingtoniano que se abateu sobre o país.

    De blindados a misseis, de caças (AMX) a corvetas, passando por lançadores de satélites e mesmo artefatos nucleares* (com a pá de cal de um Fernando e a “solícita” assinatura de ANPN de outro, 

    Depois deles (os Nandos), a maior parte das empresas quebrou ou foi desnacionalizada e os engenheiros e cientistas viraram suco (ou morreram em UM acidente).

    E voltamos a estaca menos zero.

    Só nos resta começar.

    De novo.

     

     

    PS: Sou a favor do desarmamento nuclear … desde que seja por TODOS. Se há clube de privilegiados, devemos ser sócios.

     

  10. consuelo francis

    19 de dezembro de 2013 12:13 am

    Caças

    Prefiro ouvir pessoas especializadas no assunto. Fui!

  11. wendel

    19 de dezembro de 2013 12:16 am

    Quem é ” … um bobão babão na política internacional.”

    Jorge Nogueira…. BRAVO !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

    Quem seria na realidade ” … um bobão babão na política internacional.” ?

    Na realidade, está mais parecendo você, com seus comentários infantis !!!

    Continue assim,  que muitos de nós que comentamos aquí, já saberemos qualificá-lo!!!!!!

    Solicito não debater, mas refletir e se possível,  informar-se  em outros sites mais criveis, e então postar!!!!

  12. prsnunes

    19 de dezembro de 2013 12:19 am

    E o que diz a cantanhede?

    Eu quero saber o que pensa sobre isso a especialista máximo no assunto, eliane cantanhede…

    1. Conejo 10

      19 de dezembro de 2013 12:47 am

      Órfãos da ditadura

      Você está se referindo à Eliane AVIÃO NEGREIRO Catanhede?

    2. LCLbotelho

      19 de dezembro de 2013 12:55 am

      Note que o famoso

      Note que o famoso comentarista  Yarbas dastanheda passarini não é a Blonde  Castanhêda ! (Nem é  o “inescrupuloso ” Ten Cel Jarbas Passarini !).

    3. Julio Palmieri

      19 de dezembro de 2013 1:20 am

      a Catanhede abateu o Lula

      a Catanhede abateu o Lula quando esse disse que o Rafale era o vencedor, com suas materias ela reverteu o negocio e mostrou que o Lula não tinha noção do que falou!

       

      e vc ainda faz pouco dela?

  13. LCLbotelho

    19 de dezembro de 2013 12:52 am

    Prezado Nassif
    Nome aos

    Prezado Nassif

    Nome aos imbecis : Uma flotilha de Porta Aviôes (aviação naval ofensiva bombardeira de longo alcance?) , Submarino  a propulsão nuclear barulhento  para operar em águas costeiras brasileiras  (200 milhas ..) Transporte KC-490, helicópteros pesados Russos sem o apropriado sistema de armas , helicópteros Franceses sem blindagem moderna , veículos semi blindados anti motim guarani , base de submarinos nuclears (de um só !), etc…

  14. Marco St.

    19 de dezembro de 2013 1:32 am

    “Muso”

    Esse Marcos Chiapas tá virando a Eliane Catanhêde do blog. Dá palpite sobre tudo, analisa o que não sabe e julga o que não entende. A Folha de S.Paulo está perdendo um talento nato….

    Aliás, falando sobre a musa da febre amarela, a mesma “aprovou” a compra dos caças suecos…

    Isso me preocupa um pouco.

    Mas enfim, o que de fato interessa é a parceria tecnológica entre a SAAB  e a EMBRAER.

    Vai dar jogo.

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=fv5qnFeMK5g#t=251%5D

     

    1. Marcos Chiapas

      19 de dezembro de 2013 2:04 am

      Grato

      Grato pela deferência. É um prazer incomodá-lo em sua onisciência.

  15. Morales

    19 de dezembro de 2013 2:58 am

    Esses caças suecos não são

    Esses caças suecos não são aqueles que contêm componentes estadunidenses que podem ser embargados, se os gringos quiserem?

    “Os Estados Unidos já haviam vetado a venda de aviões Super Tucano da Embraer à Venezuela em 2003, pela existência de componentes americanos, como a turbina turbohélice Pratt&Whitney Canada PT6A-25C utilizada no avião brasileiro. Este episódio desagradou alguns estrategistas brasileiros pois resultou na aproximação da Venezuela com a Rússia, que vendeu uma aeronave muito superior ao governo venezuelano, o Sukhoi Su-30.”

    (…)

    “Uma das críticas feitas ao caça da sueca Saab, o Gripen, é que ele tem dois terços do avião fabricados em outros países (aproxidamente 30% do avião possui componentes norteamericanos), e que isso dificultaria os processos de transferência de tecnologia para o Brasil. Uma das críticas à proposta da Saab é que a turbina do Gripen, um modelo Volvo Aero Corporation RM12 (um turbofan de 80 KN (18.000lb) de empuxo) é uma versão fabricada sob licença da turbina americana da General Electric F-404-400, o que praticamente inviabiliza a transferência desta tecnologia vital para a fabricação da aeronave40 .”

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Projeto_FX-2

    Depois ainda tem apologista do governo oportunista “de esquerda” que tem esperança que D. Dilma irá dar asilo a Snowden ou, de qualquer forma, desafiar o império!!!

  16. basílio

    19 de dezembro de 2013 4:15 am

    Qualquer fábrica de aviões é
    Qualquer fábrica de aviões é uma montadora com centenas de fornecedores de peças e sistemas, isso no mundo todo.
    Nenhuma delas fabrica, por exemplo, turbinas ou sistemas de controle, ou radar, ou o software de armas, e mesmo muitas das peças mecânicas como flaps, airelons ou lemes, etc. que são adquiridos de fabricantes terceiros.
    Dificilmente todos esses fornecedores estarão reunidos no mesmo país, vide jatos comerciais da Boeing, da Airbus ou da Embraer, e mesmo muitos aviões militares.
    Falam muito em turbinas mas estas estão longe de ser a parte principal das aeronaves de combate.
    Então escolho meu lado, e trato de vomitar abobrinhas, estou a serviço de alguma “idéia” ou de algum lobby, como o poderoso loby da Boeing, mas não só esse, por exemplo.
    O que acontece é aquele blá, blá blá, de torcida política, na maior parte das vezes sem embasamento técnico ou mesmo político.
    Ou inte$$adí$$imo.
    Em minha desastrosa opinião, esses caças, os escolhidos, ou qualquer dos participantes do torneio só servem para duas hipóteses:
    1. Guerra altamente improvável e desastrosa para todos, contra qualquer vizinho.
    2. Paradas e desfiles aéreos, 7 de setembro, demonstrações, etc.
    Caríssimo não é?
    Em caso de conflito com uma grande potência sequer conseguiriam decolar.
    Então até que a escolha, já que somos obrigados a dar brinquedos caríssimos aos militares, para “proteção da capital, da amazònia azul, etc.” rssss, e fazer “frente” aos pobres coitados (como nós) de nossos vizinhos, pelo menos escolheram a proposta menos honerosa.
    Paciência né?
    Era melhor ter contratado a Embraer para desenvolver um caça meia boca e mais tarde com esforço próprio e desenvolvimento de tecnologia aqui mesmo poderiam construir uma aeronave de ponta.
    Quem quer mesmo, como a China faz assim, não só em aeronáutica, é claro, aqui acham que vão “comprar tecnologia”, rssss é piada.
    Vão te vender tecnologia de carro a vapor em época de carro elétrico, lógico.
    Brasileiro é bonzinho, quer levar vantagem, comprar tecnologia, entende….

  17. Serralheiro 70

    19 de dezembro de 2013 12:10 pm

    Caças FX2.

    Não faltou que botasse areia neste negócio . A cantanhede com suas intrigas de Lula com militares. Sarcosi com sua interferência na questão do Irã. Os filhotes da ditadura quebrando vidraças na praça dos 3 Poderes, Obama com a espionagem da NSA. Além de tudo, crise econômica mundial e tumultos de rua promovidos pelo PiG para derrubar o governo. Só falta acabar dando certo!

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